Autor: Levon Nascimento

  • Festa Junina

    Sempre gostei de festa de São João. Ainda mais quando vejo o povo das comunidades envolvido nos festejos, o resgate das tradições, a união das famílias, a simplicidade na organização, a beleza das cores e alegria nos olhos das pessoas. Veja vídeo e fotografias da Festa de São João promovida pela Comunidade Rural de Riacho de Areia, município de Taiobeiras, ocorrida em 19 de junho de 2010.

    “Ladrões” da Bandeira de São João rodam a fogueira antes de entregá-las aos “donos” (a comunidade). Também os fogos, coloridos, chuvinhas, crianças, enfim, muita alegria.


  • Berizal

    Estive em Berizal (cidade emancipada de Taiobeiras em 1995) há poucos dias e tirei estas fotografias aí. São do Mercado Municipal, construído e inaugurado quando Nen Sena (Geraldo Sarmento de Sena) era o Prefeito de Taiobeiras (Berizal incluído), entre 1983 e 1988.

    Acho que vale a pena ressaltar realizações, ainda que pareçam pequenas, de pessoas que com poucos recursos em sua época, pensaram no desenvolvimento humano, social e econômico do município como um todo. Nen Sena foi assim. Talvez o prefeito que mais tenha construído escolas e espaços de infraestrutura para o município. E não falo isto por questão partidária, uma vez que sou filiado ao PT e ele, um dos fundadores do PSDB em Taiobeiras.

    Como fui a Berizal para participar de uma cerimônia de casamento, aí também uma foto da entrada da Matriz de São Sebastião da Quase-Paróquia da cidade.

  • Crônica: Brasil, time ou país?

    * Levon do Nascimento
     
    Em época de Copa do Mundo os brasileiros param para ver o “Brasil” jogar. Lugar comum à parte, para muitos, Brasil é sinônimo de um time, ou melhor, uma seleção de futebol. Não deixa de ser verdade. Basta lembrar (para quem viveu) ou pesquisar (como eu que não tinha nascido naquela época) a Copa de 1970 no México, competição em que o Brasil alcançou o tricampeonato mundial. Era o tempo da ditadura militar no país. Estudantes e militantes de esquerda eram torturados nos porões da caserna, enquanto a população, embalada por “Noventa milhões em ação…” maravilhava-se (e alienava-se) diante dos gols de Pelé e companhia. Ali, propositalmente, o governo dos generais e das oligarquias incentivava o povo a ter uma noção de que o país era tão somente as vitórias da seleção de futebol, nada mais. Com tal anestesia, os donos do poder ficavam livres e ocultos para reprimirem a uns e dilapidarem o patrimônio em benefício de outros. Ao povo cabia apenas festejar… cantar… torcer…

     Para muitas pessoas mais críticas, o futebol é só alienação. Para outros, a Copa do Mundo não passa de mais uma artimanha do mercado sem pátria, ávido por vender de “vuvuzelas” a “jabulanis” a todos os viventes humanos da Terra. Por aqui, muitos se esquecem dos “jogos cotidianos” da política, da desagregação familiar e da violência, para ficar de olho nos “jogos” das seleções.

    Tá certo. Acho que os críticos têm suas razões legítimas. O Brasil vai muitíssimo além da seleção de Dunga. Não dá para pensar só na Fifa World Cup na África do aparthaid de tão triste memória. É preciso torcer (e jogar-lutando) pelo Brasil, não só a seleção, mas o grande país da América do Sul, que ora desponta tardiamente no cenário mundial, mas que tem ainda muito a conquistar. Conquistar principalmente o campeonato da melhoria geral das condições de vida do seu POVO.

    Viva a seleção! Mais ainda, VIVA O BRASIL!

  • Eleições 2010: Convenção do PT bate Copa do Mundo no Twitter brasileiro

    Do Portal PT

    A convenção nacional do PT, através da tag #agoraedilma, ocupou o primeiro lugar do Twitter brasileiro no começo da tarde deste domingo, superando, entre outros assuntos, as tuitadas sobre a Copa do Mundo da África do Sul.


    Essa é a segunda vez que o PT alcança o topo da lista das palavras mais digitadas no ranking TTBr (Tradind Topic Brasil). A primeira foi no 4º Congresso Nacional do PT, em fevereiro, quando Dilma foi aclamada pré-candidata do PT.

    A convenção de ontem também foi transmitida ao vivo pela TVPT, com cinco câmeras levando aos internautas todos os detalhes do evento. As imagens geradas pelo partido foram replicadas por vários portais e blogs, entre eles Estadão, Terra e Mobilização BR. Os acessos simultâneos variaram entre mil e 1,5 mil durante toda transmissão. O total de acessos será conhecido nos próximos dias, mas estima-se que tenha ultrapassado a marca dos 40 mil.

