Tag: Padre João

  • Minha Casa Minha Vida em Rio Pardo

    Minha Casa Minha Vida em Rio Pardo

    Por Levon Nascimento

    Da esquerda para a direita: deputado Leleco Pimentel (PT), eu, vereador Gean Marcos (PT/Rio Pardo de Minas) e Romário Rohm, assessor dos deputados Leleco e Padre João, com a bandeira de Rio Pardo de Minas em destaque.

    Sempre admirei Rio Pardo: povo gentil e guerreiro, cidade-mãe da nossa região. Sem ela, não existiriam Salinas, Taiobeiras, São João do Paraíso e tantos outros.

    Agora, a admiração cresce com esta conquista: 150 famílias assinaram contratos para a construção de moradias rurais (Faixa 1) do Minha Casa Minha Vida, do presidente Lula. Resultado da luta do vereador Gean, do assessor Romário, das lideranças das comunidades de Ilha das Cabras, Raiz e Sobrado, com apoio fundamental dos deputados Padre João e Leleco.

    Na foto, aponto para a bandeira como símbolo da luta coletiva. Não foi presente de prefeito, foi fruto da organização das comunidades e do PT. Um exemplo da importância de eleger vereadores e deputados do PT, comprometidos com o povo.

    As 150 moradias serão na zona rural, e outras 50 já estão previstas para a área urbana. Parabéns, Rio Pardo!

  • Padre João e Leleco Pimentel no Riacho de Areia e em Olhos D’Água, em Taiobeiras

    Padre João e Leleco Pimentel no Riacho de Areia e em Olhos D’Água, em Taiobeiras

    No sábado (9/9/23), o Projeto “Juntos para Servir”, dos mandatos do Deputado Federal Padre João e do Deputado Estadual Leleco Pimentel (Partido dos Trabalhadores – MG), esteve em Taiobeiras, no Alto Rio Pardo.

    Primeiramente, os deputados se reuniram com os moradores da Comunidade de Olhos D’Água, onde prestaram contas do trabalho legislativo e fizeram a entrega de uma carreta-tanque e de um subsolador, frutos de emendas parlamentares, à associação comunitária.

    Em seguida, foi a vez da Comunidade Riacho de Areia, onde houve uma confraternização com os moradores e convidados das comunidades vizinhas. Foram entregues às associações de Manteiga e Riacho de Areia um trator e uma grade agrícola.

    Na oportunidade, os deputados reafirmaram os compromissos com as comunidades, a agricultura familiar, a educação do campo e a moradia popular de caráter social.

    Esclareceram sobre o novo Minha Casa Minha Vida Rural e as demais políticas públicas emancipadoras do Governo do Presidente Lula. Os diretores do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Taiobeiras, Geraldo Caldeira, Lourival Sena, Rafael Lucas, Gabriel Ferreira e Luciana, além de Tia Kêu, participaram das atividades com os deputados, organizadas pelo assessor regional Romário Fabri Rohm.

    O professor Levon Nascimento e os presidentes das associações visitadas, Antônio , Fabiano, Renilva e Marli, também acompanharam as atividades.

    Vilmar, presidente da Associação Municipal das Comunidades Rurais de Taiobeiras fez presença na reunião em Riacho de Areia.

    Edianilha (Nina), da Cooperativa de Restauradores do Cerrado Mineiro, presenteou os deputados com licores artesanais de frutos típicos da flora de Taiobeiras. Gratidão a todas e a todos!

  • Audiência na CODEVASF

    Audiência na CODEVASF

    Na segunda (11/9/23), participei de uma audiência na 1a. Superintendência Regional da CODEVASF, em Montes Claros, a convite do Deputado Federal Padre João (PT) e do Deputado Estadual Leleco Pimentel (PT), juntamente com várias lideranças populares da base do Projeto “Juntos Para Servir” das regiões Norte de Minas e Alto Rio Pardo.

    Discutimos e cobramos o atendimento célere das demandas de políticas públicas estruturantes para os nossos municípios.

