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#Taiobeiras60anos: Uma bibliografia sobre Taiobeiras ou de taiobeirenses
Publico aqui uma primeira leva de capas de livros escritos sobre Taiobeiras ou por taiobeirenses (outros temas)… Vamos aproveitar o aniversário de 60 anos de emancipação (12/12/2013) para melhorar a difusão da cultura escrita e melhorar o hábito de leitura! Que tal?
Autor: Avay Miranda (História de Taiobeiras e outros temas).Autores: Levon Nascimento e Flaviana Costa Sena Nascimento
(História de Taiobeiras e outros temas)Autora: Marileide Alves Pinheiro (Poesia – participação em antologias)Autor: Hermínio Miranda Costa (História de Taiobeiras em poesia)Autoras: Vanessa Souza e Gêissila Tatiély (Romance)Autor: Alex Saraiva (Estudo acadêmico)Autor: Lázaro Gomes (Autobiográfico) -
#Taiobeiras60anos

Tradicional cartão postal de Taiobeiras, a
Igrejinha Octogonal de Nossa Senhora de Fátima.No site de relacionamentos Facebook foi criado o evento e compartilhado a hashtag #Taiobeiras60anos para marcar, com muito compartilhamento de fotografias históricas e troca de informações, o aniversário de 60 anos do município de Taiobeiras, que se comemora em 12 de dezembro de 2013.
Na descrição do evento, os organizadores informam o seguinte: “Celebrar no Facebook os 60 anos de emancipação de Taiobeiras/MG publicando fotografias e histórias antigas e atuais das famílias, dos eventos e da cultura de Taiobeiras. Cada pessoa publicando no seu próprio perfil no Facebook, mas utilizando a hashtag #Taiobeiras60anos”.
Também eu, Levon Nascimento, autor deste Blog, estou organizando um livro de artigos contendo reflexões para a celebração destes 60 anos de emancipação. No entanto, o livro somente será publicado no início de 2014. O título do livro é “Sexagenarius” (literalmente 60 anos, em latim).
Participe! -
O texto da Lei que criou o município de Taiobeiras há 60 anos

Visão aérea da região central de Taiobeiras na atualidade,
espaço que concentra o núcleo histórico e
originário da cidadeA cidade de Taiobeiras, situada na região norte do Estado de Minas Gerais, tornou-se município por força da Lei Estadual nº 1039, de 12 de dezembro de 1953. Esta lei “estabeleceu a Divisão Administrativa e Judiciária do Estado” e emancipou diversas outras localidades mineiras.
Neste ano de 2013, Taiobeiras completa 60 anos. Conheça o texto completo e original da Lei 1039 clicando neste link a ALMG (Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais).
Uma síntese sobre as diversas leis que regeram a estruturação histórico-política de Taiobeiras se encontra neste link do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). -
Taiobeiras: valer pelo quem tem ou pelo que é?

