Tag: Levon

  • Minha entrevista ao Blog do Rhansley

    Rhansley Santos
    Rhansley é um jovem antenado com o momento. Muito capacitado, utiliza todo o seu potencial pelo bem da sociedade. Foi meu aluno na Escola Estadual Presidente Tancredo Neves por quatro anos, do 6º ao 9º do Ensino Fundamental (antigas 5ª a 8ª séries) entre 2008 e 2011. Atualmente está no 1º ano do Ensino Médio na Escola Estadual Oswaldo Lucas Mendes. E já chegou à nova escola demonstrando maturidade e cidadania. Ele foi um dos destacados participantes da fundação do Grêmio Escolar recêm criado no “Colégio”.

    Contactado por ele, concedi ao seu blog um entrevista. Quem quiser conhecer os detalhes, clique aqui.

    Obrigado, Rhansley!

  • Os mais lidos neste blog (23/04 a 24/05)

    Os mais lidos neste blog no último mês (Entre 23 de abril e 24 de maio de 2012):

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  • A juventude tem sede de quê?

    Resgatar nossas lembranças… Não para ficar presos ao passado… Mas para avançar ao futuro…

    Faz dois anos que eu e minha esposa Flaviana organizamos o livro “Memorial da Juventude de Taiobeiras”, um documentário fotográfico contendo a história dos grupos de jovens da Pastoral da Juventude taiobeirense, perfazendo um período que se inicia nos anos 1970 até por volta de 2005. A iniciativa só foi possível graças ao Edital de Microprojetos Mais Cultura do Banco do Nordeste do Brasil, em parceria com a Funarte, órgão do Ministério da Cultura do Governo Federal.

    Quase sempre estamos recebendo agradecimentos de várias das gerações de jovens que foram retratadas no livro. E por conta dele já fui convidado a participar de várias atividades de formação para jovens, onde tenho proferido colóquios e introduzido diálogos que objetivam a motivação dessa galera de hoje para o engajamento em atitudes produtivas e sociais. Acredito que o exemplo do passado é útil como inspiração e subsídio de organização. Nossa juventude anda carente de “modelos do bem”.

    Evidentemente que não se espera que repitam o que já foi feito. Os jovens são essencialmente inovadores e autênticos em qualquer época. O exemplo de outros tempos deve servir apenas como seta a indicar caminhos seguros para “o novo”.

    Numa sociedade baseada na exclusão, no consumismo e na ostentação, demonstrar aos jovens que é possível progredir com outra concepção, mais humana e menos elitista, é uma necessidade urgente. Os desvios para as drogas, para o tráfico e para a escravização pelo consumo têm falado mais alto. Os que como eu, que tivemos o privilégio e a sorte de viver as experiências humanizadoras dos grupos de jovens da Pastoral da Juventude, precisamos contribuir com a moçada do presente, ajudando no discernimento, “segurando pela mão”, de modo a fazê-los crescer com autonomia e otimismo, com auto-confiança e firmeza.

    Precisamos sair da segurança do nosso mundo de adultos e ir ao encontro dos que, por força da inexperiência da idade ou dos percalços de uma sociedade desumanizada, estão a tatear na insegurança e na dor.

    Como disse o poeta Zé Vicente em sua canção “Pelos caminhos d’América”: “Há cruzes beirando a estrada, pedras manchadas de sangue, apontando como setas, que a liberdade é prá lá…!” Sejamos essa sinzalização a indicar o caminho do amor a tantos jovens vítimas da ganância e da maldade. Temos que subir os morros, descer as baixadas, entrar nos barracos e nas taperas, estar nas salas de aula e nas ruas, juntos, presentes.

    Encontremos “o rosto do mundo” expresso nas feiçoes da juventude. Ajudemos a saciar a sede de reconhecimento e afeto que resseca as relações humanas do presente. Tenhamos “coração livre”, “comprometido” com a construção de um outro mundo possível, mais justo e fraterno para nossos jovens.
  • 77 anos da Paróquia de Taiobeiras: "De olhos fixos em Jesus!"

    Igreja Matriz da Paróquia São Sebastião de Taiobeiras.
    Procissão do padroeiro no dia 20 de janeiro de 2010.
    Falo por mim mesmo. Há 20 anos atrás comecei minha militância cristã, “para valer”, nas pastorais e nas comunidades da Igreja Católica aqui em minha cidade, Taiobeiras, na Paróquia São Sebastião, esta que hoje (20/05/2012) completa 77 anos de criação.