    Entre os participantes, Geraldo Caldeira Barbosa, presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Taiobeiras, Rafael Ferreira Lucas, mobilizador do Programa Minha Casa Minha Vida Rural em Taiobeiras, Romário Fabri Rohm, assessor dos mandatos “Juntos Para Servir” no Alto Rio Pardo, e Letícia, vereadora de Águas Vermelhas.

  • Professor Levon: Os fariseus passarão. Os genocidas, também!

    * Professor Levon

    Tenho acompanhado as redes sociais do querido Padre João PT (Deputado Federal de esquerda). Sacerdote íntegro, que liga fé e vida em seu trabalho parlamentar e assume a política como parte inerente de sua vocação sacerdotal e missão cristã, ele tem sido vítima frequente dos comentários cibernéticos de gente que se diz muito católica/cristã, cujo conteúdo coraria de vergonha alguém com um pingo de temperança no coração.

    Ao ler tais vômitos, lembrei-me da Bíblia e de suas histórias. Repetindo um jargão de senso comum, poderia dizer: “já estava escrito lá”.

    Os fariseus eram aquelas pessoas muito religiosas do tempo de Jesus. Muitíssimo! Sabiam o Antigo Testamento de cor e salteado. Seguiam todas as regras litúrgicas: vênias, dias santos, jejuns, sacrifícios, etc. Adoravam julgar e condenar quem não fazia como eles.

    Jesus não perdia uma oportunidade de confronta-los, denuncia-los e os chamava por vários nomes: sepulcros caiados (belos por fora e podres por dentro) e hipócritas (que falam uma coisa e vivem outra bem diferente) eram alguns dos cognomes com os quais o Mestre de Nazaré os brindava.

    Alguns fariseus se converteram. José de Arimateia foi um deles. A maioria, no entanto, tramou com os sumo-sacerdotes a entrega de Jesus ao poder romano, para ser torturado, crucificado e morto. Os fariseus adoravam julgamentos sumários e processos sem prova (estilo lava-jato) e uma intervenção militar (chamaram as tropas romanas para prenderem o Cristo).

    Na hora H, preferiram Barrabás, “o mito”, ao invés do justo contra o qual se erguera um processo farsesco. Por meio de fake news, os fariseus e sacerdotes do templo ainda levaram o povo, diante do coroado de espinhos, a gritar: “crucifica-o” e “que o seu sangue caia sobre nós e nossos filhos”.

    Os fariseus eram religiosos que adoravam um espetáculo violento, com muita dor e sangue aos seus desafetos. Se fosse hoje, tenho certeza de que eles emendariam uma missa católica ou culto evangélico na TV com um programa do Sikera Jr ou do Datena, como se fosse algo natural e até complementar.

    Os fariseus estão de volta. Atacam bispos, padres, pastores, freiras e leigos que tentam viver o Evangelho da forma mais parecida com a qual Jesus o anunciou: misericórdia, perdão, amor, cuidado com as pessoas independentemente de seus defeitos e pecados, compassividade e compromisso com a fração do pão entre os pobres e famélicos.

    Os novos fariseus adoram gritar que “Deus está acima de todos” e que o fazem “em nome de Jesus”. Porém, sua prática revela que eles não acreditam em Deus, mas no dinheiro, nas armas e na política genocida. Também, odeiam ao Jesus real e histórico. Se Ele voltasse hoje, os fariseus, “em nome de Jesus”, prenderiam-no e o torturariam e crucificariam de novo.

    Os fariseus adoram um líder religioso eloquente no discurso, de preferência, que negocie a fé com teologia da prosperidade ou que posa para fotos segurando metralhadoras, ao lado de astrólogos malucos escondidos em um buraco qualquer do neo-Império Romano.

    Os fariseus passarão. Os genocidas, também!

    Os fariseus passarão. Os genocidas, também!
    Professor Levon: Os fariseus passarão. Os genocidas, também!