Ser ou Ter? Publicado inicialmente no site de relacionamentos Facebook e transcrito paro o Blog:
Pensa num lugar onde a pessoa vale pelo que tem e não pelo que é. Uma terra onde as aparências significam muito mais que o conteúdo. Este aqui. Sim, este aqui mesmo!
Mesmo assim, eu teimo em querer contribuir para melhorá-lo. E não me arrependo. A cada dia, mais pessoas “acordam” e tomam consciência de que é preciso superar o “superficial” e abraçar o “perene”.
De minha parte, assumo a missão do pequeno beija-flor que leva um pingo d’água no bico e o despeja sobre o grande incêndio na floresta, enquanto os demais animais, de braços cruzados, apenas observam irônicos. Ainda assim, o beija-flor insiste. Ele faz a sua parte na grande tarefa da vida: “só é alguém, de verdade, aquele a serviço dos outros”. -
60 anos de Taiobeiras: receita de suflê de taioba
Em comemoração aos 60 anos do município de Taiobeiras, celebrados em 12 de dezembro de 2013, publico aqui uma receita à base de taioba, criada pela professora Marileide Alves Pinheiro, também escritora e militante da causa cultural taiobeirense. A receita foi publicada por Marileide em seu perfil no site de relacionamentos Facebook, além de já ter sido divulgada em programas de televisão de alcance regional. Taioba é uma planta que tem raízes e folhas comestíveis e que empresta o nome ao topônimo de Taiobeiras, devido à sua abundância nativa no terreno que deu origem à cidade. Aproveite e saboreie!
SUFLÊ DE TAIOBA – Fofuras Gratinadas de Taioba(Essa receita já foi para o roteiro de Minas na BAND e Jornal da Alterosa)INGREDIENTES DO CREME:
02 folhas de taioba, rasgadas em pequenas fatias
03 gemas de ovos
03 claras em neve
01 creme de leite
01 colheres de sopa de farinha de trigo com fermento
01 tablete de caldo de galinhaCOMO FAZER:Bater todos os ingredientes citados acima, menos as claras que só serão acrescentadas no final do processo até formar um creme verde e homogêneo.INGREDIENTES DO RECHEIO:
½ kg linguiça defumada
04 dentes de alho picados
01 cebola pequena
½ pimentão verde picado
½ xícara de queijo parmesão ralado bem fininha.COMO FAZER:Refogue o ½ kg linguiça defumada, picadas em cubinhos e algumas em tirinhas até ficar bem douradas;/ Acrescente 04 dentes de alho picados, 01 cebola pequena e ½ pimentão verde picado;/ Misture ao refogado o creme verde já pronto e acrescente as claras em neve;/ Unte duas travessas pequenas, coloque a massa e polvilhe o queijo parmesão de leve;/ Levar ao forno (pré-aquecido +_ 200 graus) por aproximadamente 30 minutos;/ Depois de assado, decorar com a linguiças em fatia e folha de taioba bem fininha.Esta receita dará duas porções médias para servir em média pessoas. Acompanhamento: Um vinho tinto seco ou suco de laranja… Servir quente. Bom apetite! -
Taiobeiras aos 60 (fotografias e informações)
Distrito criado com a denominação de Taiobeiras, pela lei estadual nº 556, de 30-08-1911, subordinado ao município de Rio Pardo. Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o distrito de Taiobeiras figura no município de Rio Pardo. Assim permanecendo nos quadros de apuração do recenseamento geral 01-09-1920, o distrito de Taiobeiras figura no município de Rio Pardo. Pela lei estadual nº 843, de 07-09-1923, o distrito de Taiobeiras tomou a denominação de Bom Jardim de Taiobeiras e foi transferido do município de Rio Pardo para o de Salinas.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o distrito de Bom Jardim de Taiobeiras (ex-Taiobeiras) figura no município de Salinas. Pela lei estadual nº 88, de 30-03-1938, o distrito de Bom Jardim de Taiobeiras voltou a chamar-se simplesmente Taiobeiras. No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o distrito de Taiobeiras (ex-Bom Jardim Taiobeiras) figura no município de Salinas. Assim permanecendo em divisão territorial datada 01-07-1950.
Elevado à categoria de município com a denominação de Taiobeiras, pela lei nº 1.039, de 12-12-1953, desmembrado de Salinas. Sede no antigo distrito de Taiobeiras. Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1954. Em divisão territorial datada de 01-07-1955, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 01-07-1960.
Pela lei estadual nº 2.764, de 30-12-1962, é criado o distrito de Berizal e anexado ao município de Taiobeiras. Em divisão territorial datada de 31-12-1963, o município é constituído de 2 distritos: Taiobeiras e Berizal. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1993.
Pela lei estadual nº 12.030, de 21-12-1995, desmembra do município de Taiobeiras o distrito de Berizal. Elevado à categoria de município. Em divisão territorial datada de 1999, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.Fonte das informações: IBGE. -
Coerência: Aplaudiram o PROER, defenestram o BOLSA FAMÍLIA!

Lula, Dilma e Fernando Henrique Escrevi ontem no Facebook e republico aqui no Blog:
O PROER foi um programa de socorro aos bancos em vias de falência durante o governo tucano de Fernando Henrique Cardoso (1995-2002). Somas altíssimas em dinheiro público foram “doadas” aos grandes banqueiros que já eram muito ricos e ficaram ainda mais. Pouquíssimas pessoas se indignaram.
O Bolsa Família é um programa de transferência de renda aos mais pobres, apenas um auxílio às famílias mais carentes, que atende milhões de brasileiros humildes, criado no governo petista de Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010) e continuado por sua sucessora, a também petista Dilma Rousseff. É diariamente atacado, ridicularizado e acusado de incitar a vagabundagem.
“Não se perdoa quem governa pensando nos pobres”. -
Sobre linchamentos políticos na imprensa e nas redes sociais
Postei no Facebook e transcrevo aqui para o Blog.
Não há interesse em discutir políticas públicas, pelo que vejo.
A maioria das pessoas utiliza as redes sociais para fazer a extensão de seus egos raivosos, doentios e cheios de ódio. Fico cada vez mais assustado com isto.
A eleição do ano que vem, a julgar pelo que já se percebe, tem tudo para ser “tenebrosa” em termos de manifestações de racismo, xenofobia, homofobia, fundamentalismo religioso e preconceito de classe.
#LivraiNosDoMal! -
Sobre o acidente na BR-251 que vitimou 14 pessoas de Rubelita