    De lá para cá, muita água rolou debaixo da ponte da história. Grupo de jovens, Pastoral da Juventude (PJ) paroquial, CEBs (Comunidades Eclesiais de Base), Secretariado Diocesano da PJ em Montes Claros, Pastoral do Menor diocesana, Pastoral da Crisma, Pastoral da Catequese Infantil, Comissão Paroquial do Testumunho Cristão, Conselho Paroquial de Pastoral, Conselheiro Paroquial, 1º Concílio Paroquial de Taiobeiras (2007) e uma militância política que só se tornou possível graças ao impulso do Evangelho de Jesus aprendido e vivido nas experiências de fé proporcionadas pela ação evangelizadora desta Paróquia de São Sebastião de Taiobeiras. Costumo dizer que a política entrou na minha vida pela porta da Igreja. Não há sentido para militância partidária sem a motivação do Evangelho, a que nos convida a partilhar com o próximo. Compartilhar nossos dons e nossos serviços, especialmente aos fracos e excluídos. Permaneço firme neste propósito que aprendi desde cedo na comunidade eclesial taiobeirense.

    Tenho muito a agradecer a esta Igreja de Deus presente aqui em Taiobeiras. Eu não seria a pessoa que sou sem esta Paróquia, esta Igreja, na minha vida. Agradeço aos muitos leigos que me conduziram pela mão para participar desta vida eclesial. Congratulo-me com as irmãs da Divina Providência, que aqui nos formaram para a fé no Deus da Vida e na luta por um “mundo presente” melhor para todos. Meu muito obrigado aos frades franciscanos pelo exemplo de fé e de organização. Agradecido estou ao mártir São Sebastião, exemplo de seguimento do Senhor até a radicalidade do martírio. Ele me inspira. Agradeço a Nossa Senhora, mãe de Jesus, que aqui a chamamos de Fátima, pela ternura com que me conduziu a seu Filho. Louvo a Jesus, por esta Igreja, por esta fé, por esta luta que ele nos permite travar por causa do seu Evangelho de justiça e paz.

    Por isto tudo, nestes 77 anos da Paróquia São Sebastião, o meu lema pessoal, aquele que eu gostaria que nossa paróquia seguisse sempre, é: “De olhos fixos em Jesus”. Ele é o caminho e o objetivo de nossa ação. Ele é o sentido de nossa presença neste sertão do Vale do Rio Pardo, tão sofrido e marcado pelos pecados da ganância e da injustiça; nesta luta pelos pequeninos e pela construção do Reino de Deus, já aqui, agora e para sempre.

  • Dadá Maravilha na Ferarp 2012

    O titular deste blog e o genial Dadá Maravilha
    em foto de Adelmo Oliveira
    O estande dos Produtos Arruda na FERARP (Feira do Alto Rio Pardo) 2012 (Festa de Maio, Taiobeiras, 18 de maio) brindou clientes e visitantes com a presença de dois ilustres ídolos da história do futebol mineiro, o atleticano Dadá Maravilha (atual comentarista esportivo) e o cruzeirense Nonato. Ambos fizeram a festa dos torcedores.

    Foi muito legal ver até os cruzeirenses tietando o genial Dadá Maravilha. A foto que ilustra essa postagem mostra que também os blogueiros são filhos de Deus e tem seus dias de fã.

  • O valor da liberdade de expressão em Taiobeiras

    A luz da liberdade de expressão
    No último sábado (12/05/2012) eu publiquei mais um artigo escrito por mim, Os “prós” e os “contras” dos pré-candidatos de Taiobeiras, em meu blog. Nele, analiso e livremente expresso opinião sobre cada um dos cidadãos que estão se apresentando à sociedade como pré-candidatos a prefeito de Taiobeiras. Tudo dentro dos princípios que regem a democracia e o direito à liberdade de expressão, conforme o disposto na Constituição da República Federativa do Brasil e nos mais variados textos que consagram os direitos humanos mundo afora. Tenho consciência de que alguns se chocaram. Não com as informações contidas no texto, mas com a novidade de livremente serem ditas sem passar pelo crivo do controle oficial, do poder político ou dos grupos econômicos. E isto é bom!

    É correto que as pessoas dispostas a propor seus nomes para a disputa do cargo de maior poder político e influência da cidade sejam submetidas à justa análise e crítica (no sentido filosófico do termo) de seus concidadãos. É algo natural e educativo para a democracia. Necessário como suporte para a formação da opinião alheia e enriquecedor para o esclarecimento e a tomada de consciência da sociedade. É a política se expressando no seu grau máximo. E no melhor e mais elevado nível cultural.

