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  • A Coluna Prestes nos Gerais de Minas

    A Coluna Prestes nos Gerais de Minas

    Lançamento em abril de 2026 – Paco Editorial

    Em abril de 2026, o Brasil celebra o centenário da passagem da Coluna Prestes pelo Norte de Minas Gerais — e também o lançamento de uma das obras mais aguardadas sobre o tema: A Coluna Prestes nos Gerais de Minas, organizada pelo historiador e professor Levon Nascimento, de Taiobeiras (MG), pela Paco Editorial. O livro reúne 15 autores e autoras em uma coletânea que renova a historiografia brasileira ao deslocar o eixo narrativo dos grandes centros urbanos para o sertão mineiro e baiano — o território do chamado “Brasil profundo”, onde a Coluna viveu, lutou e foi lembrada.

    Com prefácio de padre João Carlos Siqueira e posfácio de Milton Pena Santiago, a obra está dividida em oito capítulos temáticos que abordam, de modo multidisciplinar, as dimensões política, social, militar, educativa e simbólica do movimento tenentista. Participam da coletânea os pesquisadores e pesquisadoras Levon Nascimento, Márcia Sant’Ana Lima Barreto, Lídio Barreto Filho, Luiz Eduardo de Souza Pinto, Pedro Abder Nunes Raim Ramos, Sidney Batista Azevedo, Fabiano Alves Pereira, Vladimir Mendes Patrício, Joandina Maria de Carvalho, Maria de Fátima Magalhães Mariani, Leleco Pimentel, Silvânia Alves de Freitas, Mônica Rodrigues Teixeira, Padre João Carlos Siqueira e Milton Pena Santiago, formando um mosaico de vozes e perspectivas que se complementam.

    A coletânea articula história oral, micro-história, história regional e análise documental, explorando a tensão entre a propaganda oficial do governo Artur Bernardes — que retratava os revoltosos como “bandidos e sediciosos” — e as memórias transmitidas de geração em geração nas comunidades do Alto Rio Pardo, de Salinas, Taiobeiras e Condeúba. Como explica o organizador, a Coluna não é tratada como um mito distante, mas como uma experiência concreta vivida por famílias sertanejas, marcadas pelo medo, pela negociação e pela solidariedade popular. O livro resgata episódios emblemáticos, como o do comerciante João Rêgo, que negociou a paz em Taiobeiras, e a célebre “Manobra do Laço Húngaro”, exemplo da inteligência tática de Luiz Carlos Prestes e de sua tropa.

    Entre as contribuições, destaca-se o capítulo de Levon Nascimento, que combina pesquisa documental e memória familiar para reconstituir a passagem da Coluna pelo Norte de Minas. Márcia Sant’Ana Lima Barreto e Lídio Barreto Filho exploram o contexto político da Primeira República e as origens do tenentismo, enquanto Luiz Eduardo de Souza Pinto e Pedro Abder Nunes Raim Ramos traçam uma instigante biografia política de Prestes, evitando a hagiografia e revelando suas contradições humanas e ideológicas. Fabiano Alves Pereira investiga a dimensão militar e a mobilidade como método, e Sidney Batista Azevedo analisa o coronelismo mineiro e a propaganda legalista que tentou criminalizar os revoltosos.

    Na fronteira entre história e memória, Joandina Maria de Carvalho e Maria de Fátima Magalhães Mariani estudam a “Bahia próxima”, registrando narrativas orais que revelam como o povo reinterpretou a Coluna ao longo das décadas. Vladimir Mendes Patrício questiona “como o povo viu a Coluna Prestes”, propondo uma história “vista de baixo”, enquanto Leleco Pimentel, Silvânia Alves de Freitas e Mônica Rodrigues Teixeira investigam a surpreendente “Pedagogia da Coluna” — as escolas itinerantes, os diálogos formativos e o ideal educativo que aproximam o movimento das futuras teorias de Paulo Freire e da educação popular libertadora.

    O livro encerra-se com um posfácio reflexivo de Milton Pena Santiago, que propõe uma leitura reconciliadora da história: entre academia e sabedoria popular, entre o Brasil das capitais e o Brasil dos sertões. A Coluna Prestes nos Gerais de Minas é, assim, mais do que um registro histórico — é um exercício de escuta e reparação simbólica. Cada capítulo reafirma que a memória não é ruína, mas construção viva; e que o sertão, longe de ser apenas cenário, é sujeito histórico essencial na formação da nação.

    Com uma linguagem envolvente, acessível e sensível, a obra organizada por Levon Nascimento convida o leitor a revisitar um dos episódios mais fascinantes da história brasileira, unindo rigor científico e emoção narrativa. Em meio ao centenário da Coluna Prestes, o livro surge como um tributo à resistência, à justiça e à esperança — valores que continuam atravessando os Gerais de Minas e inspirando novas gerações de leitores, educadores e sonhadores.

