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  • Assista a “TV NORTE MAIS – PROFESSOR LEVON COMENTA FALA DO PREFEITO SOBRE A MUNICIPALIZAÇÃO DAS ESCOLAS ESTADUAIS” no YouTube

    Obrigado ao vereador @valmirferreiradealmeida , pelo espaço em sua TV Norte Mais, cedido a mim para comentar a live do prefeito de Taiobeiras sobre a Municipalização das Escolas Estaduais. Assista neste link: https://youtu.be/NNm-1bIQkG8

    #municipalizaçãoécontraeducação

  • Assista a “Professor Levon: segunda parte de 2021” no YouTube

    Completamos a primeira metade de 2021. Agora é hora de seguirmos rir.es e fortes na segunda parte. #luta #vida #2021

  • Prefeito de Taiobeiras quer a municipalização das escolas estaduais

    Prefeito de Taiobeiras quer a municipalização das escolas estaduais

    Lamentavelmente, o Prefeito de Taiobeiras não ouviu aos argumentos e demandas dos trabalhadores em educação da rede estadual de ensino presente na cidade.

    Tratam-se dos apelos de professores (as), pedagogos (os), auxiliares das secretarias e das cantinas, além de pais, mães, responsáveis e alunos que compõem as comunidades escolares atingidas pelo Projeto Mãos Dadas.

    O “Mãos Dadas”, do Governador Zema, pretende entregar escolas estaduais de anos iniciais para a gestão administrativa, financeira e pedagógica das prefeituras.

    Diferentemente do que se imaginava, apenas as Escolas Estaduais Deputado Chaves Ribeiro e Professora Dona Preta foram incluídas no PL nº 19, de 30/06/2021, de autoria do Prefeito Denerval Germano da Cruz (PSDB). Antes, achava-se que os anos iniciais da Escola Estadual Dona Beti também entrariam no conjunto.

    As duas escolas em risco de serem municipalizadas são referências de bom ensino e têm IDEBs (Índice de Desenvolvimento da Educação Básico) dos mais altos da SRE de Araçuaí, em nível de país desenvolvido. Por que mexer no que está dando certo?

    Para lavar as mãos do ensino de crianças de 6 a 10 anos de idade, Zema acena aos prefeitos com uma montanha de dinheiro na ordem de R$ 500 milhões. No entanto, o próprio projeto do governador traz embutida a pegadinha de muitos “senão”, “contudo” e “talvez” a respeito do que o Estado poderá ou não socorrer as prefeituras no futuro.

    Há enorme risco das futuras administrações municipais, costumeiramente com o pires não mão, não terem como sustentar as atuais escolas estaduais que passarão para a responsabilidade dos prefeitos.

    Os profissionais que trabalham nessas escolas temem o desemprego futuro, a perda de remuneração, a possibilidade de não encontrarem vagas nas escolas estaduais da cidade que não forem municipalizadas, além da mudança de regime previdenciário e de plano de saúde (Ipsemg).

    Para os atuais servidores da educação municipal e usuários das escolas do município, o risco também é presente, uma vez que futuramente o sistema poderá se sobrecarregar, ocasionando menos recursos para investimento e/ou reposição salarial.

    Também é estranho o fato do Prefeito ter enviado o projeto de adesão à Câmara Municipal, uma vez que Taiobeiras ainda não cumpre todas as metas estipuladas para a educação infantil (creche e pré-escola), esta sim obrigatória para o município. Entende-se que primeiro a obrigação, depois que vêm outras responsabilidades.

    Enfim, parece que o Prefeito se encantou pelos milhões imediatos oferecidos por Zema, sem se preocupar com o que pode vir a ocorrer a longo prazo.

    É como se diz: “se a municipalização fosse boa, Zema não estaria pagando aos prefeitos para aderirem”.

    Cabe às vereadoras e aos vereadores de Taiobeiras seguirem o exemplo de outros municípios que já REPROVARAM esse Projeto “Lava as Mãos” e respeitarem a história da educação estadual em Taiobeiras.

    A população de Taiobeiras está atenta, do lado do bem-comum e da educação pública estadual, e vai lutar, cobrar, elogiar e/ou repudiar as escolhas dos nossos legisladores e do Poder Executivo Municipal.

  • Professor Levon: Sobre religião e política

    Em geral, a esquerda democrática defende o Estado laico. Mas, o que é isso?

    É quando as pessoas são livres: para acreditar em Deus ou não, de frequentarem uma religião ou não, de viverem o tipo de moralidade que desejarem; guiando-se pelas leis, ética pública e respeito à diversidade. Democracia.

    Também no geral, a extrema-direita no poder adora e cultua o mercado, o dinheiro e o lucro, mas usa Deus, a religião e as igrejas para disfarçar seus verdadeiros objetivos. Esconde-se no moralismo hipócrita e, se possível, impõe à esfera pública apenas os valores de uma só vertente religiosa.