    Instigador foi receber inúmeras manifestações de reconhecimento pelo texto, pessoalmente ou pelas redes sociais. E também de crítica fundamentada e respeitosa. Um exemplo foi o de uma pessoa que, com muita coerência e tranquilidade democrática, me apresentou uma posição de conteúdo e solidez diferente da minha concepção. Isto foi indispensável ao bom exercício da democracia e à minha formação cidadã. Valeu pela prática valorativa do contraditório. Isto só nos enriquece e engrandece. Demonstra que Taiobeiras não somente cresce no sentido material. Sobe, também, no destino de uma civilização eticamente nova e criativa.

    A moral disso tudo é incentivar a que todos os cidadãos tenham uma postura igualmente crítica. Que busquem sair do medo de dar a sua opinião. Taiobeiras, assim como muitas sociedades neste mundo afora, precisa sair do medo cômodo do “deixa como está”. As pessoas têm opiniões. E elas são válidas ante a “verdade” majoritária dos que detêm o poder político e econômico. É preciso, mais do que o direito à liberdade de expressão, que haja quem tenha o espírito aberto para desse direito fazer uso.

    Saiamos das sombras. Avancemos para a luz da verdade. “A verdade nos libertará”!

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  • Artigo do Levon: Os "prós" e os "contras" dos pré-candidatos de Taiobeiras

    Taiobeiras, Minas Gerais.
    O que pesa a favor e contra cada um dos pré-candidados a prefeito de Taiobeiras?

    Primeiramente, deve-se constatar que o impasse na definição política das candidaturas (uma vez que, oficialmente, elas estão na iminência de serem formalizadas nas convenções partidárias, a ocorrer em junho próximo), até esta altura da quadra eleitoral, é revelador da dificuldade histórica que Taiobeiras possui de criar novas e consistentes lideranças. Primeiro a sombra de Joel Cruz. Agora a sombra de Denerval. E debaixo desse sombrio, árvore nenhuma cresce e dá frutos, infelizmente.

    Assim, o cargo de maior poder da cidade que mais avança no Alto Rio Pardo poderá cair no colo de uma figura opaca a partir de 1º de janeiro de 2013. Alguém que, não por vontade própria, mas por força de uma conjuntura débil, não expressará o verdadeiro conteúdo de progresso e nem a real vocação histórica de Taiobeiras.

    Mas vamos aos nomes postos.

    Estranho é o fato de que uma administração supostamente bem avaliada tenha tanta dificuldade em escolher o seu candidato. Deu corda a muitos. E agora luta para que eles não se enforquem nela. Estranho ou proposital? De qualquer forma, uma situação por demais exdrúxula para quem praticamente não teve oposição nos últimos 7 anos e meio.

    Carlito Arruda é egresso do grupo de Denerval. Do ponto de vista administrativo, tem uma história parecida com a do prefeito. Um empresário de sucesso que consegue fazer frutificar todos os projetos aos quais organiza. Pessoalmente, no entanto, seu perfil austero e controlador, excelentes para a gestão de uma empresa, podem lhe indispor com eleitores que demandam posturas mais flexíveis na política. Com Carlito na prefeitura, sem dúvida, os projetos de avanço e controle administrativo impostos por Denerval teriam continuidade e progresso. Mas ele é temido justamente por aqueles que não querem perder os espaços alcançados nos últimos tempos.

    Perfil austero, também semelhante ao de Carlito, tem o vereador Victor Hugo. E se por um lado isto é bom e lhe dá consistência e conteúdo, faz com que também seja temido pelas figuras que não compartilham de um projeto mais amplo para a sociedade, mas que tão somente lutam por interesses mais corporativos.

    O secretário Jaime Peninha talvez fosse o quadro técnico mais conhecedor de como funciona a gestão de um governo municipal. Muito qualificado. Mas este mesmo perfil de implacável corregedor de decisões é a causa de sua fraqueza. O que lhe sobra de qualidades operacionais lhe falta de carisma político.

    O secretário da saúde, Célio Brito, surfa no velho e lastimável costume das pessoas que pensam que os benefícios conseguidos no sistema de saúde são favores e não direitos. Tradicionalmente, o setor de saúde de Taiobeiras sempre elege, a cada eleição, um representante baseado neste tipo de costume político. Não julgo a competência dos que já foram eleitos assim, ou do atual secretário. O que me desgosta é a contínua cultura do favor em detrimento da consciência de cidadania por parte da população.

    O atual presidente da Câmara Municipal, vereador Danilo, tem o fato de ser jovem e uma suposta pouca rejeição ao seu favor. No entanto, essas mesmas qualidades poderão lhe ser cobradas numa eventual candidatura. Pesarão a falta de experiência e, justamente, o fato de não se conhecer suas ideias, seus posicionamentos a respeito de temas importantes e sua estrutura de liderança para resolver os problemas que o cargo de prefeito demanda.