  • Livro: A Coluna Prestes nos Gerais de Minas

    Livro: A Coluna Prestes nos Gerais de Minas

    TAIOBEIRAS, MG – No centenário da passagem da Coluna Prestes pelo Norte de Minas Gerais, será lançado em abril de 2026 o livro “A Coluna Prestes nos Gerais de Minas”, organizado pelo professor e historiador Levon Nascimento. A obra reúne artigos de pesquisadores, educadores e militantes que revisitam a histórica marcha liderada por Luiz Carlos Prestes, com foco especial na região do Alto Rio Pardo mineiro.

    📘 Sobre a Obra

    O livro é uma coletânea de textos que abordam desde a trajetória da Coluna Prestes (1924–1927) até seus desdobramentos políticos, sociais e culturais na região norte-mineira. A publicação conta com a colaboração dos seguintes autores:

    Levon Nascimento (organizador)
    Fabiano Alves Pereira
    Joandina Maria de Carvalho
    Leleco Pimentel
    Lídio Barreto Filho
    Luiz Eduardo de Souza Pinto
    Márcia Sant’Ana Lima Barreto
    Maria de Fátima Magalhães Mariani
    Milton Pena Santiago
    Mônica Rodrigues Teixeira
    Padre João Carlos Siqueira
    Pedro Abder Nunes Raim Ramos
    Sidney Batista Azevedo
    Silvânia Aparecida de Freitas
    Vladimir Mendes Patrício

    🧠 Destaques do Conteúdo

    • Capítulo 1: A passagem da Coluna pelo Norte de Minas Gerais, com ênfase em Taiobeiras e a estratégia do “Laço Húngaro”.
    • Capítulo 2: Trajetória de Luiz Carlos Prestes, do tenentismo ao comunismo.
    • Capítulo 3: Origens do tenentismo e o contexto político da Primeira República.
    • Capítulo 4: A marcha de 25 mil km e seu significado histórico.
    • Capítulo 5: A Coluna Prestes em Minas Gerais.
    • Capítulo 6: Memórias e representações na Bahia fronteiriça.
    • Capítulo 7: O legado de Prestes para a educação e as lutas trabalhistas.
    • Capítulo 8: A visão do povo sobre os “revoltosos”.

    🗺️ Contexto Histórico

    Em abril de 1926, a Coluna Prestes adentrou o território mineiro pela região do Alto Rio Pardo, onde executou a famosa manobra do “Laço Húngaro” para escapar do cerco das tropas legalistas. O livro recupera memórias locais, relatos orais e documentos históricos que revelam tanto o medo quanto a esperança despertados pela passagem dos revoltosos.

    🎯 Objetivo da Publicação

    Além de celebrar o centenário da passagem da Coluna, a obra busca:

    • Valorizar a memória regional e a identidade geraizeira.
    • Difundir pesquisas inéditas sobre o tema.
    • Estimular o debate sobre justiça social, democracia e resistência.
    • Servir como material educativo para escolas e comunidades.

    📅 Lançamento

    O livro será lançado em abril de 2026, com eventos presenciais em Taiobeiras/MG e outras cidades da região, além de divulgação nacional por meio de parceiros editoriais e institucionais.

    📧 Contato para Imprensa e Divulgação

    Levon Nascimento
    Organizador da obra
    E-mail: levon.nascimento@educacao.mg.gov.br
    WhatsApp: (38) 9 9202-9044

    “A Coluna Prestes nos Gerais de Minas” não é apenas um livro de história. É um convite para revisitar o passado com os pés no presente e os olhos no futuro.

    📖 Preparem-se para mergulhar em uma das epopeias mais fascinantes da história brasileira.

    Participe do apoio coletivo para a publicação do livro A COLUNA PRESTES NOS GERAIS DE MINAS, participando da vakinha virtual. Clique neste link: https://www.vakinha.com.br/vaquinha/apoio-para-publicar-o-livro-a-coluna-prestes-nos-gerais-de-minas

  • O livro Memorial da Juventude de Taiobeiras (2010)

    O livro Memorial da Juventude de Taiobeiras (2010)

    Memorial da Juventude de Taiobeiras (NASCIMENTO; NASCIMENTO, 2010) é uma obra que celebra a trajetória transformadora dos jovens taiobeirenses, tecendo memória afetiva e política de suas lutas desde a década de 1970. Mais do que um registro histórico, o livro é um tributo às gerações que “não aceitaram ser tratadas como mera mercadoria” e “ousaram construir o futuro no coletivo” (p. 5), superando individualismos e preconceitos. Taiobeiras, município mineiro marcado pela cultura sertaneja e pela resistência, revela em suas páginas uma juventude “sonhadora, capaz e atuante” (p. 13), cuja identidade se forjou na luta por justiça social e expressão cultural.