    Por causa da pregação moralista e supostamente cristã de Bolsonaro, muitos irmãos católicos, evangélicos e espíritas foram enganados pelo lema “Deus acima de todos”, quando na verdade “Ele está no meio de nós”.

    Hoje, já se percebe várias pessoas desses credos enxergando que a ação do presidente é tudo, menos cristã. É imoral, antiética, genocida e corrupta.

    Como pode, uma criatura dessas, usar o nome santo de Deus para justificar seu desgoverno?

    Falta compreenderem que o Estado não pode ter religião, justamente para que as pessoas sejam livres para exercerem sua fé e frequentarem a religião de sua preferência.

    Há fé, esperança e amor!

    Levon Nascimento, católico, professor, mestre em políticas públicas e militante político.

  • Assista a “As jornadas de junho de 2013” no YouTube

    Você se lembra de junho de 2013? O Brasil melhorou depois daquelas manifestações?

  • Prof. Levon na Tribuna da Câmara sobre Municipalização das Escolas Estaduais mineiras (Projeto Mãos Dadas)

    Prof. Levon na Tribuna da Câmara sobre Municipalização das Escolas Estaduais mineiras (Projeto Mãos Dadas)

    Taiobeiras: O Professor Levon Nascimento usa a Tribuna da Câmara Municipal para pedir aos vereadores que votem CONTRA o Projeto Mãos Dadas, do Governo de Minas Gerais, que pretende municipalizar os anos iniciais das Escolas Estadual Deputado Chaves Ribeiro, Professora Dona Preta e Dona Beti. Assista.

    Assista aqui o vídeo do pronunciamento na Câmara Municipal de Taiobeiras.

  • Live sobre a municipalização das escolas estaduais mineiras

    Live sobre a municipalização das escolas estaduais mineiras

    Nesta sexta, 18/06, minhas convidadas para a LIVE são a Diretora Estadual do Sind-UTE, Joeliza Vieira, a Pedagoga Marcela Lucas e a Professora Cássia Rodrigues. Vamos fale de Municipalização das Escolas Estaduais. A live tem duração de uma hora e vai ao ar às 19h, em minha página no Facebook. Conto com todas e todos que querem se informar sobre esse tema tão importante para a educação pública de Minas Gerais. Até mais!

    Assista ao convite aqui.

  • A História e o autoritarismo brasileiro

    Na condição de professor de História, sempre me preocuparam a disseminação de ideologias de extrema-direita no Brasil e o pendor autoritário de nossas instituições de Estado.

    Nossa história tem sido um roteiro ininterrupto de golpes da elite racista e oligárquica, desde os tempos coloniais.

    Os indígenas, negros, mestiços, pobres, trabalhadores e mulheres, sempre propositalmente esquecidos e deixados ao último plano, escravizados, oprimidos e torturados.

    O nazismo já esteve entre nós. Atualmente, somos governados por um bando fascista de extrema-direita, boçais desorientados por teorias conspiratórias, racistas, supremacistas e por seitas religiosas que fogem ao senso do cristianismo autêntico.

    Os constantes ataques do presidente da República à ciência e à democracia reacendem o temor de uma nova ditadura.

    Ir às ruas em 19 de junho, com os devidos cuidados sanitários, é um dever de todos os que lutam contra o totalitarismo e as ditaduras. É civilizatório!

  • Professor Levon: Os fariseus passarão. Os genocidas, também!

    * Professor Levon

    Tenho acompanhado as redes sociais do querido Padre João PT (Deputado Federal de esquerda). Sacerdote íntegro, que liga fé e vida em seu trabalho parlamentar e assume a política como parte inerente de sua vocação sacerdotal e missão cristã, ele tem sido vítima frequente dos comentários cibernéticos de gente que se diz muito católica/cristã, cujo conteúdo coraria de vergonha alguém com um pingo de temperança no coração.

    Ao ler tais vômitos, lembrei-me da Bíblia e de suas histórias. Repetindo um jargão de senso comum, poderia dizer: “já estava escrito lá”.

    Os fariseus eram aquelas pessoas muito religiosas do tempo de Jesus. Muitíssimo! Sabiam o Antigo Testamento de cor e salteado. Seguiam todas as regras litúrgicas: vênias, dias santos, jejuns, sacrifícios, etc. Adoravam julgar e condenar quem não fazia como eles.

    Jesus não perdia uma oportunidade de confronta-los, denuncia-los e os chamava por vários nomes: sepulcros caiados (belos por fora e podres por dentro) e hipócritas (que falam uma coisa e vivem outra bem diferente) eram alguns dos cognomes com os quais o Mestre de Nazaré os brindava.