  • Eleições 2010: PT oficializa Dilma candidata

    O Partido dos Trabalhadores (PT) oficializou neste 13 de junho de 2010, em convenção nacional, o nome da ex-ministra Dilma Rousseff como sua candidata à sucessão do Presidente Luíz Inácio Lula da Silva para o pleito de outubro deste ano.

    A cerimônia, ocorrida nesta manhã de domingo em Brasília (DF), foi marcada pela presença da militância do PT, de políticos petistas e da base aliada ao Governo Lula, além de artistas e representantes do movimentos sociais do pais.

    A temática da convenção voltou-se para a importância da participação política da mulher brasileira (veja foto). Com Dilma Rousseff nesta eleição de 2010, será a primeira vez que uma mulher se candidata à Presidência da República do Brasil por um grande partido político, tenho assim, chances reais de conquistar o poder.

    Mais inforamações em Dilma na web e Portal PT. Basta clicar nos links.

    Crédito fotografia: Site http://www.dilmanaweb.com.br/

  • Juventude com autonomia

    * Levon do Nascimento

    Ser autônomo significa pensar e agir com liberdade e independência. Mas o que fazer para conseguir a liberdade na medida certa e a independência em relação às demais pessoas?

    A resposta é encontrada no ato de aprender. Aprender é uma atitude tão importante quanto comer, beber e dormir. É uma necessidade do corpo e da mente de cada pessoa humana. O homem ou a mulher que se coloca em atitude de aprendizado, desenvolve o pensamento, amplia a reflexão, faz crescer a inteligência e se torna senhor (controlador) dos rumos de sua própria vida e das relações que mantêm com as demais pessoas.

    Basicamente, a pessoa humana aprende em todos os lugares e situações por meio da vivência prática. No entanto, a cultura humana criou determinados meios especiais para a educação. A família é o primeiro desses meios. Em seguida vêm os grupos religiosos (as igrejas), procedidos da escola formal. Importante é saber que família, igreja e escola são apenas espaços que facilitam o ato de aprender. De fato, a busca de conhecimentos deve ser uma atitude de cada pessoa. E o resultado irá variar de acordo com o interesse de cada um.

    Quanto mais um jovem busca o saber, o conhecer, o entender, ele se põe em atitude de encontro, de aprendizado e de compreensão. E assim, descobre que pensar é bem mais do que repetir fórmulas matemáticas descobertas por outros, teses geográficas e históricas formuladas em tempos anteriores ou normas gramaticais rebuscadas e fora de uso. Percebe, então, que pensar é uma atitude viva e pulsante, dependente daquilo que já foi produzido por outros, mas que pode ser intensamente e livremente conduzido por si próprio, pela sua criatividade e por sua capacidade de construir. Cada pessoa é uma unidade criadora em potencial. E isto só tende a aumentar quando se aprende a pensar em grupo, no coletivo.

    Desta forma, quando mais conhecimento uma pessoa é capaz de produzir por meio do aprendizado; e transmiti-lo através de seu convívio social, tanto mais ela será detentora de poder. Não do poder que escraviza e domina. Mas do poder que é útil para transformar o mundo e torná-lo um lugar melhor para a vida de todos.

    O jovem autônomo é aquele que consegue unir o conhecimento que adquire na família, nas igrejas e na escola, com a capacidade de criar e transformar, colocando tudo que aprendeu a serviço dos demais semelhantes. Em outras palavras, o conhecimento do jovem de hoje deve ser instrumento para transformar a sociedade e torná-la mais democrática e saudável para o convívio de todos.

    Claramente, o jovem que pensa com liberdade é, também, uma pessoa que ajuda a construir um mundo melhor. E o mundo melhor é aquele em que as desigualdades sociais entre ricos e pobres são superadas, o meio ambiente é tratado com o respeito devido e a pessoa humana é mais do que um simples produto de compra ou venda.

    Jovem, pense nisto. Não seja uma marionete nas mãos dos sistemas econômico e político. Reflita e busque o saber para alcançar independência, ou melhor, autonomia.

    Créditos das fotografias: Arquivos do Projeto Memorial da Juventude de Taiobeiras e acervo da E. E. Pres. Tancredo Neves.

  • Eleições 2010: Uma situação boa demais para o governo

    * Por Maria Inês Nassif no Jornal Valor Econômico em 10/06/2010

    A geração dos brasileiros que eram adultos no final da ditadura militar (1964-1985) , nela incluídos o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), o ex-governador José Serra (PSDB), a ex-ministra Dilma Rousseff (PT) e a ex-ministra Marina da Silva, não presenciou um momento como esse antes e dificilmente viverá um outro. Não vai dar tempo de assistir uma reedição desse período, o único da história do país com alta taxa de crescimento econômico e democracia. Daí a dificuldade da oposição de alinhavar um discurso que seja consistente para ganhar o apoio de um eleitorado majoritariamente governista, satisfeito com a vida que tem e que acha que a sua vida vai melhorar com a continuidade, e não com a mudança.