    A obra destaca a emergência de grupos pioneiros como O Beija-flor (1974), dedicado a campanhas solidárias, o JUVITA (1976), inspirado na caridade vicentina, e o JUAC (1978), focado em ação comunitária no bairro Vila Formosa. Essas iniciativas pavimentaram o caminho para a chegada da Pastoral da Juventude (PJ) em 1987, um marco que amplificou o protagonismo juvenil. Sob a PJ, os jovens transcenderam o assistencialismo, desenvolvendo uma “formação social e política” (p. 27) articulada em cinco dimensões: afetividade, espiritualidade, cidadania, sociabilidade e ação concreta. Surgiram dezenas de grupos urbanos e rurais, como o JULEST (1992), que adotou a pedagogia freireana para formar consciência crítica, e a Tri-União (1992), aliança entre coletivos para atuar em bairros periféricos.

    Dia Nacional da Juventude (DNJ), celebrado anualmente desde 1989, tornou-se palco de reivindicações e expressões culturais. Temas como “Juventude, cadê a Educação?” (1989), “Juventude: do nosso suor, a riqueza de quem?” (1990) e “Ouça o Eco(logia) da Vida” (1992) (p. 33, 35, 42) ecoaram nas ruas de Taiobeiras, mobilizando a comunidade para causas urgentes. A Campanha da Carriola, ação perene de arrecadação de alimentos e roupas, e o Grito dos Excluídos, manifestação contra as desigualdades no 7 de setembro, simbolizam o engajamento contínuo da juventude, que “soube ‘gritar’ pelos direitos de todos” (p. 80). Intercâmbios com cidades vizinhas fortaleceram redes de colaboração, materializando o “conceito de Rede de Juventude” (p. 82) na prática.

    A cultura emerge como eixo vital dessa história. Projetos como a Banda Divina Providência, com repertório que honrava as raízes do Norte de Minas e Vale do Jequitinhonha, e o Coral Cantarte, fruto de um trabalho musical sistemático na Escola Tancredo Neves, demonstram como a arte foi instrumento de emancipação. O projeto Cantarte, premiado pelo edital Microprojetos Mais Cultura, capacitou jovens em música entre 2010, reforçando que “educar é mais do que apenas ensinar a ler e a escrever” (p. 103). Poesias produzidas pelos alunos, como “A dor da rejeição” (p. 124) e “Canção do coração” (p. 125), revelam a sensibilidade gerada nesse processo.

    Textos reflexivos encerram a obra com chamados à autonomia e ao combate ao preconceito. Levon do Nascimento argumenta que o jovem autônomo é aquele que “consegue unir o conhecimento […] com a capacidade de criar e transformar” (p. 128), recusando-se a ser “marionete dos sistemas econômico e político”. Já o ensaio “Conceito e preconceito” (p. 129-130) alerta que apenas o “verdadeiro contato solidário” desfaz estereótipos, convidando a uma ética do encontro.

    Este memorial, portanto, é um testemunho vibrante de como a juventude de Taiobeiras “teceu sonhos” (p. 64) e transformou dor em esperança, deixando um legado indelével: a certeza de que, nas palavras do poeta Zé Vicente, “miremos bem no espelho da memória. Faremos jovem e linda nossa história” (p. 9).


    Referência:
    NASCIMENTO, Flaviana Costa Sena; NASCIMENTO, Levon. Memorial da Juventude de Taiobeiras. Belo Horizonte: Editora O Lutador, 2010.

  • Lançamento do livro “Quando o chão e o céu se encontram” reúne educadores, agentes culturais e estudantes em noite de emoção e reflexão em Taiobeiras

    Lançamento do livro “Quando o chão e o céu se encontram” reúne educadores, agentes culturais e estudantes em noite de emoção e reflexão em Taiobeiras

    Na noite de 18 de junho de 2025, a Biblioteca Pública Zenilde Mota Maia, em Taiobeiras (MG), foi palco de um encontro que uniu literatura, memória, espiritualidade e compromisso social. Entre 19h e 21h30, aconteceu o lançamento do livro “Quando o chão e o céu se encontram”, de Levon Nascimento, publicado pela 3i Editora, com expressiva participação de educadores, agentes políticos e culturais, jovens, estudantes, amigos e familiares do autor.

    A escolha da data não foi por acaso: o evento celebrou os 10 anos da publicação da encíclica Laudato Si’, do Papa Francisco, um dos principais inspiradores da obra. O apoio cultural veio do coletivo Juntos Para Servir, que congrega os mandatos do Deputado Federal Padre João (PT/MG) e do Deputado Estadual Leleco Pimentel (PT/MG).