    O vereador João Eudes tem a seu favor a marca de ser o único parlamentar a resistir aos assédios do poder em 7 anos e meio e de ter representado os votos dados à oposição. Contra si a sombra de “Joelão”.

    Talvez o candidato que será apoiado por Denerval já esteja definido. Rumores dão conta de que será Victor Hugo o escolhido. Pode ser verdade ou mais um factóide. Os próximos capítulos da trama nos ajudarão a desvendar o mistério.

    Carlito Arruda é o que mais se expôs até o momento. Sua pré-candidatura é a que mais adquiriu musculatura até então.

    Joel é sempre uma incógnita. Poderá apoiar alguém ou ele próprio se candidatar. Tudo pode ocorrer.

    Vamos à luta. Vamos construir lideranças e sair das sombras!

  • Os posts mais vistos neste blog nos últimos 30 dias

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  • Conto: A Estrada de Maria

    Nesse dia a mais que o ano bissexto nos proporciona viver em 2012, façamos uma reflexão sobre a terceira idade. Escrevi essa historinha para crianças. Acho, porém, que serve para todos. Veja aí a ESTRADA DE MARIA.

    Levon, 29/02/2012.


    Maria é uma senhora que vive numa casa de repouso para idosos. A casa é um lugar onde ficam os velhinhos que não são cuidados pelos seus próprios parentes. Maria nem sempre morou na casa de repouso. Quando era jovem ela se casou e teve dois filhos: Pedro e Ester.

    Um dia, seu marido se foi e ela criou Pedro e Ester sozinha. Todos os dias ela saía cedo para trabalhar e, desta forma, conseguia sustentar seus dois filhos.

    Quando eles cresceram, Pedro se casou e foi morar em outra casa. Ester foi-se em busca de trabalho na cidade grande. A mulher de Pedro não gostava muito de Maria e a tratava mal. Ester quase não mandava notícias para a mãe.

    Pedro teve filhos com sua esposa. Dois meninos e uma menina. Eles quase não visitavam a avó Maria. Ela sentia-se sozinha e triste.

    Um dia, Maria ficou sabendo que sua filha Ester, a que morava na cidade grande, havia sofrido um acidente e morrido. Ela ficou mal e adoeceu.

    Seu filho Pedro, a mulher dele e os netos, ao invés de cuidar de Maria, colocaram-na na casa de repouso. Diziam que trabalhavam muito e que não tinham tempo suficiente para ficar com ela. É verdade que todos tinham muitas ocupações, mas geralmente eles não a procuravam nem nos domingos ou feriados.

    Todo dia Maria esperava pela visita do filho Pedro ou de um dos netos. Eles nunca vinham. A pobre mulher foi ficando cada dia mais infeliz. Chegou a pensar que ninguém gostava dela.

    Um dia, porém, um menino negro de cabelos crespos foi visitá-la na casa de repouso. Conversou muito com Maria. Ouviu-a contar toda sua história de vida e, em seguida, foi-se embora. No dia seguinte ele tornou a voltar. Contou histórias. Maria ficou alegre.

    Outro dia e o menino novamente apareceu. A pobre idosa e aquela criança conversaram bastante. Maria não se sentia mais sozinha e abandonada. Todos os dias a cena se repetia. O menino vinha e lhe fazia muita companhia.

    Numa das visitas, Maria perguntou ao menino qual era o seu nome.

    – Eu sou Miguel – respondeu ele.
    – De onde você é Miguel? – falou a mulher.
    – Eu sou de um lugar onde sempre tem amor. Lá, ninguém se sente sozinho – Disse Miguel.

    Ao falar isto, o menino Miguel abriu um sorriso largo e pediu a Maria que olhasse para o alto. No mesmo instante, a idosa virou-se para o céu e enxergou uma luz muito forte vinda em sua direção. Apesar do inusitado, seu coração sentiu felicidade, carinho e esperança naquele momento.

    No meio da luz intensa se avistava uma pequena estrada ladrilhada com pedrinhas brancas brilhantes. Mesmo doente, a mulher se levantou e seguiu o caminho. Miguel segurou sua mão e foi com ela. Maria não mais olhou para trás nem ficou infeliz. Seguiram para a luz misteriosa e cheia de paz.

    Os funcionários da casa de repouso avisaram a Pedro e sua esposa que Maria não acordou naquela manhã. Também disseram que ela passara as últimas semanas muito satisfeita e contente, sem reclamar, mesmo não tendo recebido nenhuma visita naquele período.
  • Artigo do Levon: Carta de um extraterrestre sobre liberdade de expressão

    Carta que um cidadão do Planeta Z10 escreveu ao líder de sua província a respeito da liberdade de expressão naquele quadrante:

    Senhor, saudações,

    A liberdade de expressão é uma conquista de nosso povo. Conquista por fazer-se valer em muitas realidades e situações. Nas pequenas cidades deste planeta, por exemplo, ainda há muito o que fazer para que as pessoas não sejam sufocadas pelas “verdades únicas” das classes que dominam o poder político e econômico.