    O crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre do ano de 2010, comparado com igual período do ano passado, foi de 9%, segundo foi anunciado essa semana. No artigo “Eleições presidenciais 2010: ruptura ou consolidação do pacto social”, publicado pela revista “Em Debate” da UFMG, o cientista político Ricardo Guedes Ferreira Pinto, do instituto de pesquisas Sensus, lembra que, de 2002, último ano do governo de Fernando Henrique Cardoso (FHC), até agora, as reservas internacionais pularam de US$ 35 bilhões para US$ 240 bilhões; o salário mínimo, de US$ 80 para US$ 280; o índice Gini caiu de 0,58 para 0,52 (quando mais próximo de zero, maior a igualdade); 30 milhões de pessoas das classes mais pobres ascenderam à classe média; 10,6 milhões mudaram de favelas. O PIB saiu de um patamar de US$ 500 bilhões para US$ 1,5 trilhão. Há uma forte identificação desses dados sociais e econômicos positivos com o governo Lula. Diz Guedes, citando pesquisa Sensus de maio, que 57% dos brasileiros acham que esses benefícios foram gerados pelo governo petista e apenas 17% consideram que eles vêm do governo de Fernando Henrique Cardoso.

    O candidato oposicionista terá grande dificuldade de abalar essa convicção sobre o governo Lula que está tão alicerçada na opinião pública. José Serra (PSDB) poderia tentar isso pelo convencimento de que tem maior capacidade do que a escolhida de Lula para aprofundar as conquistas do atual presidente. Segundo a pesquisa Sensus, essa já é a opinião de 26% dos entrevistados. A outra alternativa do candidato de oposição seria a desqualificação pura e simples da sua adversária. É um caminho que pode parecer mais fácil do ponto de vista retórico, mas com grandes chances de fracassar, diante dos índices de popularidade do governo.

    As pesquisas indicam que 2010 começa sob o signo do governismo. As séries históricas das pesquisas reiteram que esse é um período histórico singular. Segundo a CNT-Sensus, de 1998 até 2002, o governo Fernando Henrique manteve uma avaliação positiva nunca maior do que 32% (em dezembro de 1998). A menor foi de 8%, em setembro de 1999, repetida em outubro daquele ano. A menor avaliação positiva do governo Lula foi de 31,1%, em novembro de 2005, no auge do chamado escândalo do mensalão. Segundo a pesquisa de maio de 2010, a oposição lida com uma avaliação positiva do governo Lula da ordem de 76,1% .

    O CNT-Sensus passou a apurar separadamente o desempenho do presidente da República e o do governo a partir de 2001. FHC alcançou seu maior índice de aprovação em abril de 2001, de 46,1%. O pior desempenho de Lula foi de 46,7%, atingido em novembro de 2005. Em maio de 2010, Lula tinha a aprovação de 83,7% dos entrevistados.

    Em 1996, uma pesquisa Ibope encomendada pelo Palácio do Planalto foi noticiada pela revista “Veja”. Comparava o desempenho de todos os presidentes da República pós-redemocratização no final do primeiro ano de mandato. FHC tinha 43% e era o campeão, segundo a revista: Sarney teve 36%, Collor, 30% e Itamar, 13%, na soma das avaliações ótima e boa. Sarney chegou a 85% no Plano Cruzado. O plano se foi e Sarney terminou o governo com 9% de popularidade, em 1988. Na matéria, intitulada “O povo está gostando” (3/1/96), o presidente do Ibope, Carlos Augusto Montenegro, dizia, sobre o Plano Real, que respaldava FHC: “Enquanto os números econômicos forem favoráveis e o brasileiro estiver podendo comer mais, pode botar quarenta pastas rosas, trinta sivans que não haverá queda na popularidade de FHC”. Montenegro se referia aos escândalos políticos, que não teriam o poder de atingir o chefe do governo.

    Com uma popularidade – dele próprio, não de seu governo – que atinge os 92% na região Nordeste e junto aos eleitores que ganham até um salário mínimo, o presidente Lula será o grande eleitor das eleições de outubro. Segundo a mesma pesquisa, 27,1% dos entrevistados apenas votariam num candidato indicado por Lula; apenas 3% votariam exclusivamente num candidato de FHC. Dos ouvidos, 20,7% não votariam num candidato de Lula; 55,4% rejeitam um candidato de FHC. Mais eleitores – 44% – levam em conta prioritariamente os benefícios econômicos e sociais do governo do que a experiência administrativa do candidato (34,9%). A esmagadora maioria dos entrevistados se declara satisfeito com a vida que está levando hoje – 10% estão muito satisfeitos e 73% estão satisfeitos.