    A cerimônia foi conduzida com leveza e emoção pela servidora da própria Biblioteca, Eliana Alves, que atuou como mestre de cerimônias. Diversas homenagens marcaram a noite, entre elas à memória de Anelza Rita de Miranda, bibliotecária que por décadas cuidou com zelo do espaço cultural que agora sediava o lançamento, e a Frei Jucundiano de Kok, primeiro pároco de Taiobeiras e personagem destacado nas páginas do livro. Também foram recordados o Papa Francisco e sua luta por uma Ecologia Integral, uma das linhas centrais da obra.

    O autor, Levon Nascimento, trouxe ao público um discurso marcado pela emoção e pela denúncia social, reforçando o caráter engajado do livro, que transita entre memórias do sertão mineiro, crítica ao modelo econômico destrutivo e reflexões sobre espiritualidade libertadora.

    Durante a cerimônia, convidados fizeram leituras de trechos da obra, apresentando ao público personagens como o próprio Frei Jucundiano, as educadoras Duca Queiroz e Célia Egídio, o escritor Milton Santiago, a declamadora Nair Freitas, o cronista Vlade Patrício, o ativista Uenio Thuary e o padre Júlio Lancellotti, além de reflexões sobre o meio ambiente, a crise climática, os desafios políticos contemporâneos e a resistência dos povos tradicionais do Norte de Minas, como os geraizeiros.

    Com uma linguagem que entrelaça poesia, história, espiritualidade e análise social, Levon propõe em “Quando o chão e o céu se encontram” uma leitura comprometida com a vida, com os pobres e com o futuro da Casa Comum. A obra é um convite ao diálogo entre fé e política, entre o chão sertanejo e o céu das utopias possíveis.

    Ao final do evento, o autor agradeceu aos presentes, aos apoiadores culturais e à equipe da Biblioteca Pública de Taiobeiras, além de reforçar o chamado à esperança, à resistência e ao cuidado com as pessoas e com o planeta.

    Laudato Si’, meu Senhor! — como resumiu Levon, encerrando a noite com um agradecimento coletivo.

  • Novo livro de Levon e o 10° ano da Laudato Si’, do Papa Francisco

    Novo livro de Levon e o 10° ano da Laudato Si’, do Papa Francisco

    O novo livro de Levon Nascimento, Quando o chão e o céu se encontram (3i Editora, 2025), a ser lançado em 18 de junho, às 19h, na Biblioteca Pública de Taiobeiras, conversa diretamente com os 10 anos da encíclica Laudato Si’ (2015), do Papa Francisco. Mais que uma homenagem, a obra atualiza e encarna os princípios da ecologia integral, conectando fé, justiça e cuidado com a vida em três caminhos principais:

    1. Ecologia integral como base de tudo

    Inspirado na ideia de que tudo está interligado — pessoas, natureza, espiritualidade — Levon propõe uma visão em que cuidar do planeta é também lutar por justiça social. Capítulos como “A Quaresma e a Campanha da Fraternidade 2025: um chamado à conversão ecológica” e “Tudo está interligado” mostram como o consumismo, o agroextrativismo predatório e o descarte de vidas humanas fazem parte do mesmo sistema que destrói a Terra. Aqui, ecoa a crítica do Papa ao “paradigma tecnocrático” e à cultura do descarte.

    2. Espiritualidade que pisa o chão da realidade

    A espiritualidade que o livro propõe não é desconectada da vida real. É encarnada — feita de gestos concretos, como os de Frei Jucundiano de Kok, que dedicou sua vida ao sertão mineiro, e de Padre Júlio Lancellotti, símbolo de resistência nas periferias. A peça sobre Frei Jucundiano, por exemplo, mostra como a simplicidade franciscana e o cuidado com os pobres são formas reais de viver a fé. O livro também provoca: “É possível salvar as almas sem se importar com os corpos?” — uma pergunta que cutuca qualquer fé que fuja da responsabilidade social.

    3. Brasil no centro: denúncia e esperança

    Levon traz a crise climática global para o nosso quintal. Fala das queimadas no cerrado, da violência contra os povos geraizeiros, da exploração do Alto Rio Pardo. E vai além: denuncia o ecofascismo e o tecnofeudalismo, nomes difíceis que representam sistemas que concentram poder e espalham injustiça. O autor mostra que lutar por justiça ambiental no Brasil é também lutar pela vida de quem mais sofre. E reafirma o legado do Papa Francisco: fé, ecologia e fraternidade como farol em tempos sombrios.

    Quando o chão e o céu se encontram é mais do que um livro. É um grito de esperança e um chamado à ação. Dez anos depois da Laudato Si’, Levon Nascimento mostra que os ensinamentos da encíclica estão mais vivos do que nunca — não como teoria, mas como prática que nasce no sertão, nas lutas populares e na coragem de quem insiste em cuidar da Casa Comum.

