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  • O que aprendi sendo xingado na internet, livro do Leonardo Sakamoto

    Comecei a ser xingado na internet em 2011, quando criei conta no Facebook, por expor meus pontos de vista sociais e políticos.

    Na campanha municipal de 2012 houve um upgrade. De 2013 até o golpe de 2016, vixe…! É a era da pós-verdade e do novo fascismo, do patrulhamento ideológico e do autoritarismo ultra-liberal.

    Como disse o escritor italiano Umberto Eco, as redes sociais libertaram a voz de uma legião de imbecis.

    A besta está solta. Combatamos o bom combate!

    Vamos à experiência do Leonardo Sakamoto.

  • Sobre linchamentos políticos na imprensa e nas redes sociais

    Postei no Facebook e transcrevo aqui para o Blog.

    Não há interesse em discutir políticas públicas, pelo que vejo.

    A maioria das pessoas utiliza as redes sociais para fazer a extensão de seus egos raivosos, doentios e cheios de ódio. Fico cada vez mais assustado com isto.

    A eleição do ano que vem, a julgar pelo que já se percebe, tem tudo para ser “tenebrosa” em termos de manifestações de racismo, xenofobia, homofobia, fundamentalismo religioso e preconceito de classe.

    #LivraiNosDoMal!

  • Desagravo a estultices no Facebook

    Infeliz publicação no Facebook que me difama a reputação.

    Esta publicação (na foto) que está no grupo Taiobeiras.com (Site de relacionamentos Facebook) me faz revirar o estômago pelos seguintes motivos:

    1. Eu fiz Política com P maiúsculo: com ideias, com argumentos, sem ofender pessoas, realizando crítica política e assumindo definitivamente aquilo ao qual os cidadãos plenos são chamados a ser: protagonistas do destino e da história. Poucos tem essa ousadia e essa coragem. Por isso, poucos serão lembrados.

    2. Entristece-me o fato de ser citado “(LEVON E OUTROS)… ” numa publicação tão míope, por uma pessoa que, até o momento em que tomei conhecimento do que escreveu, eu nutria respeito e afeição. Independente do lado em que as pessoas votam, eu continuo respeitando e admirando as que agem com respeito para comigo. Isso é ser civilizado. Relembro, no entanto, que ser civilizado não significa ser acomodado. Estou estudando a possibilidade de entrar formalmente em juízo para exigir retratação ao que considero danoso à minha pessoa e à minha imagem, não somente nesta postagem, bem como em outras, de autorias variadas.
    3. Não entendo como uma educadora pode passar, em rede mundial de internet, tamanho recibo de alienação; falta de decoro e ética; e de baixo nível cultural e cidadão. Simplesmente lamentável. Quando os ânimos serenarem e a poeira baixar, com certeza, sentirá vergonha do que escreveu.
    4. E é mais repugnante ainda que tantas pessoas “ditas cultas” tenham curtido ou comentado tamanha estultice.
    5. Nenhuma comemoração de vitória política deveria descer ao nível do ridículo aparvalhado como esta em questão.
    Logo, somente lamento o fato de perder a admiração e o respeito pela pessoa que escreveu. É isto que, de fato, me entristece. O restante, faz parte do jogo político!
  • A guerra dos comentários

    Depois de publicar, nos últimos dias, dois artigos, a saber, “Taiobeiras e o domínio das consciências” e “Taiobeiras e a liberdade das consciências“, recebi vários comentários elogiosos e alguns poucos críticos (mas com bons argumentos). Publiquei-os. Não espero apenas receber louvações pelo que escrevo. A escrita é crítica e deve ser criticada. Mas assim, como escrevo com civilidade e respeito às pessoas (mesmo não concordando, às vezes, com o que elas pensam ou praticam) e pautando-me por uma argumentação significativa, acolho os comentários que também discordem de minha visão e que apresentem argumentos em contrário. Isto é bom e me faz crescer politicamente e intelectualmente. Isto é democracia.

    No entanto, alguns comentários recebidos, os quais não publiquei, se pautaram pela ofensa direta, pela desqualificação de minha pessoa e ideias, e de outras ligadas a mim, pelo anonimato (sinal de falta de coragem intelectual) ou pela assinatura por pseudônimos não passíveis de existência. Este tipo de atitude é lamentável e revela o nível de pensamento de muitos que detêm relativo “poder” na sociedade taiobeirense. Realmente lamentável para nossa cidade. Mas, fazer o quê? Continuar na luta. Isso só muda com o tempo, com o avanço e o progresso da cultura e dos costumes políticos. Estou no grupo dos que lutam pelas mudanças civilizatórias em Taiobeiras, no Brasil, no mundo…

    O tipo de comentários que citei no parágrafo anterior chega em massa, mais ou menos da mesma forma como ocorreu na campanha eleitoral passada (2010), em que o exército de esgoto virtual comandado por José Serra (PSDB) praticou na Web toda sorte de divulgação de mentiras, ilações e falsas notícias contra a então candidata Dilma Rousseff (PT). Serra perdeu a eleição, mas os tentáculos do monstro subterrâneo que criou (baseado em racismo, xenofobia, homofobia e sexismo machista pseudo-cristão) ainda se mantêm bem vivos e atuantes. E está a pleno vapor a se preparar para as eleições de 2012. A sujeira sem rosto, que antes atuava nos becos e esquinas, desta vez também virá pelas vielas virtuais.

    Nada a temer. Apenas lamento que em uma cidade que se define como pólo de uma região, tais práticas de “não-díálogo” e de “não-debate” se firmem como o instrumento predileto do “fazer político”. Toda mudança significativa no conjunto da sociedade começa no interior de nossas motivações mais íntimas.