O santo e o fariseu

Eu vejo Francisco como um papa que tenta trazer as pessoas para perto do amor de Jesus Cristo: divorciados, gays, imigrantes, pobres, mulheres, muçulmanos, orientais, etc, sem a necessidade de mutilá-los em sua cultura com nossos dogmas milenares; ao mesmo tempo em que denuncia a sociedade de consumo que desumaniza as pessoas e descaracteriza a criação divina, nossa casa comum.
Estranho mesmo é gente que se diz de Igreja (quaisquer igrejas) pregando o ódio, falando mais no diabo do que em Deus, mergulhando no irracionalismo tipo “shalarilarabá”, adorando o vil metal como se fosse bênção e afastando todos aqueles a quem Francisco tenta abraçar.
Essa é a diferença entre um santo e um fariseu aos nossos olhos.

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