  • Felipe Neto incentiva a ler livros e a usar o senso crítico na pegadinha da candidatura

    Felipe Neto incentiva a ler livros e a usar o senso crítico na pegadinha da candidatura

    Felipe Neto surpreendeu geral ao fazer uma pegadinha que, à primeira vista, parecia o anúncio real de sua pré-candidatura à Presidência, mas que, na verdade, era uma jogada de marketing super bem elaborada. Em seu vídeo, o influenciador usou referências fortes ao livro 1984, de George Orwell, como “Ministério da Verdade”, “novafala” e até a ideia do “Grande Irmão” – todos termos que remetem ao controle da informação e à censura. A ideia era chamar a atenção da galera para as fraquezas das narrativas midiáticas tradicionais, que muitas vezes aceitam qualquer notícia sem conferir muita informação, e, ao mesmo tempo, incentivar todo mundo a ler livros que ajudam a pensar de forma crítica.

    Na prática, Felipe simulou a candidatura para provocar debates e expor como a mídia pode ser facilmente levada pela primeira impressão, reforçando que se você acreditou na pegadinha ou curtiu demais as falas autoritárias, talvez seja hora de dar uma chance para a leitura e para o pensamento crítico. Para ele, os livros são uma ferramenta poderosa para enfrentar o autoritarismo – como mostra 1984, onde o controle da informação é a arma de um governo totalitário.

    Além de desmontar as manchetes sensacionalistas que foram espalhadas logo após o vídeo, a ação serviu de alerta para que as pessoas não aceitem as notícias sem refletir. Felipe fez questão de dizer que o que falou era justamente o oposto do que acredita, e que a leitura pode ajudar a entender melhor os mecanismos de manipulação que, muitas vezes, dominam os meios de comunicação.

    No fim das contas, a jogada do Felipe Neto mostrou que misturar humor, crítica e incentivo à leitura pode ser uma forma divertida e eficaz de fazer as pessoas refletirem sobre política e sobre o papel da mídia na sociedade. Em vez de tomar tudo como verdade absoluta, essa ação nos convida a pensar: será que estamos lendo tudo direito e buscando entender a fundo o que está por trás das notícias?

    Referências
    BIMBATI, A. P. Anúncio de candidatura à Presidência de Felipe Neto era ação de marketing. UOL, 04 abr. 2025. Disponível em: https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2025/04/04/anuncio-de-candidatura-a-presidente-de-felipe-neto-era-acao-de-marketing.htm. Acesso em: 08 abr. 2025.

    VERENICZ, M. Real ou fake? Felipe Neto lança pré-candidatura à Presidência com referência a Orwell. InfoMoney, 04 abr. 2025. Disponível em: https://www.infomoney.com.br/politica/felipe-neto-anuncia-pre-candidatura-a-presidencia-da-republica-em-2026/. Acesso em: 08 abr. 2025.

    CAPARROZ, L. Felipe Neto anunciou sua “pré-candidatura à Presidência da República” – mas era só uma ação de marketing. Você S/A, 04 abr. 2025. Disponível em: https://vocesa.abril.com.br/sociedade/felipe-neto-anunciou-sua-pre-candidatura-a-presidencia-da-republica-mas-era-so-uma-acao-de-marketing/. Acesso em: 08 abr. 2025.

    PODER360. Talvez vocês precisem ler mais, diz Felipe Neto ao negar candidatura. Poder360, 04 abr. 2025. Disponível em: https://www.poder360.com.br/poder-gente/talvez-voces-precisem-ler-mais-diz-felipe-neto-ao-negar-candidatura/. Acesso em: 08 abr. 2025.

    MEIO & MENSAGEM. Candidatura de Felipe Neto é ação de marketing da Audible. Meio & Mensagem, 04 abr. 2025. Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/comunicacao/candidatura-de-felipe-neto-e-acao-de-marketing-da-audible. Acesso em: 08 abr. 2025.

  • Vlade Patrício: o contador de histórias do Alto Rio Pardo

    Vlade Patrício: o contador de histórias do Alto Rio Pardo

    Em um mundo onde tudo corre depressa e as memórias parecem escorregar pelo tempo, surge um contador de histórias que faz questão de resgatar e eternizar as lembranças do seu povo. Esse é Vlade Patrício, um mineiro de Rio Pardo de Minas, que transforma o cotidiano em literatura e nos convida a mergulhar no universo rico e simples do Norte de Minas Gerais.

    Com dois livros na bagagem – “Um olhar no passado” e “Retalhos de Prosas” – Vlade se firma como um verdadeiro artesão das palavras. Ele não apenas escreve, mas transporta o leitor para um tempo em que as histórias eram contadas ao redor do fogão a lenha, passadas de geração em geração. Seu olhar sensível para as pessoas e os detalhes transforma cada cena em um retrato vivo da cultura popular.