    É difícil montar uma estratégia oposicionista eficiente num quadro tão favorável ao governo como esse. Por isso ganham relevo dossiês cujo conteúdo não se tornam públicos e denúncias com sentido dúbio. É a tática de firmar sensos comuns por repetição de fatos cujo conteúdo não é claro, mas emergem acompanhados de um julgamento moral que atribui intencionalidade subjetiva e maliciosa aos adversários, mesmo que racionalmente não se identifique razões para isso. Se colar, colou. Se não colar, deixa-se de lado e se prepara um novo ataque.

    O que se destaca no momento eleitoral que a ofensiva oposicionista é proporcionalmente mais agressiva do que as próprias pesquisas eleitorais, que ainda registram um equilíbrio nas posições de Dilma e Serra. Sinal que o diagnóstico oposicionista é o de que a situação é boa demais para o governo, para não ser igualmente boa para a candidata do governo.

    * Maria Inês Nassif é repórter especial de Política. Escreve às quintas-feiras no Jornal Valor Econômico. E-mail: maria.inesnassif@valor.com.br. Fonte: Luis Nassif.

  • Brasil cresce 9% com Lula. Só a Globo e o seu candidato acham ruim

    * Do Blog do Luis Nassif

    A Globo hoje lamentou o crescimento do país em ritmo chinês, defendendo a tese de que “o bolo cresceu mais do que o país pode sustentar”.

    O ponto alto foi o diálogo entre Christiane Pelagio e Carlos Alberto Sardenberg:
    – Sardenberg crescer demais então NÃO é bom?
    – NÃO é bom e não é um problema só brasileiro.

    http://colunas.jg.globo.com/sardenberg/2010/06/09/o-brasil-nao-teve-um-c…

    Mas em 2007 a Globo pensava diferente e cravou no G1: Brasil terá 2º pior crescimento da América Latina. “Não aproveitar este momento vigoroso é um desperdício”. “Em 2007, podemos empatar com o Paraguai se ele não nos ultrapassar de novo. Do jeito que estamos, não é impossível”. “Sem investimentos não vamos crescer. O PAC ajuda, mas não soluciona todos os problemas”.

    http://g1.globo.com/Noticias/Economia_Negocios/0,,MUL555-5555,00-BRASIL…

    Afinal “rede grôbo”, é pro país crescer ou não é? É melhor estar entre os países que mais crescem ou entre os que menos crescem? É impressão minha ou esse pessoal ja foi mais habilidoso nessa história de fazer jornalismo de oposição?

  • Dilma cresce nas preferências e empata com Serra, diz Ibope

    *Texto e fotografia do site Dilma na web 

    05.06.2010

    O mais recente levantamento do Ibope, divulgado hoje, sobre as preferências para as eleições presidenciais, mostra hoje a ascensão de Dilma Rousseff e a queda de José Serra. O cenário é o mesmo já mostrado pelos institutos Datafolha, Vox Populi e Sensus nas últimas pesquisas de intenção de voto.

    De acordo com o Ibope, Dilma está empatada com Serra em 37%. Marina Silva tem 9%. Houve uma mudança substancial em relação a abril, quando o pré-candidato tucano estava 40% e a petista com 32%. Encomendada pela TV Globo e pelo jornal O Estado de S. Paulo, a pesquisa ouviu 2002 eleitores, entre os dias 31 de maio e 3 de junho.

    Também houve mudança na simulação de segundo turno, entre as consultas de abril e desta semana. Serra diminuiu de 46% para 42%, e Dilma cresceu de 37% para 42%.

    A pesquisa espontânea (sem apresentação de nomes) aponta a liderança de Dilma no confronto com Serra: 19% a 15%. Apesar de não ser candidato, o presidente Lula ainda alcança 12% das preferências. A rejeição é maior com o nome de Serra (24%), do que com Dilma (19%).

    Na comparação com o desempenho registrado em fevereiro último, a tendência é altamente favorável à pré-candidata do PT. Naquele mês, Dilma estava com 28%, Serra com 41% e Marina com 10% na simulação de primeiro turno. Os números para segundo turno eram também de  41% para Serra e 28% para Dilma.

  • Blog com cara nova

    Ao completar seis meses de vida, meu blog (diário virtual) ganha layout novo (cara nova), com mais informação, opinião e testemunho acerca dos acontecimentos, da História e da caminhada de minha militância.

    No topo estão ajuntadas três imagens: a primeira, o Pequizeiro sesquicentenário e a Capelinha do conjunto histórico do Santo Cruzeiro dos Martírios em Taiobeiras; a segunda, o Morro de Condeúba (BA), na divisa entre Bahia e Minas, próximo da localidade de Mandaçaia, de onde vieram meus ancestrais recentes; a última, minha fotografia durante o lançamento do livro Blogosfera dos Gerais em Taiobeiras, em abril de 2009.