    No entanto, a liberdade de expressão só se justificará quando utilizada para a construção de conhecimentos e de ações para o bem comum. O contraditório sempre será a marca da liberdade de expressão. Porém só será liberdade de verdade quando o contraditório ocorrer num nível de civilidade em que se possa discordar dos outros sem desqualificá-los ou subverter suas palavras para fins antiéticos.

    A dignidade das pessoas deveria ser inatacável. Ela é condição básica da existência. Quando se discorda de alguém e se parte para a agressão ou violência (simbólica ou física) às suas ideias, é sinal de que a argumentação já se findou faz tempo. Logo, não há, nestes casos, justificativa baseada no direito à liberdade de expressão que se sustente. Nestes casos, em nome de uma causa nobre, o que existe mesmo é a sordidez da personalidade individualista ou grupal se manifestando disfarçada de “bom-mocismo”.

    Estão invocando a liberdade de expressão para ludibriar quem está desatento às verdadeiras intenções escondidas por detrás de suas belas palavras. Estão arregimentando as pessoas de nosso planeta, utilizando-se da boa fé delas, para continuarem a criar “fatos consumados”, “heróis ultrajados” e “honras atacadas”, quando na verdade o que está por detrás é agressividade, destrutividade e cinismo.

    Peço que o Senhor nos garanta a possibilidade de continuar livres, mas com responsabilidade.

    Saudações.
  • Levon e o Facebook: Entre o real e o virtual

    Pode parecer irrelevante. Talvez seja. Mas tomei hoje uma decisão: sai de todos os grupos (redes sociais) do Facebook! Grande coisa, heim?! Mas tenho motivos…

    1. Gosto de debater ideias, mas não de ser ofendido.
    2. Minha vida no mundo real é muito mais importante e interessante do que a do espaço virtual.
    3. Meus amigos verdadeiros são os que convivem comigo no cotidiano, na realidade de carne e osso.

    Logo, vou continuar minha vidinha, meu trabalho, meus artigos, meus textos. Aceito, aqui no blog, as contradições também, desde que com o mesmo respeito com que costumo tratar todas as demais pessoas.

    Um grande abraço.
  • Cultura de Taiobeiras: Festas de "Taiô"…

    I
    Fazer festa é ato de felicidade.
    Felicidade é expressão do coração.
    O coração faz arte e cultura.
    Cultura é o tempero de um povo.
    O Povo é festa, carinho e sonho.
    O Sonho é sinal de vida e de fé.

    II
    As festas sociais e religiosas de Taiobeiras:
    Dos anjos de Nossa Senhora,
    Dos foliões reiseiros,
    De São João e de todos os santos de junho,
    Da alegria e da fogueira,
    Da folia do axé e do vínculo social,
    São expressões da confraternização,
    De irmãos que se encontram,
    De quem se saúda e se alegra,
    De quem se sente vivo e tem o coração a pulsar.

    III
    Festas de Taiô. Festaiô. Festas nossas.
    Nossas festas de fé, de amor, de piedade e de devoção.
    Nossas festas de vida, de calor humano, de emoção pulsante e latente.

    IV
    Festas nossas. Nossas festas.
    Povo festeiro. Povo de alegria. Povo de Taiô.


    Levon do Nascimento em 7 de setembro de 2009.

  • Três projetos de Taiobeiras estão habilitados para Programa de Cultura BNB/BNDES

    Três projetos de Taiobeiras foram considerados aptos (1ª fase) para prosseguir no processo de seleção/aprovação do Programa de Cultura Banco do Nordeste/BNDES/Governo Federal nas áreas de Literatura, Música e Patrimônio. O de literatura (Livro: O Enigma dos Gerais) é de minha autoria; o de música (Cantarte) é do Professor Fabiano Alves Pereira; já o de Patrimônio (I Encontro de Folia de Reis de Taiobeiras) é da Prefeitura de Taiobeiras (Divisão de Cultura). Torçamos para que todos sejam aprovados. O resultado sai até 31 de maio de 2012.
    Confira aqui: Literatura, Música e Patrimônio.
  • A leitura de ‘A vida quer é coragem’