    Seus textos são um convite para conhecer figuras pitorescas, reviver tradições e se encantar com a simplicidade cheia de significados da vida interiorana. O humor e a poesia caminham lado a lado em sua escrita, criando um equilíbrio entre o real e o imaginário. Ele nos faz rir, refletir e, acima de tudo, sentir.

    Em “Um olhar no passado”, Vlade nos presenteia com crônicas que capturam a essência de Rio Pardo de Minas, retratando personagens e situações que marcam a história local. Já em “Retalhos de Prosas”, ele afina ainda mais sua arte, costurando lembranças e ficção de maneira tão realista que quase podemos ouvir as vozes dos personagens. Sua escrita é cinematográfica: quem lê, enxerga, sente, vive.

    O grande trunfo de Vlade é dar alma às suas histórias. Seus personagens são gente de verdade, com alegrias e dilemas, virtudes e defeitos. Nada é idealizado, tudo é profundamente humano. Além disso, ele desempenha um papel essencial na preservação da memória cultural de sua terra, garantindo que essas histórias não se percam no tempo.

    Vlade Patrício é um tesouro da literatura do Norte de Minas. Seu trabalho é um presente para quem aprecia boas histórias, cheias de alma e identidade. Que suas palavras continuem ecoando, levando consigo o calor, a sabedoria e o encanto do nosso povo.

    Disponível também em https://levonnascimento.blogspot.com/2025/03/vlade-patricio-o-contador-de-historias.html

  • Lançamento do livro Torpes Labéus

    Lançamento do livro Torpes Labéus

    Em 8 de dezembro de 2023, na sede da Câmara Municipal de Taiobeiras, norte de Minas Gerais, ocorreu o lançamento do livro “Torpes Labéus: Diário da Pandemia Fascista Brasileira (2013-2023)”, publico pela Editora Autografia, de autoria do professor Levon Nascimento.

    A obra retrata a década de 2013 a 2023, passeando pelos fatos históricos, políticos e sociais do Brasil no período, em formato de diário, com um viés crítico.

    No evento de lançamento, estiveram presentes o deputado federal Padre João (PT/MG), o deputado estadual Leleco Pimentel (PT/MG), lideranças políticas, religiosas, sociais e comunitárias da microrregião do Alto Rio Pardo, educadores, músicos, poetas e ativistas sociais e culturais.

    Confira as fotografias…

  • Poesia em Partículas, livreto de Levon Nascimento, na Amazon

    Poesia em Partículas, livreto de Levon Nascimento, na Amazon

    📙🎉#novidades | Poesia em Partículas agora é e-book e livreto on demand à venda no site da Amazon. Vai lá e compre este meu trabalho literário.

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    Vinte e oito poesias curtas, compostas em quatro semanas, inspiradas nas flores, no sol, na lua e nas estrelas; sobre a vida, o choro, a alegria, o local e o global, o presente e o universal. Para se reencantar no encanto de viver.

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  • Financiamento coletivo do livro “Torpes Labéus” de Levon Nascimento

    Financiamento coletivo do livro “Torpes Labéus” de Levon Nascimento

    “Torpes Labéus: Diário da Pandemia Fascista Brasileira (2013-2023)” é o meu oitavo livro. Trata-se de uma coletânea de memórias sobre os fatos da história brasileira ocorridos nos últimos dez anos. O livro está em fase de editoração e impressão. O custo é bastante elevado. Colaborações acima de R$ 60,00 terão direito a um exemplar do livro. Colabore.

    Pix da ‘vakinha’ colaborativa para o livro “TORPES LABÉUS”:

    3875812@vakinha.com.br

  • Levon Nascimento lança “Guia Pessoal de Cultura 2023”

    Levon Nascimento lança “Guia Pessoal de Cultura 2023”

    Olá! Sou Levon! Professor de história, mestre em políticas públicas, doutorando em direito ambiental, escritor, poeta e ativista da defesa da Pessoa Humana e da Casa Comum que é a Terra.

    Neste livreto você encontra um guia da minha produção intelectual, artística e cultural.

    São vídeos, poemas, programas de rádio e, principalmente, livros.

    Produtos de uma intensa e batalhada caminhada, cujo propósito não é comercializar, mas compartilhar.

    Compartilho dons. Dom é presente.
    De graça recebi. Gratuitamente reparto.

    Você pode conhecer mais a minha obra.
    Siga-me nas redes sociais e leia meus textos.

  • Frei Feliciano e o ato de ler

    Frei Feliciano e o ato de ler

    Na manhã de 30 de abril de 2023, um dia raramente nublado e fresco em Montes Claros – cidade costumeiramente quente, como o sol do Norte de Minas – resolvi bater perna pelo centro. Domingo e em véspera de feriado, tudo totalmente esvaziado e com lojas fechadas, por óbvio. Passei em frente ao local de uma antiga loja de livros (este ponto pintado de verde, na foto que acompanha o texto). Não sei o que funciona ali agora. Mas a história que vou contar a seguir me veio à memória de imediato.

