Ter fé independe de estar filiado a uma instituição religiosa. Eu tento viver a fé em um Deus misericordioso e bom, o Deus de Jesus de Nazaré, que a todos convida ao seu encontro e se entrega por causa dos fracos. O Deus que desce e faz opção pelos pequeninos. Minha fé se baseia na tradição católica popular do Brasil (de herança ibérica e afro-ameríndia) e nas referências da Igreja pós-Vaticano II, em especial da caminhada latino-americana iniciada em Medellin. É a fé de Jesus, de Maria, dos santos, de Francisco de Assis e de tantas anônimas testemunhas do mundo inteiro. Não sou prosélito. Tento ser ecumênico. E sei diferenciar religião e laicidade. Minha fé não pode ser imposta a ninguém. Cada um deve ser livre para exercer sua fé ou nenhuma fé, sem ser constrangido por qualquer instituição religiosa. Enfim, busco viver a fé com inteligência, bem longe do fundamentalismo religioso de qualquer matiz e de todo tipo de fanático que esta praga costuma gerar. (26 de abril de 2015)
Razões da minha fé
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