    Acabo de ler o livro “A vida quer é coragem – A trajetória de Dilma Rousseff, a primeira presidenta do Brasil” escrito pelo jornalista Ricardo Batista Amaral, uma narrativa de 304 páginas, 22 capítulos, publicada pela Editora Sextante. Segundo a descrição na própria contracapa da obra, trata-se d”A trajetória pessoal da presidenta Dilma Rousseff e a história do Brasil moderno se entrelaçam numa grande reportagem. Do suicídio de Getúlio Vargas, quando era criança, ao golpe de 1964, quando se aproxima das organizações de esquerda. Da clandestinidade, prisão e tortura na ditadura militar, à luta pela anistia e pela redemocratização. O encontro de Dilma com Leonel Brizola, na fundação do PDT, e sua aproximação com Lula, durante o apagão e na campanha eleitoral de 2002. A chefia da Casa Civil, que assume em plena crise do mensalão, os bastidores da reeleição, a luta contra o câncer e a vitória nas eleições de 2010: uma história de resistência, esperança e coragem”.

    O livro todo muito bem construído. No entanto, para mim foi especial reviver nos capítulos finais (18, 19, 20 e 21) a batalha da campanha eleitoral de 2010 na qual os blogues, como este, tiveram papel essencial na desconstrução das mentiras oriundas da “guerra santa e suja” pelo submundo da internet que foi imposta à então candidata Dilma Rousseff. O livro ajudou-me a reviver e a avaliar os fatos de nossa recentíssima história do Brasil.

    Apesar da detalhadíssima descrição dos fatos da vida de Dilma, em especial a partir do momento em que se tornou ministra de Lula e da campanha eleitoral que a sagrou Presidenta do Brasil, o autor deixou de citar um fato importante do segundo turno de 2010, quando o então candidato Serra, numa visita ao interior do Ceará, foi desmascarado em sua campanha pseudo-religiosa, dentro da Basília de São Francisco, por um frade que proibia que se distribuísse ali os panfletos acusatórios contra a candidata do PT.

    Mesmo assim, o livro vale a sua leitura.
  • Artigo do Levon: Isalino, Elvira e a juventude

    * Publicado na versão impressa do Jornal Folha Regional, página 3, ano IX, nº 194, janeiro de 2012.

    Quem viu nas redes sociais, em especial no Facebook, a repercussão positiva das comemorações dos cem anos de idade de Elvira e Isalino Miranda e dos oitenta anos do matrimônio dos dois, percebeu a quantidade de compartilhamentos, cliques no botão “curtir” e comentários elogiosos partindo de adolescentes e jovens que valorizaram o bonito exemplo de vida do centenário casal taiobeirense, e promoveram com entusiasmo a divulgação de sua duradoura e estável união conjugal.

    Essa ação da juventude “conectada” despertou curiosidade por felizmente ir contra uma realidade atormentadora. Atualmente se vive numa sociedade consumista onde o idoso é tratado de forma negativa, desrespeitosa e até violenta. A estabilidade da família, especialmente entre duas pessoas vivendo juntas por um longo período, como a relação do casal Isalino e Elvira, deixou de ser um objetivo de vida para muita gente. Nas relações de casal, ficou comum seguir a mesma lógica que o mercado definiu para as mercadorias: “comprar, usar e, por fim, trocar”, sacramentando o rito das relações descartáveis.

    Ainda que em parte justificado pela cobertura da mídia local e nacional (Fantástico, da Globo), foi diferente e estimulador ver tanta gente nova valorizando um casal de idosos, conhecendo suas vidas e experiências e aclamando o fato de estarem juntos – “e felizes”, como disse o Maurício Kubrusly – há oitenta anos. Derrotando os maus modos da sociedade descartável e fútil, os jovens demonstraram sensibilidade, carinho e respeito. Puseram-se abertos e dinâmicos para compreender e promover as boas coisas da vida. Sinal de que nem tudo é sombra no futuro que aguarda o mundo de hoje.

    Esses sinais de benevolência da juventude que se encantou com Isalino e Elvira destroem a amargura das notícias trágicas. Do tipo em que netos ou filhos deixam seus idosos jogados à própria sorte, ou quando exploram suas aposentadorias ou seus serviços. Pior ainda, quando parentes mais novos matam os mais velhos (pais, avós) por conta das drogas ou de dinheiro, como em exemplo bem recente e próximo da realidade de Taiobeiras e do Brasil.

    Nos passos dessa esperança é possível criar canais produtivos entre os mais novos e os idosos. Esperança numa juventude sensível, capaz de se abrir às experiências de quem já viveu mais tempo. Juventude que mire nos sinais de firmeza e solidez das relações humanas e identifique nelas os valores essenciais escondidos nas histórias simples dos seus entes mais velhos. Depende das famílias e da sociedade saber cultivar essa juventude.