    Estas imagens revelam um pouco da dinâmica deste blog. O pequizeiro resistente que serve de alimento e sombra aos peregrinos que fazem suas promessas, a capelinha como retribuição ao divino (ao sagrado) pelos benefícios cotidianos que recebemos, o morro “eterno” e a localidade dos ancestrais, a ligação entre o passado, o presente e a eternidade aos quais estamos submetidos e somos herdeiros; o lançamento de meus trabalhos literários-militantes, na busca por oferecer informação, senso crítico e consciência humana aos meus semelhantes.

    Assim é este espaço virtual, o blog. Desejo que seja dádiva, alimento, unidade e retribuição a todos os que o buscarem pela caminhada da vida.

  • Seu Flor ou Lula?

    * Por João Renato Diniz Pinto, de Montes Claros, em seu blog, Imparcialidade ou Frieza.

    Na imagem acima [à esquerda], quem deveria estar mais lisonjeado: Euflorzino Batista de Oliveira, de chapéu, de barba e com a mão no ombro de Lula, ou Luís Inácio Lula da Silva, ao centro da foto de boina? Morador de Rubelita, Euflorzino Batista de Oliveira (Seu Flor) completará 70 anos em 10 de outubro.

    Viúvo, Seu Flor é o estudante mais velho da Escola de Formação de Fé e Política da Arquidiocese de Montes Claros, além de ser coordenador da Pastoral da Criança da Paróquia Nosso Senhor Bom Jesus de Rubelita, Setor Norte Arquidiocesano.

    Católico praticante, Seu Flor costuma participar de encontros das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) e da Escola Nacional de Fé e Política Dom Helder Pessoa Camara. Muito espontâneo e sincero, Seu Flor conta que três mulheres conheceram o seu corpo: a sua mãe, a enfermeira e a sua esposa.

  • Corpus Christi em Taiobeiras

    Feriado de Corpus Christi.

    Em Taiobeiras, desde a madrugada, pastorais e movimentos enfeitaram a Praça da Matriz e ornamentaram as ruas para a passagem da procissão da Eucaristia que ocorreu no fim da manhã.

    Solenidade litúrgica em memória da Comunhão Eucarística. Festa da unidade entre os cristãos.

    Em Taiobeiras a ornamentação de rua relembrou os 75 anos de fundação da Paróquia São Sebastião completados em maio.

  • A saudade do servo na velha diplomacia brasileira

    * Leonardo Boff em Adital

    O filósofo F. Hegel em sua Fenomenologia do Espírito analisou detalhadamente a dialética do senhor e do servo. O senhor se torna tanto mais senhor quanto mais o servo internaliza em si o senhor, o que aprofunda ainda mais seu estado de servo. A mesma dialética identificou Paulo Freire na relação oprimido-opressor em sua clássica obra Pedagogia do oprimido. “Com humor comentou Frei Betto: “em cada cabeça de oprimido há uma placa virtual que diz: hospedaria de opressor”. Quer dizer, o oprimido hospeda em si o opressor e é exatamente isso que o faz oprimido”. A libertação se realiza quando o oprimido extrojeta o opressor e ai começa então uma nova história na qual não haverá mais oprimido e opressor, mas o cidadão livre.

    Escrevo isso a propósito de nossa imprensa comercial, os grandes jornais do Rio, de São Paulo e de Porto Alegre, com referência à política externa do governo Lula no seu afã de mediar junto com o governo turco um acordo pacífico com o Irã a respeito do enriquecimento de urânio para fins não militares. Ler as opiniões emitidas por estes jornais, seja em editoriais seja por seus articulistas, alguns deles, embaixadores da velha guarda, reféns do tempo da guerra-fria, na lógica de amigo-inimigo é simplesmente estarrecedor. O Globo fala em “suicídio diplomático” (24/05) para referir apenas um título até suave. Bem que poderiam colocar como sub-cabeçalho de seus jornais: “Sucursal do Império”, pois sua voz é mais eco da voz do senhor imperial do que a voz do jornalismo que objetivamente informa e honestamente opina. Outros, como o Jornal do Brasil, têm seguido uma linha de objetividade, fornecendo os dados principais para os leitores fazerem sua apreciação.
    As opiniões revelam pessoas que têm saudades deste senhor imperial internalizado, de quem se comportam como súcubos. Não admitem que o Brasil de Lula ganhe relevância mundial e se transforme num ator político importante como o repetiu, há pouco, no Brasil, o Secretário Geral da ONU, Ban-Ki-moon. Querem vê-lo no lugar que lhe cabe: na periferia colonial, alinhado ao patrão imperial, qual cão amestrado e vira-lata. Posso imaginar o quanto os donos desses jornais sofrem ao ter que aceitar que o Brasil nunca poderá ser o que gostariam que fosse: um Estado-agregado como é Hawai e Porto-Rico. Como não há jeito, a maneira então de atender à voz do senhor internalizado, é difamar, ridicularizar e desqualificar, de forma até antipatriótica, a iniciativa e a pessoa do Presidente. Este notoriamente é reconhecido, mundo afora, como excepcional interlocutor, com grande habilidade nas negociações e dotado de singular força de convencimento.
    O povo brasileiro abomina a subserviência aos poderosos e aprecia, às vezes ingenuamente, os estrangeiros e os outros povos. Sente-se orgulhoso de seu Presidente. Ele é um deles, um sobrevivente da grande tribulação, que as elites, tidas por Darcy Ribeiro como das mais reacionárias do mundo, nunca o aceitaram porque pensam que seu lugar não é na Presidência mas na fábrica produzindo para elas. Mas a história quis que fosse Presidente e que comparecesse como um personagem de grande carisma, unindo em sua pessoa ternura para com os humildes e vigor com o qual sustenta suas posições.