    Em novembro de 1994, fui eleito delegado-jovem da Paróquia São Sebastião de Taiobeiras para a 4ª Assembleia de Pastoral da então Diocese de Montes Claros. Era um evento grande, que durava quatro dias, no qual eram decididos os compromissos da Igreja e as diretrizes pastorais católicas para o Norte de Minas.

    Fomos para a assembleia no carro da paróquia. Dirigindo, o próprio pároco, Frei Feliciano van Sambeek, um franciscano holandês, bonachão, gente muito boa, alto, cabelos branquíssimos, bochechas rosadas, como é comum aos nativos dos Países Baixos, riso fácil, que falava num sotaque engraçado, meio que assoviando ao final das frases. Ele gostava de tocar teclado e cantar. Até que tentou isso durante as missas, mas era difícil conciliar a presidência da celebração e a atividade musical. Além de nós, iam também a Irmã Laudeci, representando as religiosas da paróquia; Vitor Hugo, conselheiro paroquial; e mais outras duas pessoas, também escolhidas para a delegação taiobeirense em Montes Claros.

    O evento começaria à noite, com missa solene na Catedral. No restante dos dias, a programação seguiria na Casa de Pastoral do bairro Santo Antônio. Como chegamos no início da tarde, fomos caminhar pelo centro de Montes Claros.

    No “Quarteirão do Povo Simeão Ribeiro”, rua transformada em galeria comercial, onde o trânsito de veículos automotores é impedido até a atualidade, que leva até a praça da primeira Matriz montes-clarense, entramos numa livraria.

    Distraidamente, todos nós a observarmos os produtos à venda, assistimos ao Frei Feliciano pegar um livro e dizer: – “Este foi o primeiro que li, ainda jovem, quando estava aprendendo português para vir em missão ao Brasil”. Era “Dom Casmurro”, originalmente lançado em 1899, de Machado de Assis. – “Muito bom! Muito bom! É o maior autor da sua língua”. O frade tinha o hábito de repetir duplicadamente as expressões de exclamação.

    Todo esse rodeio, até aqui, para eu revelar que senti vergonha naquele momento. Envergonhado pelo motivo de que ali eu era um jovem que cursava o 3º ano Técnico em Contabilidade, equivalente ao 3º ano do Ensino Médio, e jamais lera Machado de Assis. Já ouvira falar, mas jamais tivera a iniciativa de conhecer. Nem a ele, como a nenhum de tantos outros e outras, da honorável galeria de escritores nacionais.

    Senti-me acanhado, pois um estrangeiro conhecia melhor a literatura do meu país, mais do que eu, brasileiro, estudante, jovem, liderança dos grupos da minha cidade, blá, blá, blá, etc. Quando a gente é novo se acha, né?

    Eu até que lia. O primeiro que consumi inteiramente foi “O Burrinho Alpinista” (de Iêda Dias da Silva), na 2ª série. Mas era o indicado pela escola. O zero-um, de fato, que considero, foi “A Ilha Perdida” (de Maria José Dupré), na 4ª série, que me abriu as portas para a Coleção Vaga-Lume, da Editora Ática. Também os clássicos, como “A Escrava Isaura” e “O Seminarista”, ambos de Bernardo Guimarães, eu já tinha lido naquela ocasião. O Pequeno Príncipe (Antoine de Saint-Exupéry), O menino do dedo verde (Maurice Druon), Os meninos da Rua Paulo (Ferenc Molnár), também já constavam do meu currículo. Mas era pouco. Muito Pouco! Muito Pouco! – parafraseando Frei Feliciano. Faltava o “bruxo do Cosme Velho”, como alcunhavam ao Joaquim.

    Joaquim Maria Machado de Assis nasceu e viveu a maior parte da vida no século XIX. Filho de um “mulato” (palavra racista usada aqui para destacar o quanto o racismo é insidioso, inclusive na cultura) brasileiro com uma mulher branca, imigrante portuguesa.

    Escritor brilhante e fundador da Academia Brasileira de Letras, fez sucesso justamente no momento em que a recém-nascida República buscava branquear o Brasil através da política de importação de imigrantes brancos famintos, que viviam na miséria da Europa industrializada, doando-lhes terras e recursos no Sul do país, enquanto empurrava os negros recentemente alforriados para morros e favelas; e defenestrava os poucos povos indígenas que sobraram dos tempos coloniais.

    Machado foi “clareado” nas fotos e nos livros. Não era suportável para as classes dirigentes racistas brasileiras, que o maior escritor das Américas, do hemisfério Sul e, quiçá, da própria língua portuguesa, fosse um pardo.