    O centenário de nascimento e o octogésimo aniversário de casamento de Elvira e Isalino Miranda serviram para demonstrar às gerações iniciantes que é possível viver bem, feliz e com solidez de valores por toda uma vida. O casal exibiu raro e precioso exemplo de valorização da dignidade inerente à pessoa humana que, via de regra, deveria se estender a todas as famílias e a cada indivíduo, em especial.

    Há esperança de um mundo melhor.

  • Artigo do Levon: Politizar a sociedade

    * Publicado no Jornal Folha Regional, página 4, nº 193, janeiro de 2012, ano IX, Taiobeiras/MG.

    Informalmente, sem recorrer a dicionários, a palavra “politizar” pode ter dois significados relevantes. Um deles, aplicado por quem a utiliza negativamente, diz respeito a quem passa por cima das evidências técnicas ou científicas de um tema, aplicando-lhe sentido partidário, ideológico ou classista. Na outra ponta, os que usam o verbete de forma positiva, apontam-no como o ato de liberar as mentes e as ações das pessoas e dos grupos da sociedade, para uma melhor compreensão da política, especialmente quando esta se volta para a superação dos entraves que tornam o poder refém de minorias contrárias aos interesses do povo.

    Em ambos os casos, para mim, a expressão ‘politizar’ é interessante e importante.

    No caso, quando politizar significa abrir polêmica e disputar um espaço no quadro social ou intelectual, essa palavra assume a justa e necessária (e difícil em nosso sertão norte-mineiro) luta das pessoas ou de seus grupos sociais por vias de participação nos foros de discussão e/ou de decisão da sociedade e do Estado. Politizar é, neste contexto, exercer o sagrado princípio democrático de livremente poder expressar ideias, equivocadas ou não, brandindo-as contra outras opiniões que estão postas, ou fundindo-as, formando um conjunto crítico de questionamentos, de projetos e de respostas. A polêmica daí surgida tem valor na medida em que desperta as atenções, até então dispersas e acomodadas, para assuntos de relevância para a vida de muitos. Não há que se ter medo de ‘politizar’ debates. O receio deve existir quando aparentemente todos concordam com algo que, no submundo dos “medos de falar” ou dos “silêncios impostos”, ainda permanece nas centelhas da dúvida ou da inconformidade. Aí sim, há riscos para a sociedade. ‘Politizar’ seria a consequência lógica e coerente da atitude cidadã em uma sociedade livre, multicultural e democrática. Tomar partido é atitude correta e corajosa de quem tem ideias e as quer apresentar à crítica e ao ‘todo-social’. É virtude ter posicionamento, defendê-lo, lutar por ele. É sabedoria respeitar as divergências, mesmo quando não se abre mão daquilo que se acredita.

    Quando politização assume o sentido de ação libertadora da sociedade, ela se explica numa atitude pedagógica que leva pessoas e grupos a tomarem consciência do seu papel político, da importância da política e de como se constituem a sociedade, o Estado e os seus mecanismos de existência e sustentação. É mais do que fazer as pessoas assumirem partidos políticos, candidatos ou ações de campanha em época de eleições. É um processo lento, duradouro e constante. Realiza-se mais com exemplos de práticas honestas, do que com teorias ou esquemas supostamente científicos. Esta concepção de ‘politização’ deveria ser de responsabilidade de todos, especialmente dos políticos (mas aí já é querer demais!) e também da família, das igrejas, das escolas, do judiciário, das associações da sociedade civil, enfim, de todos os que querem uma sociedade mais justa e em conformidade com o estado de direito.

    Os políticos ‘politizariam’ a sociedade se, em princípio, começassem a agir conforme suas atribuições legais, não se fazendo passar por vendedores de ilusões ou mágicos. Bastaria que vereadores fossem tão somente vereadores e que prefeitos não se tornassem pequenos ditadores (existem os bons políticos, deixe-se claro!). Também, se a lei fosse aplicada a todos por igual, principalmente não havendo privilégios a ricos e abusos com os pobres, a sociedade seria ‘politizada’ quanto aos seus direitos e deveres, não ficando submetida ao clima deseducador da impunidade que paira no ar.

    Famílias, escolas, igrejas e associações fariam muito bem à ‘politização’ social se levassem os seus membros a se tornarem mais críticos, interpretativos dos sinais dos tempos, líderes em variadas situações, atuantes em favor da dignidade humana, justos nos negócios e na lida em sociedade.

    Não tenha medo de ‘politizar’. A coragem está em ser livre para manifestar aquilo em que se acredita.

  • Enquete: Fatos históricos de Taiobeiras/MG. Vote.

    Em 2010 eu fiz uma enquete sobre os fatos históricos de Taiobeiras no blog, com base neste post. Como o acesso a ele continua alto, vou repetir a enquete e as informações. Participe!