    O que estamos assistindo é a contraposição de dois paradigmas de fazer diplomacia: uma velha, imperial, intimidatória, do uso da truculência ideológica, econômica e eventualmente militar, diplomacia inimiga da paz e da vida, que nunca trouxe resultados duradouros. E outra, do século XXI, que se dá conta de que vivemos numa fase nova da história, a história coletiva dos povos que se obrigam a conviver harmoniosamente num pequeno planeta, escasso de recursos e semi-devastado. Para esta nova situação impõe-se a diplomacia do diálogo incansável, da negociação do ganha-ganha, dos acertos para além das diferenças. Lula entendeu esta fase planetária. Fez-se protagonista do novo, daquela estratégia que pode efetivamente evitar a maior praga que jamais existiu: a guerra que só destrói e mata. Agora, ou seguiremos esta nova diplomacia, ou nos entredevoraremos. Ou Hillary ou Lula.

    A nossa imprensa comercial é obtusa face a essa nova emergência da história. Por isso abomina a diplomacia de Lula.

    * Leonardo Boff, junto com Mark Hathaway, escreveu o livro The Tao of Liberation. Exploring the Ecology of Transformation, N.Y. 2009.

  • Enquete sobre os jornais de Taiobeiras

    A informação é um direito do cidadão do século XXI. Mais ainda, é um dever dos que informam repassar a notícia e o conhecimento de forma equilibrada, verdadeira, ética e crítica. Assim, creio, a sociedade elevará seu grau de politização e atuará organizadamente na solução dos problemas que afligem o conjunto dos seres humanos.

    Com o surgimento das modernas Tecnologias de Informação, especialmente a internet, um novo filão de meios de noticiar se criou. Hoje, a Blogosfera (universo dos blogs – diários virtuais), de maneira democrática e livre, na velocidade do pensamento humano, é capaz de disseminar informação de todos os lados do mundo e de todos os pontos de vista culturais. Isto, com certeza, ajuda a derrubar o monopólio da notícia, antes detido pelos grandes grupos e corporações midiáticos ligados ao capital internacional.

    Outra novidade é que as pequenas e médias cidades, ainda que com vários limites econômicos, educacionais e “de liberdade política”, passaram a produzir seus próprios meios de comunicação, sejam eles jornais impressos ou blogs, sobre os mais distintos temas.

    Faço aqui, neste blog, uma enquete sobre os jornais impressos da cidade de Taiobeiras. Eles já são quatro, num período de 18 (dezoito) anos desde a criação do primeiro, o Jornal Taiobeiras Informa. Peço que votem no mais politizado e crítico de nossa cidade. As opções são: Folha Regional (Alex Video), Dia-a-Dia (Stanley Colombo e Paulo Colombo), Grande Vale (Leandro Grotti e Edilson de Souza)  e Taiobeiras Informa (Zazau). O objetivo é permitir que nossos cidadãos e cidadãs discutam, leiam e apreciem a forma e o conteúdo dos meios de comunicação locais.

  • Lula e o Brasil na imprensa mundial

    Veja o que a revista alemã Der Spiegel publicou neste sábado a respeito do Presidente Lula e da nova política externa do Brasil. Dá muito orgulho de ser brasileiro no atual momento vivido pelo país, apesar de todos os problemas que, evidentemente, não podem ser esquecidos.

    DER SPIEGEL, Samstag, 29. Mai 2010 : “LULA SUPERSTAR”

    Um trecho: “Transpirando autoconfiança, o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva está elevando o status global do seu país ao protagonizar um número cada vez maior de iniciativas na área de política internacional. Na mais recente dessas ações, ele convenceu o Irã a concordar com um polêmico acordo nuclear. Poderia este acordo proporcionar uma oportunidade para que sejam evitadas sanções e guerra ? Ele foi acusado de ser muitas coisas no passado, incluindo um comunista, um proletário grosseiro e um alcoólatra. Mas a época dessas acusações acabou há muito tempo. À medida que o Brasil cresce para tornar-se uma nova potência econômica, a reputação do presidente brasileiro cresce de forma meteórica. Hoje em dia muita gente vê o presidente como um herói do hemisfério sul e um importante contrapeso em relação a Washington, Bruxelas e Pequim”.