    Alguns fariseus se converteram. José de Arimateia foi um deles. A maioria, no entanto, tramou com os sumo-sacerdotes a entrega de Jesus ao poder romano, para ser torturado, crucificado e morto. Os fariseus adoravam julgamentos sumários e processos sem prova (estilo lava-jato) e uma intervenção militar (chamaram as tropas romanas para prenderem o Cristo).

    Na hora H, preferiram Barrabás, “o mito”, ao invés do justo contra o qual se erguera um processo farsesco. Por meio de fake news, os fariseus e sacerdotes do templo ainda levaram o povo, diante do coroado de espinhos, a gritar: “crucifica-o” e “que o seu sangue caia sobre nós e nossos filhos”.

    Os fariseus eram religiosos que adoravam um espetáculo violento, com muita dor e sangue aos seus desafetos. Se fosse hoje, tenho certeza de que eles emendariam uma missa católica ou culto evangélico na TV com um programa do Sikera Jr ou do Datena, como se fosse algo natural e até complementar.

    Os fariseus estão de volta. Atacam bispos, padres, pastores, freiras e leigos que tentam viver o Evangelho da forma mais parecida com a qual Jesus o anunciou: misericórdia, perdão, amor, cuidado com as pessoas independentemente de seus defeitos e pecados, compassividade e compromisso com a fração do pão entre os pobres e famélicos.

    Os novos fariseus adoram gritar que “Deus está acima de todos” e que o fazem “em nome de Jesus”. Porém, sua prática revela que eles não acreditam em Deus, mas no dinheiro, nas armas e na política genocida. Também, odeiam ao Jesus real e histórico. Se Ele voltasse hoje, os fariseus, “em nome de Jesus”, prenderiam-no e o torturariam e crucificariam de novo.

    Os fariseus adoram um líder religioso eloquente no discurso, de preferência, que negocie a fé com teologia da prosperidade ou que posa para fotos segurando metralhadoras, ao lado de astrólogos malucos escondidos em um buraco qualquer do neo-Império Romano.

    Os fariseus passarão. Os genocidas, também!

    Os fariseus passarão. Os genocidas, também!
    Professor Levon: Os fariseus passarão. Os genocidas, também!
  • Semana da Cidadania no Circuito de Lives do Professor Levon Nascimento

    Semana da Cidadania no Circuito de Lives do Professor Levon Nascimento

    Entre 19 e 23 de abril de 2021, o Professor Levon Nascimento realizará a Semana da Cidadania, com uma programação de lives que contará com a entrevista de parlamentares progressistas e da juíza da Comarca de Taiobeiras.

    O objetivo geral da Semana da Cidadania, segundo o Professor Levon, é subsidiar o debate pela valorização da democracia, do Estado de Direito e das lutas populares no Brasil sob os efeitos da pandemia da COVID-19.

    Em específico, é desejo do Professor Levon contribuir com o livre debates de ideias – especialmente as ideias progressistas – no Alto Rio Pardo (Norte de Minas Gerais).

    19/04: Deputado Federal Padre João (PT/MG) e Leleco Pimentel, Deputado Estadual Suplente e membro da Comissão Executiva do PT mineiro.

    Padre João / Leleco Pimentel / Levon Nascimento

    20/04: Dra. Juliana Campos, Juíza de Direito da Comarca de Taiobeiras.

    Dra. Juliana Campos / Levon Nascimento

    22/04: Deputada Estadual Leninha (PT/MG).

    Leninha / Levon Nascimento

    23/04: Deputada Estadual Beatriz Cerqueira (PT/MG).

    Beatriz Cerqueira / Levon Nascimento

    A inspiração para a realização da Semana da Cidadania vem dos tempos em que o Professor Levon Nascimento participou da Pastoral da Juventude, nos anos 1990, quando na semana do feriado de Tiradentes (21 de abril), ocorria tal programação nos grupos de jovens.

    As lives ocorrerão nas datas divulgadas acima, das 19h às 20h, pela página @professor.levon na rede social Facebook.

  • 2ª temporada do Circuito de Lives do Professor Levon

    2ª temporada do Circuito de Lives do Professor Levon

    Neste mês de março de 2021, teve início a 2ª Temporada do Circuito de Lives do Professor Levon Nascimento.

    Como em 2020, as lives começam sempre às 19h30, em dias previamente divulgados, com duração aproximada de uma hora.

    Os convidados abordam temas sociais, políticos, culturais, religiosos e diversos, conforme suas especialidades.

    Em março, os convidados foram Wladmir Coelho, professor e especialista em educação; Késley Oliveira, advogada e militante feminista; Vinícius Mendes Rocha, advogado; e Dom João Justino, arcebispo católico de Montes Claros.