    Sentir vergonha da própria ignorância, longe de baixa autoestima, num tempo como agora em que muitos se orgulham do próprio desconhecimento e se proclamam “coaches do abstrato”, deveria ser prática comum para quem deseja “superar os desafios” e “vencer na vida”, se é que isto é possível (muita ironia envolvida).

    Vergonha na cara não mata. No mínimo, melhora o vocabulário.

    Frei Feliciano, que foi pároco de Taiobeiras entre 1993 e 1995, partiu para a morada eterna em 2 de junho de 2021, aos 92 anos de idade, e eu, hoje, pelo menos sei quem são Capitu e Bentinho.

  • Livro Acepção Levon Nascimento

    Livro Acepção Levon Nascimento

    Acepção foi composto em março de 2020, quando o autor (Levon Nascimento) experimentou uma modalidade de deserto pós-moderno. Inicialmente, pela greve dos trabalhadores em educação de Minas Gerais; em seguida, no isolamento social provocado pela pandemia da COVID-19. Os poemas sinalizam as luzes de duas virtudes que são muito caras ao autor: a esperança e a fé. Esperar o que há de vir, a ansiar pelo bem maior; e acreditar sempre no amor eterno, mesmo quando não há os primeiros raios de sol da aurora.

  • Livro Vidas Interrompidas Juventude Violência e Políticas Públicas Taiobeiras Levon Nascimento

    Livro Vidas Interrompidas Juventude Violência e Políticas Públicas Taiobeiras Levon Nascimento

    A sociedade se acostumou à tragédia. Antes era a notícia de televisão, relacionada aos grandes centros, atualmente é realidade pelas ruas: balas perdidas, juras de morte, vidas interrompidas, inocentes atingidos. Jovens executados pelo que se convencionou chamar de guerra do tráfico. São os inconvenientes e os excluídos. Suas mortes, assim como suas vidas, demandam apuração dos diversos campos do conhecimento. As políticas públicas que acessaram (ou não) são chaves para o início da investigação.

  • Livro Crer e Lutar Levon Nascimento

    Livro Crer e Lutar Levon Nascimento

    Num tempo em que os grandes deste mundo voltam a construir muros para separar os filhos de Deus e em que outros sentem imenso prazer por espalhar ódio na velocidade da luz pelas redes sociais, entrego as palavras e os pensamentos de Crer e Lutar a você. Como ensina o poeta Dom Pedro Casaldáliga, bispo da Igreja, que elas lhe sirvam para… “Combater amando, Combater amando, Morrer pela vida, Lutando na paz”.

  • Livro Sexagenarius 60 anos de Taiobeiras

    Livro Sexagenarius 60 anos de Taiobeiras

    “É necessário construir uma Taiobeiras que vá além das beleza terna de suas praças e avenidas ou da alegria vibrante de suas festas. Um lugar onde as pessoas, especialmente aquelas que estão segregadas pela pobreza, pelas drogas ou pelo baixo conhecimento cultural, sejam humanamente integradas ao pleno convívio da cidadania.”

    • Levon Nascimento, em Sexagenarius.
  • Livro Memorial da Juventude de Taiobeiras Levon Nascimento

    Livro Memorial da Juventude de Taiobeiras Levon Nascimento

    Este “Memorial da Juventude de Taiobeiras” é uma janela por onde os jovens de todos os tempos poderão mirar seus sonhos, suas lutas, seus valores, sua dedicação e, assim, reencontrarem-se consigo mesmos e, mais uma vez, com alegria juvenil, assumir suas vocações para o bem comum, para a vida em comunidade, para a transformação do mundo em uma sociedade mais justa, humana e fraterna.

    • Levon Nascimento e Flaviana Costa Sena Nascimento, em Memorial da Juventude de Taiobeiras.
  • Livro Blogosfera dos Gerais Levon Nascimento

    Livro Blogosfera dos Gerais Levon Nascimento

    Com este livro, a minha opinião e o meu testemunho de luta chegam às mãos, aos olhos, aos corações e às mentes dos leitores e da leitoras, saindo da virtualidade fria da internet para o calor da ação humana. concectando-se à realidade cálida dos Gerais da vida.

    • Levon Nascimento, em Blogosfera dos Gerais.
  • Livro Palavras da caminhada Levon Nascimento

    Livro Palavras da caminhada Levon Nascimento

    Ler “Palavras da caminhada” é crer na jornada dessa município (Taiobeiras) apenas quinquagenário que, contra todas as intempéries político-sócio-econômicas, vem escrevendo a sua história, ora rasgando a sua integridade, ora costurando os retalhos dos seus costumes, seus hábitos, suas tradições.

    O teor destes artigos e ensaios fará com que você, leitor, revigore a sua fé na juventude, na educação, na transformação, na reconstrução, na cidadania.

    Ao terminar a leitura, verá, como eu, que ler Levon é ser premiado.

    • Nair Marques Freitas, no prefácio de Palavras da caminhada.