    Outro: “…Lula demonstrou que sabe nadar no aquário dos tubarões grandes. Nos bastidores, Lula Superstar costuma contar como curou os diplomatas brasileiros da síndrome de vira-lata; assim ele denomina o profundo complexo de inferioridade que muitos dos seus compatriotas até pouco tempo atrás sentiam frente a americanos e europeus. Foi em 2003, na grande estréia internacional de Lula na cúpula do G-8, em Evian na França. Todos estavam sentados e esperaram por George W. Bush. Quando este finalmente entrou no salão, todos levantaram. Só Lula ficou sentado e mandou o seu Chanceler fazer o mesmo. ‘Eu não participo deste comportamento servil. Quando eu entrei, ninguém levantou’, disse o Presidente do Brasil”.

    Fonte:  Luis Nassif

  • Irã: quem atira a primeira pedra?

    Por Frei Betto, religioso dominicano, em Adital

    O presidente Lula empreendeu uma delicada operação diplomática para evitar que o Irã utilize a energia nuclear para fins bélicos. As nações mais poderosas do mundo, capitaneadas pelos EUA, logo expressaram sua indignação e discordância: como um “paiseco” como o Brasil ousa querer ditar regras na política internacional?

    Marx, Reich e Erich Fromm já nos haviam prevenido que preconceito de classe costuma ser um tabu arraigado. Como alguém que nasceu na cozinha tem o direito de ocupar a sala de jantar?

    Pelo critério de George Bush, lamentavelmente preservado por Obama, o Irã faz parte das nações que integram o “eixo do mal”. Não morro de amores pela terra dos aiatolás, considero o governo iraniano uma autocracia fundamentalista e discordo do modo patriarcal que o Irã trata as suas mulheres, como seres de segunda classe. Diga-se de passagem, assim também faz o Vaticano, razão pela qual as mulheres são impedidas de acesso ao sacerdócio.

    Mas não custa questionar o cinismo dos senhores do mundo com poder de veto no Conselho de Segurança da ONU: por que Israel tem o direito de possuir arsenal nuclear e o Irã não? Ele jogaria uma bomba nuclear sobre outras nações? Ora, isso os EUA já fez, em 1945, sacrificando milhares de vidas inocentes em Hiroshima e Nagasaki.

    O Irã desencadearia uma guerra mundial? Ora, o Ocidente civilizado já promoveu duas, a segunda vitimando 50 milhões de pessoas. O nazismo e o fascismo surgiram no Oriente? Todos sabemos: foram criações diabólicas de dois países considerados altamente civilizados, Alemanha e Itália.

    Os árabes, ao longo de 800 anos, ocuparam a Península Ibérica. Deixaram um lastro de cultura e arte. A Europa ocupou e saqueou a África e a Ásia, e o lastro é de miséria, mortandade e extorsão. O Irã é uma ditadura? Quantas não foram implantadas na América Latina pela Casa Branca? Inclusive a do Brasil, que durou 21 anos (1964-1985). Há pouco, a Casa Branca apoiou o golpe militar que derrubou o governo democrático de Honduras.

    Fortalecido belicamente o Irã poderia ocupar países vizinhos? E o que dizer da ocupação usamericana de Porto Rico, desde 1898, e agora do Iraque e do Afeganistão? E com que direito os EUA mantêm uma base naval, transformada em cárcere clandestino de supostos terroristas, em Guantánamo, território cubano?

    Respaldado em que lei internacional os EUA implantaram 700 bases militares em países estrangeiros? Só na Itália existem 14. Na Colômbia, 5. E quantas bases militares estrangeiras há nos EUA?

    Há que admitir: o Irã não está preparado para se integrar no seio das nações civilizadas… Nações que financiam, pelo consumo, os cartéis das drogas, tratam imigrantes estrangeiros como escória da humanidade; fazem do consumismo o ideal de vida.

    E convém lembrar: fundamentalismo não é apenas uma síndrome religiosa. É, sobretudo, uma enfermidade ideológica, que nos induz a acreditar que o capitalismo é eterno, fora do mercado não há salvação e a desigualdade social é tão natural quanto o inverno e o verão.

    Lula candidato era discriminado pelo elitismo brasileiro por não dominar idiomas estrangeiros. Surpreendeu a todos por falar a linguagem dos pobres e revelar-se exímio negociador em questões internacionais.

    Sem o apoio do Brasil não avançaria essa primavera democrática que, hoje, semeia esperança de tempos melhores em toda a América Latina. Os eleitores dão as costas às velhas oligarquias políticas e escolhem governantes progressistas.

    Essa nova geopolítica latino-americana, que oficializará em 2011 a União das Nações Latino-Americanas e Caribenhas, certamente preocupa Washington. A crise financeira bate as portas das nações mais poderosas do mundo e a Europa entra num período de recessão. O livre mercado, o Estado mínimo, a moeda única (euro), a ciranda especulativa, mergulham numa crise sem precedentes.