    Ep. 1 – Temp. 2 – Tema: Volta às aulas presenciais com aumento da pandemia?
    Ep. 2 – Temp. 2 – Tema: Dia Internacional da Mulher e lutas feministas
    Ep. 3 – Temp. 2 – Tema: Em defesa da Constituição, do Estado de Direito e da Democracia
    Ep. 4 – Temp. 2 – Tema: Quaresma e Campanha da Fraternidade Ecumênica 2021

  • Mais humildade, por Levon Nascimento

    A cada dia tomo mais consciência daquela máxima de que “o tempo é o senhor da razão”.

    Um exemplo é o que dizíamos sobre os processos fraudulentos contra Lula e a parcialidade criminosa de Sérgio Moro. Caíram por terra e a verdade venceu.

    Mas é sobre outra coisa que quero falar, com o mesmo contexto.

    Há dez dias lutávamos aqui em TAIOBEIRAS contra a volta presencial das aulas conquanto a comunidade escolar não fosse vacinada.

    Contra nossa tese, algumas figuras da área de saúde chegaram a escrever absurdos em redes sociais, do tipo que a classe dos professores não queria trabalhar. Como se não estivéssemos lavorando até mais do que presencialmente no ensino remoto!

    Àquela altura, fim de fevereiro e princípio de março, os hospitais de Montes Claros já haviam entrado em colapso quanto ao atendimento de pacientes da Covid-19. Porém, éramos nós “os que queriam botar fogo” na situação, conforme disse uma autoridade local.

    Hoje, vemos os dirigentes sanitários do município, por vídeos, em apelos desesperados para que a população só saia de casa em situações realmente importantes, porque a realidade do coronavírus é gravíssima.

    Estão corretos, agora. Mas, por que não queriam nos dar ouvidos há dez dias? Até nota do Conselho de Secretários Estaduais de Saúde, por unanimidade admitindo que já estávamos na pior fase da pandemia, houvera sido publicada.

    Infelizmente, por soberba política. Porque o cara do PT, da esquerda, o professor, etc, não pode estar certo segundo aqueles que nos governam há quase 20 anos.

    Não sinto prazer nenhum em estar correto neste caso. Infelizmente, na tragédia, todos nós perdemos. Não há vitoriosos. O que quero é o bem comum. É pela vida que eu luto.

    Penso que um pouco mais de humildade não fará mal a ninguém.

  • Dia Internacional da Mulher 2021

    https://youtu.be/jrUl6kSp-K8

    O Professor Levon Nascimento faz uma homenagem às mulheres e um chamamento à luta.

  • Parar é péssimo. Morrer, pior ainda. Unir para viver!

    É óbvio que as restrições da ONDA ROXA são péssimas para quem trabalha com empreendimentos de comércio, serviços e indústria. Tirando as grandes companhias e conglomerados empresariais, os prejuízos para os demais são enormes. Têm toda razão de estarem preocupados. Afinal, parados, como pagarão as contas?

    Daí a importância de todos realizarem esforços contra a disseminação do coronavírus, unidos, sem sabotagem, sem se deixarem levar por ideologias negacionistas ou pelo desmazelo para com a vida humana; usando máscara e álcool em gel, evitando aglomerações, e cumprindo todos os demais cuidados sanitários; pra gente sair logo dessa onda roxa e, lutando pela vacina para todos, voltarmos ao normal, ao trabalho, às escolas presenciais, às igrejas, à vida…

    Mas não podemos cair no conto do vigário e na embromação daqueles que, ao invés de ajudar a diminuir a contaminação e as mortes, ficam jogando para a plateia com frases do tipo “lockdown não!” ou “primeiro a economia”.

    Em um ano de contradições, o presidente não salvou nem 265 mil vidas perdidas para a Covid-19, nem a economia brasileira, que já estava caindo antes da pandemia, e que tombou ainda mais por conta das políticas neoliberais adotadas pelo ministro Paulo Guedes.

    Se o presidente, seguindo o exemplo de outros líderes mundiais de direita e de esquerda, independentemente da ideologia política, tivesse investido na ciência e na compra das vacinas com antecedência, talvez não estivéssemos ainda vivendo esta tragédia, que já dura desde março de 2020.

    Lutar pela vacina para todos deve ser o que nos une. Sem fake news, teorias da conspiração ou bobajadas de WhatsApp. O Brasil sempre foi campeão de vacinação e ninguém nunca teve problemas graves com outras vacinas. Por que só agora, quando a gente mais precisa, é que ficam colocando minhocas na cabeça do povo, inclusive abusando da religião para espalharem mentiras?

    Cientificamente, a vacina é o que há de comprovadamente mais eficiente contra o coronavírus. Defender a aprovação do auxílio emergencial para as pessoas em situação de desemprego também é necessário, para reaquecer a economia e, dessa forma, movimentar os empreendimentos e gerar mais empregos.

    Vamos obedecer à lei e às normas, para a gente sair logo desse sofrimento.

    Levon Nascimento