Por Levon Nascimento
À medida que se avança nas experiências da vida, aprende-se a conhecer o espírito humano e a diferenciar quem nos usa de quem nos aprecia.
São raros os contatos, as ligações e os convites para oportunidades, reconhecimentos e solidariedade com as lutas que travamos.
Ao contrário, quase sempre somos “intimados” a fazer, a servir, a nos expor e a obedecer. Geralmente para colocarmos a cara a tapa em contextos nos quais os que nos convocam não têm a coragem de o fazer, muito menos de seguir nossos passos ou de serem solidários conosco.
Nada contra servir solidariamente. Aliás, a formação em pastorais sociais da Igreja Católica progressista me envia para isso. É pelo Ressuscitado e pelos pobres.
Mas se aprende, nas dificuldades da caminhada, o porquê da luta, por quem e com quem lutar: por uma sociedade mais justa, para aqueles que nada podem nos oferecer de retorno, uma vez que nada possuem, e com quem nos é parceiro, amigo e fraterno na militância.
Os que nos usam e “escravizam” não merecem nossas energias.
A experiência, o serviço e a luta
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