    Tudo indica que, daqui pra frente, o mundo será diferente. Se melhor ou pior, depende do resultado do embate entre duas forças contrárias: os que pensam a partir do próprio umbigo, interessados apenas em obter fortunas, e os que buscam um projeto alternativo de sociedade, menos desigual e mais humano. É a antiética em confronto com a ética.

    * Foto: O Globo (Lula e o presidente do Irã).

  • Bodas de Brilhante da Paróquia de Taiobeiras

    Dentro das comemorações dos setenta e cinco anos da criação da Paróquia São Sebastião de Taiobeiras, o pároco Padre Ivan Alckimin, msF, elaborou e publicou a seguinte oração celebrativa do Jubileu de Brilhante:

    “Senhor, ao longo deste ano estamos comemorando os setenta e cinco (75) anos de existência da nossa Paróquia São Sebastião de Taiobeiras. Deste modo, concede Senhor a nós, que somos seus filhos e filhas, a fidelidade criativa ao Espírito Santo, que ilumina esta Paróquia e a Nossa Senhora de Fátima, que caminha conosco. Que a luz do Espírito Santo possa estar presente em cada um de nós, trazendo força e proteção, para lutar por um mundo justo e igualitário e sermos propagadores do Evangelho juntos a nossa Paróquia. Amém.”

    20 de maio de 1935 – 20 de maio de 2010. 
    Foto: Dia Nacional da Juventude (1991) – Arquivo da Pastoral da Juventude de Taiobeiras (MG).
  • Maio de 2010: 75 anos Paróquia de Taiobeiras

    Quero pedir desculpas por não ter me lembrado no dia certo. Uma data tão especial não poderia ter passado despercebida. Dia 20 de maio de 2010 completaram-se os 75 (setenta e cinco) anos de criação da Paróquia São Sebastião de Taiobeiras (MG). O decreto episcopal que a fundou foi assinado em maio de 1935 pelo primeiro Bispo Diocesano de Montes Claros. Foram as Bodas de Diamante, no ano do Centenário da Arquidiocese de MOC.

    Mas a própria paróquia celebrou discretamente o evento. Foi na missa de Pentecostes e de encerramento da 12ª Festa de Santa Rita, na comunidade homônima, no bairro Bom Jardim, no domingo à noite, 23 de maio.

    Veja aí no You Tube o vídeo amador que fiz a partir de algumas imagens da celebração. Nele você acompanhará a oração especial que o pároco, Pe. Ivan Alckimin, MSF, compôs para celebrar o jubileu paroquial.

    Para conhecer mais sobre a história da Paróquia de Taiobeiras clique nos links a seguir:
  • Preciosidades dos gerais: "igrejinha" octogonal de Taiobeiras

    Mês de maio, das mães, de Maria e das festas tradicionais de Taiobeiras. Por que não exaltar um de nossos cartões postais, símbolo da fé de muitos, da beleza simples dos lugares do interior e do orgulho de um povo? Falo da “Igrejinha” octogonal de Nossa Senhora de Fátima, erguida em 1957, situada na praça que leva seu nome, numa extensão da Avenida do Contorno, em Taiobeiras (MG).

    Veja algumas fotografias, de minha autoria, que retratam esta preciosidade dos “gerais” taiobeirenses:

    Senhoras do Apostolado da Oração deixam a Igrejinha após suas orações.

    Vista da Igrejinha pela Praça, na Avenida do Contorno. >
    < Vista da Igrejinha pela frente, na Rua Osvaldo Argolo.

    Vista interna, com destaque para as colunas que circundam o altar da Imagem de N. Sra. de Fátima. >

    < Vista da "cúpula" da Igrejinha, também octogonal.

    Altar de N. Sra. de Fátima. A imagem está circundada por uma redoma desde 2005 e só é retirada em circunstâncias muito especiais, como a 50ª edição da festa religiosa e a abertura do 1º Concílio Paroquial de Taiobeiras. >

    < Vista interna da "cúpula" da Igrejinha.

    Outro ângulo das colunas, do altar, da imagem e das velas deixadas pelos visitantes. >
  • Pesquisa Datafolha: Dilma crescendo, Serra caindo, empate técnico

    Divulgada pesquisa do Instituto Datafolha em 22 de maio de 2010. De acordo com ela, a pré-candidata do PT, Dilma Rousseff subiu de 30 (trinta) pontos na última sondagem, para 37 (trinta e sete) hoje. Já o pré-candidato do PSDB, José Serra, caiu de 42 (quarenta e dois) pontos para 37 (trinta e sete). Portanto, deu-se um empate técnico entre ambos, marcando as tendências de crescimento acelerado da petista e queda do tucano.

    Veja gráfico a seguir, cujos créditos são do Jornal Folha de S. Paulo: