Blog

  • Professor Levon: Sobre religião e política

    Em geral, a esquerda democrática defende o Estado laico. Mas, o que é isso?

    É quando as pessoas são livres: para acreditar em Deus ou não, de frequentarem uma religião ou não, de viverem o tipo de moralidade que desejarem; guiando-se pelas leis, ética pública e respeito à diversidade. Democracia.

    Também no geral, a extrema-direita no poder adora e cultua o mercado, o dinheiro e o lucro, mas usa Deus, a religião e as igrejas para disfarçar seus verdadeiros objetivos. Esconde-se no moralismo hipócrita e, se possível, impõe à esfera pública apenas os valores de uma só vertente religiosa.

    Por causa da pregação moralista e supostamente cristã de Bolsonaro, muitos irmãos católicos, evangélicos e espíritas foram enganados pelo lema “Deus acima de todos”, quando na verdade “Ele está no meio de nós”.

    Hoje, já se percebe várias pessoas desses credos enxergando que a ação do presidente é tudo, menos cristã. É imoral, antiética, genocida e corrupta.

    Como pode, uma criatura dessas, usar o nome santo de Deus para justificar seu desgoverno?

    Falta compreenderem que o Estado não pode ter religião, justamente para que as pessoas sejam livres para exercerem sua fé e frequentarem a religião de sua preferência.

    Há fé, esperança e amor!

    Levon Nascimento, católico, professor, mestre em políticas públicas e militante político.

  • Assista a “As jornadas de junho de 2013” no YouTube

    Você se lembra de junho de 2013? O Brasil melhorou depois daquelas manifestações?

  • Prof. Levon na Tribuna da Câmara sobre Municipalização das Escolas Estaduais mineiras (Projeto Mãos Dadas)

    Prof. Levon na Tribuna da Câmara sobre Municipalização das Escolas Estaduais mineiras (Projeto Mãos Dadas)

    Taiobeiras: O Professor Levon Nascimento usa a Tribuna da Câmara Municipal para pedir aos vereadores que votem CONTRA o Projeto Mãos Dadas, do Governo de Minas Gerais, que pretende municipalizar os anos iniciais das Escolas Estadual Deputado Chaves Ribeiro, Professora Dona Preta e Dona Beti. Assista.

    Assista aqui o vídeo do pronunciamento na Câmara Municipal de Taiobeiras.

  • Live sobre a municipalização das escolas estaduais mineiras

    Live sobre a municipalização das escolas estaduais mineiras

    Nesta sexta, 18/06, minhas convidadas para a LIVE são a Diretora Estadual do Sind-UTE, Joeliza Vieira, a Pedagoga Marcela Lucas e a Professora Cássia Rodrigues. Vamos fale de Municipalização das Escolas Estaduais. A live tem duração de uma hora e vai ao ar às 19h, em minha página no Facebook. Conto com todas e todos que querem se informar sobre esse tema tão importante para a educação pública de Minas Gerais. Até mais!

    Assista ao convite aqui.

  • A História e o autoritarismo brasileiro

    Na condição de professor de História, sempre me preocuparam a disseminação de ideologias de extrema-direita no Brasil e o pendor autoritário de nossas instituições de Estado.

    Nossa história tem sido um roteiro ininterrupto de golpes da elite racista e oligárquica, desde os tempos coloniais.

    Os indígenas, negros, mestiços, pobres, trabalhadores e mulheres, sempre propositalmente esquecidos e deixados ao último plano, escravizados, oprimidos e torturados.

    O nazismo já esteve entre nós. Atualmente, somos governados por um bando fascista de extrema-direita, boçais desorientados por teorias conspiratórias, racistas, supremacistas e por seitas religiosas que fogem ao senso do cristianismo autêntico.

    Os constantes ataques do presidente da República à ciência e à democracia reacendem o temor de uma nova ditadura.

    Ir às ruas em 19 de junho, com os devidos cuidados sanitários, é um dever de todos os que lutam contra o totalitarismo e as ditaduras. É civilizatório!

  • Professor Levon: Os fariseus passarão. Os genocidas, também!

    * Professor Levon

    Tenho acompanhado as redes sociais do querido Padre João PT (Deputado Federal de esquerda). Sacerdote íntegro, que liga fé e vida em seu trabalho parlamentar e assume a política como parte inerente de sua vocação sacerdotal e missão cristã, ele tem sido vítima frequente dos comentários cibernéticos de gente que se diz muito católica/cristã, cujo conteúdo coraria de vergonha alguém com um pingo de temperança no coração.

    Ao ler tais vômitos, lembrei-me da Bíblia e de suas histórias. Repetindo um jargão de senso comum, poderia dizer: “já estava escrito lá”.

    Os fariseus eram aquelas pessoas muito religiosas do tempo de Jesus. Muitíssimo! Sabiam o Antigo Testamento de cor e salteado. Seguiam todas as regras litúrgicas: vênias, dias santos, jejuns, sacrifícios, etc. Adoravam julgar e condenar quem não fazia como eles.

    Jesus não perdia uma oportunidade de confronta-los, denuncia-los e os chamava por vários nomes: sepulcros caiados (belos por fora e podres por dentro) e hipócritas (que falam uma coisa e vivem outra bem diferente) eram alguns dos cognomes com os quais o Mestre de Nazaré os brindava.

    Alguns fariseus se converteram. José de Arimateia foi um deles. A maioria, no entanto, tramou com os sumo-sacerdotes a entrega de Jesus ao poder romano, para ser torturado, crucificado e morto. Os fariseus adoravam julgamentos sumários e processos sem prova (estilo lava-jato) e uma intervenção militar (chamaram as tropas romanas para prenderem o Cristo).

    Na hora H, preferiram Barrabás, “o mito”, ao invés do justo contra o qual se erguera um processo farsesco. Por meio de fake news, os fariseus e sacerdotes do templo ainda levaram o povo, diante do coroado de espinhos, a gritar: “crucifica-o” e “que o seu sangue caia sobre nós e nossos filhos”.

    Os fariseus eram religiosos que adoravam um espetáculo violento, com muita dor e sangue aos seus desafetos. Se fosse hoje, tenho certeza de que eles emendariam uma missa católica ou culto evangélico na TV com um programa do Sikera Jr ou do Datena, como se fosse algo natural e até complementar.

    Os fariseus estão de volta. Atacam bispos, padres, pastores, freiras e leigos que tentam viver o Evangelho da forma mais parecida com a qual Jesus o anunciou: misericórdia, perdão, amor, cuidado com as pessoas independentemente de seus defeitos e pecados, compassividade e compromisso com a fração do pão entre os pobres e famélicos.

    Os novos fariseus adoram gritar que “Deus está acima de todos” e que o fazem “em nome de Jesus”. Porém, sua prática revela que eles não acreditam em Deus, mas no dinheiro, nas armas e na política genocida. Também, odeiam ao Jesus real e histórico. Se Ele voltasse hoje, os fariseus, “em nome de Jesus”, prenderiam-no e o torturariam e crucificariam de novo.

    Os fariseus adoram um líder religioso eloquente no discurso, de preferência, que negocie a fé com teologia da prosperidade ou que posa para fotos segurando metralhadoras, ao lado de astrólogos malucos escondidos em um buraco qualquer do neo-Império Romano.

    Os fariseus passarão. Os genocidas, também!

    Os fariseus passarão. Os genocidas, também!
    Professor Levon: Os fariseus passarão. Os genocidas, também!
  • Semana da Cidadania no Circuito de Lives do Professor Levon Nascimento

    Semana da Cidadania no Circuito de Lives do Professor Levon Nascimento

    Entre 19 e 23 de abril de 2021, o Professor Levon Nascimento realizará a Semana da Cidadania, com uma programação de lives que contará com a entrevista de parlamentares progressistas e da juíza da Comarca de Taiobeiras.

    O objetivo geral da Semana da Cidadania, segundo o Professor Levon, é subsidiar o debate pela valorização da democracia, do Estado de Direito e das lutas populares no Brasil sob os efeitos da pandemia da COVID-19.

    Em específico, é desejo do Professor Levon contribuir com o livre debates de ideias – especialmente as ideias progressistas – no Alto Rio Pardo (Norte de Minas Gerais).

    19/04: Deputado Federal Padre João (PT/MG) e Leleco Pimentel, Deputado Estadual Suplente e membro da Comissão Executiva do PT mineiro.

    Padre João / Leleco Pimentel / Levon Nascimento

    20/04: Dra. Juliana Campos, Juíza de Direito da Comarca de Taiobeiras.

    Dra. Juliana Campos / Levon Nascimento

    22/04: Deputada Estadual Leninha (PT/MG).

    Leninha / Levon Nascimento

    23/04: Deputada Estadual Beatriz Cerqueira (PT/MG).

    Beatriz Cerqueira / Levon Nascimento

    A inspiração para a realização da Semana da Cidadania vem dos tempos em que o Professor Levon Nascimento participou da Pastoral da Juventude, nos anos 1990, quando na semana do feriado de Tiradentes (21 de abril), ocorria tal programação nos grupos de jovens.

    As lives ocorrerão nas datas divulgadas acima, das 19h às 20h, pela página @professor.levon na rede social Facebook.

  • 2ª temporada do Circuito de Lives do Professor Levon

    2ª temporada do Circuito de Lives do Professor Levon

    Neste mês de março de 2021, teve início a 2ª Temporada do Circuito de Lives do Professor Levon Nascimento.

    Como em 2020, as lives começam sempre às 19h30, em dias previamente divulgados, com duração aproximada de uma hora.

    Os convidados abordam temas sociais, políticos, culturais, religiosos e diversos, conforme suas especialidades.

    Em março, os convidados foram Wladmir Coelho, professor e especialista em educação; Késley Oliveira, advogada e militante feminista; Vinícius Mendes Rocha, advogado; e Dom João Justino, arcebispo católico de Montes Claros.

    Ep. 1 – Temp. 2 – Tema: Volta às aulas presenciais com aumento da pandemia?
    Ep. 2 – Temp. 2 – Tema: Dia Internacional da Mulher e lutas feministas
    Ep. 3 – Temp. 2 – Tema: Em defesa da Constituição, do Estado de Direito e da Democracia
    Ep. 4 – Temp. 2 – Tema: Quaresma e Campanha da Fraternidade Ecumênica 2021

  • Mais humildade, por Levon Nascimento

    A cada dia tomo mais consciência daquela máxima de que “o tempo é o senhor da razão”.

    Um exemplo é o que dizíamos sobre os processos fraudulentos contra Lula e a parcialidade criminosa de Sérgio Moro. Caíram por terra e a verdade venceu.

    Mas é sobre outra coisa que quero falar, com o mesmo contexto.

    Há dez dias lutávamos aqui em TAIOBEIRAS contra a volta presencial das aulas conquanto a comunidade escolar não fosse vacinada.

    Contra nossa tese, algumas figuras da área de saúde chegaram a escrever absurdos em redes sociais, do tipo que a classe dos professores não queria trabalhar. Como se não estivéssemos lavorando até mais do que presencialmente no ensino remoto!

    Àquela altura, fim de fevereiro e princípio de março, os hospitais de Montes Claros já haviam entrado em colapso quanto ao atendimento de pacientes da Covid-19. Porém, éramos nós “os que queriam botar fogo” na situação, conforme disse uma autoridade local.

    Hoje, vemos os dirigentes sanitários do município, por vídeos, em apelos desesperados para que a população só saia de casa em situações realmente importantes, porque a realidade do coronavírus é gravíssima.

    Estão corretos, agora. Mas, por que não queriam nos dar ouvidos há dez dias? Até nota do Conselho de Secretários Estaduais de Saúde, por unanimidade admitindo que já estávamos na pior fase da pandemia, houvera sido publicada.

    Infelizmente, por soberba política. Porque o cara do PT, da esquerda, o professor, etc, não pode estar certo segundo aqueles que nos governam há quase 20 anos.

    Não sinto prazer nenhum em estar correto neste caso. Infelizmente, na tragédia, todos nós perdemos. Não há vitoriosos. O que quero é o bem comum. É pela vida que eu luto.

    Penso que um pouco mais de humildade não fará mal a ninguém.

  • Dia Internacional da Mulher 2021

    https://youtu.be/jrUl6kSp-K8

    O Professor Levon Nascimento faz uma homenagem às mulheres e um chamamento à luta.

  • Parar é péssimo. Morrer, pior ainda. Unir para viver!

    É óbvio que as restrições da ONDA ROXA são péssimas para quem trabalha com empreendimentos de comércio, serviços e indústria. Tirando as grandes companhias e conglomerados empresariais, os prejuízos para os demais são enormes. Têm toda razão de estarem preocupados. Afinal, parados, como pagarão as contas?

    Daí a importância de todos realizarem esforços contra a disseminação do coronavírus, unidos, sem sabotagem, sem se deixarem levar por ideologias negacionistas ou pelo desmazelo para com a vida humana; usando máscara e álcool em gel, evitando aglomerações, e cumprindo todos os demais cuidados sanitários; pra gente sair logo dessa onda roxa e, lutando pela vacina para todos, voltarmos ao normal, ao trabalho, às escolas presenciais, às igrejas, à vida…

    Mas não podemos cair no conto do vigário e na embromação daqueles que, ao invés de ajudar a diminuir a contaminação e as mortes, ficam jogando para a plateia com frases do tipo “lockdown não!” ou “primeiro a economia”.

    Em um ano de contradições, o presidente não salvou nem 265 mil vidas perdidas para a Covid-19, nem a economia brasileira, que já estava caindo antes da pandemia, e que tombou ainda mais por conta das políticas neoliberais adotadas pelo ministro Paulo Guedes.

    Se o presidente, seguindo o exemplo de outros líderes mundiais de direita e de esquerda, independentemente da ideologia política, tivesse investido na ciência e na compra das vacinas com antecedência, talvez não estivéssemos ainda vivendo esta tragédia, que já dura desde março de 2020.

    Lutar pela vacina para todos deve ser o que nos une. Sem fake news, teorias da conspiração ou bobajadas de WhatsApp. O Brasil sempre foi campeão de vacinação e ninguém nunca teve problemas graves com outras vacinas. Por que só agora, quando a gente mais precisa, é que ficam colocando minhocas na cabeça do povo, inclusive abusando da religião para espalharem mentiras?

    Cientificamente, a vacina é o que há de comprovadamente mais eficiente contra o coronavírus. Defender a aprovação do auxílio emergencial para as pessoas em situação de desemprego também é necessário, para reaquecer a economia e, dessa forma, movimentar os empreendimentos e gerar mais empregos.

    Vamos obedecer à lei e às normas, para a gente sair logo desse sofrimento.

    Levon Nascimento

  • Balanço do circuito de lives do Professor Levon/2020. Em breve, a nova temporada

    Balanço do circuito de lives do Professor Levon/2020. Em breve, a nova temporada

    De junho a setembro de 2020, em meio ao isolamento social provocado pela Covid-19, o Professor Levon Nascimento, de Taiobeiras, realizou a primeira temporada do Circuito de Lives através de suas redes sociais.

    Foram vários os convidados e convidados, bem como os temas debatidos. A proposta se concentrou em levar ao público a oportunidade de poder ouvir sobre assuntos relevantes para a formação da pessoa humana, a construção de uma comunidade ativa e solidária e a reflexão sócio-política.

    Uma nova temporada do Circuito de Lives do Professor Levon, para 2021, está sendo preparada e estreará em breve.

  • Levon Nascimento: 20 anos de professor

    Levon Nascimento: 20 anos de professor

    Há 20 anos, eu retornava de Montes Claros muito jovem ainda, recém-graduado em Ciências Sociais pela Unimontes (bacharelado e licenciatura), e iniciava a vida profissional “mais séria” na educação formal.

    Educador popular eu já era, desde os 16 anos de idade, pelos diversos espaços de formação humana disponibilizados nas pastorais da juventude e do menor e nas Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), tanto em Taiobeiras como em Montes Claros. Mas, a partir daquele 1º de fevereiro de 2001, novo milênio, início do século XXI, tornava-me “Professor” nas redes estadual (pública) e particular. Trabalhador desde os 13, era meu primeiro emprego “de fato” a garantir uma remuneração razoável e que apontava para o futuro. Doce ilusão.

    Idealista, focado mais no pedagógico do que na burocracia do sistema, em grande medida ingênuo mesmo, típico da idade e da geração egressa do noventismo, eu começava uma carreira, cheio de sonhos e projetos.

    Hoje, passadas duas décadas, alguns milhares de alunos no currículo, mais maduro, seja no trato frio da realidade, nos choques normais da convivência social e profissional, calejado do contexto socioeconômico e político, sem a mesma ingenuidade e ativismo irrefletidos, permaneço firme no sonho (utópico e, por isso mesmo, cada vez mais transcendente) de contribuir historicamente para a construção de uma nova sociedade, do conhecimento engajado na manutenção da vida, de seres humanos responsáveis, livres, solidários e fraternos.

    Que venha o futuro! Graças sejam dadas a Deus pelo passado bem vivido! É na luta e na labuta do presente que a gente vive plenamente.

  • Taiobeiras: Financiamento coletivo de campanha

    Taiobeiras: Financiamento coletivo de campanha

    COMO DOAR?
    Acesse: https://professor-levon.financie.de


    Sou Levon Nascimento (Professor Levon), Pré-Candidato a Prefeito de Taiobeiras pelo Partido dos Trabalhadores. Se a convenção partidária, na data correta, vier a confirmar meu nome para essa disputa eleitoral, farei a campanha com poucos recursos, primeiramente porque é o correto e, em seguida, justamente para dar maior significado à democracia. Se você quiser contribuir com esse processo, faça sua doação para o FINANCIAMENTO COLETIVO DE CAMPANHA, tudo em conformidade com a Lei Eleitoral brasileira.


    O QUE É FINANCIAMENTO COLETIVO?
    Uma das formas mais honestas de se financiar as campanhas políticas e fortalecer a democracia, impedindo o uso ilegal de recursos públicos e a interferência poder econômico nas decisões do povo, é o FINANCIAMENTO COLETIVO de campanhas eleitorais.


    De acordo com a Lei nº 9.504/1997 (Lei das Eleições), os pretensos concorrentes podem contratar as empresas de financiamento coletivo que estejam cadastradas na Justiça Eleitoral. A lista de instituições credenciadas pode ser consultada no Portal do TSE.


    Os recursos arrecadados na fase de pré-campanha somente serão disponibilizados ao candidato após o seu registro de candidatura na Justiça Eleitoral, a obtenção do CNPJ da campanha e a abertura de conta bancária específica.


    Na hipótese de o pré-candidato não solicitar o seu registro de candidatura, as doações recebidas durante o período de pré-campanha devem ser devolvidas pela empresa arrecadadora diretamente aos respectivos doadores.