    Joel Cruz em 1976

    1. A era populista de Joel, compreendendo os quatro mandatos deste político à frente do Executivo municipal, bem como sua prática eleitoral e pessoal de mando, baseada em atitudes e concepções próximas do chamado populismo teórico.

    Denerval

    2. A era neoliberal de Denerval, caracterizando o pensamento ideológico e a prática política do atual Prefeito e de seu grupo político, nos quais predominam concepções empresariais e liberais de direção da máquina pública, bem como um distanciamento do ideário socializante, todas estas vertentes próximas ao pensamento neoliberal teórico vigente.

    Dona Lia

    3. A eleição de Dona Lia a prefeita. Destaca-se o fato inédito e único na história de Taiobeiras, o de uma mulher ascender ao cargo de Prefeita Municipal, mesmo lutando contra a máquina populista da situação, em 1992, e desafiando o ideário  machista da cultura local.

    4. O assassinato de Tezinho, em 1981. Um grande empresário e liderança política local é morto em seu próprio estabelecimento comercial – o maior da cidade até então – em circunstâncias mistériosas e trágicas. Um fato que passou para o imaginário coletivo da sociedade taiobeirense e que rende debates e narrativas mesmo após quase trinta anos do ocorrido.

    Martinho Rego

    5. O assassinato de Martinho Rego, em 1911. Baiano de Caculé, um dos fundadores do povoado, foi o primeiro vereador de Bom Jardim das Taiobeiras na Câmara Municipal de Rio Pardo de Minas. Fazia as vezes de agente de polícia na feira de sábado, prendendo desordeiros e levando-os à cadeia da Comarca (Rio Pardo). Foi assassinado em casa, desprevenidamente, por um destes a quem havia aprisionado.

    Luis Carlos Prestes

    6. A passagem da Coluna Prestes, em 1926. O Brasil atravessava a crise dos anos 1920. O tenentismo exigia uma política diferente da praticada pelas oligarquias do “café-com-leite”. O “cavaleiro da esperança”, Luis Carlos Prestes, e outros formam a Coluna que percorreu milhares de quilômetros do Brasil visando derrubar Arthr Bernardes da Presidência. Em 26 de abril de 1926 a Coluna ou “Revolta”, como ficou conhecida por aqui no sertão, chega a Taiobeiras. Único fato da história do município que nos une aos grandes acontecimentos da história do Brasil.

    Procissão N. Sra. de Fátima

    7. A festa religiosa e social de Maio. Criada por Frei Jucundiano de Kok, OFM em 1957, a Festa de Nossa Senhora de Fátima (religiosa) e a atual Festa de Maio (social) são o acontecimento cultural, religioso e econômico de maior envolvimento popular do calendário anual de Taiobeiras. A Festa de Nossa Senhora de Fátima ocorre, atualmente, na Igrejinha octogonal situada à Avenida do Contorno. Já a Festa de Maio, parte social, na confluência da Avenida da Liberdade com a Praça da Matriz. Juntamente com ela, acontece também, a Ferarp (Feira de Negócios do Alto Rio Pardo).

    Zé da Máquina no 1º de maio

    8. A trajetória esquerdista de Zé da Máquina. Um dos fundadores do PT e do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Taiobeiras, candidato a vice-prefeito e prefeito, eleito vereador, líder comunitário, polêmico e comprometido com as causas sociais, o cidadão José Sena, conhecido como Zé da Máquina, foi a primeira grande liderança de Taiobeiras a acreditar que era possível fazer política pela Esquerda neste município do Alto Rio Pardo. Faleceu em 2008, num auto-exílio a que se impôs numa cidade do Estado do Tocantins.

  • Agradecimento e recesso. Feliz 2012!

    Amigos e amigas,
    Agradeço a atenção de quem visitou este blog em 2011, leu os posts e/ou enviou comentários e sugestões. Obrigado também a quem republicou meus artigos por meio impresso ou eletrônico ou os compartilhou nas redes sociais. Juntos buscamos construir um sociedade mais cidadã e fraterna.

    Vamos a 2012 com mais entusiasmo e vontade para transformar as dificuldades em avanços, os problemas em soluções, as tristezas em alegrias, a violência em paz e fraternidade.
    Vou tentar um merecido recesso aqui no blog. Pelo menos até o dia 2 de janeiro de 2012. Quero voltar a publicar aqui no ano que vem com muito mais empenho em servir às boas causas e às boas lutas em favor da vida.
    Muito obrigado a todos. Que a luz do “Menino-Crucificado” que nasceu “hoje” destrua toda treva que impede nossa felicidade e nossa melhora como seres humanos e como sociedade!

    Feliz 2012 a todos!

    Levon Nascimento e família.