Rodovia BR-251 Escrevi mais cedo no Facebook e transcrevo para cá, no Blog:
25/11/2013: Mais um previsível e trágico acidente na Rodovia BR-251, no trecho entre Montes Claros e Salinas, norte de Minas, deixa um saldo triste de 14 mortos, todos da pequena Rubelita (Alto Rio Pardo/Vale do Jequitinhonha).
A rodovia passou a ser super-utilizada pelo aumento do transporte pesado entre o Nordeste e o Sudeste. O transporte através de carretas disputa espaço com os demais veículos de passageiros. O micro-ônibus acidentado é do SETS (Sistema Estadual de Transporte em Saúde) e se dirigia a Montes Claros.
Vamos nos levantar pela duplicação da 251 no Norte de Minas mas, também, pela melhoria constante da estrutura de saúde da microrregião Alto Rio Pardo, de modo que nossa população precise se deslocar, em casos de saúde, somente para tratamentos médicos mais complexos.
Ajude a propagar a reivindicação não somente neste momento de catarse, mas em todos os momentos e oportunidades da vida social e política da região.
Saiba mais: Acidente na BR 251 faz 14 vítimas fatais e choca pequena cidade de Rubelita. -
Análise de conjuntura para Irmãs da Divina Providência
Estive no dia 21/11/2013 em Montes Claros/MG, a convite da Região Mineira das Irmãs da Divina Providência, sob coordenação da Irmã Maria Rita, desenvolvendo uma Análise da Conjuntura de 2013 sobre os seguintes temas: Brasil, América Latina, Igreja, Norte de Minas e Mundo no capítulo regional que estas religiosas estão realizando.
Foi, também, uma maravilhosa oportunidade de encontrar grandes amigas: Irmã Neusa Nascimento, Irmã Letícia Rocha, Irmã Maria Eliza De Brida, Irmã Laudeci, Irmã Ilza, Irmã Nilza Cascaes, Irmã Judite e tantas outras que muito já prestaram trabalho social e cristão nesta nossa Taiobeiras e neste nosso Alto Rio Pardo.
Fui lá dar a minha humilde contribuição e saí muito feliz pelo reencontro. -
Artigo do Levon: Eita, mataram mais um ali

Jovita Rego Artigo publicado originalmente no Jornal Folha Regional, Taiobeiras/MG, em 22 de novembro de 2013, edição número 222, ano X, página 3.
“Eita, mataram mais um ali!”– teria exclamado a matriarca Jovita Secundina Rêgo no entardecer de 23 de setembro de 1911, quando ouvira mais um corriqueiro estampido de espingarda. Minutos depois, ela se daria conta de que aquele tiro adentrara a sala de estar e atingira certeiramente o peito de seu marido Martinho Rêgo, desfechando-lhe a vida. Martinho, líder político e homem próspero, foi o primeiro vereador eleito pelo povoado de Bom Jardim das Taiobeiras para a Câmara Municipal de Rio Pardo de Minas, visto que o distrito de Taiobeiras só passaria à jurisdição de Salinas em 7 de setembro de 1923. Aquele assassinato fora encomendado por um bandoleiro a quem Martinho havia preso e recolhido à cadeia de Rio Pardo por prática de arruaça na feira do povoado. Jurara vingança.Por pior que fosse aquela morte, a julgar pela frase de constatação conformada proferida por Jovita, por certo não era fato isolado e extraordinário no cotidiano do pequenino arraial de taiobas nativas e abundantes. Infelizmente, assim como também não tem sido “fatos incomuns” os muitos assassinatos cometidos em Taiobeiras pouco mais de um século depois daquele.
A escalada da violência em Taiobeiras a partir do final de 2007, estendendo-se e ampliando-se até o momento em que escrevo este artigo, nos estertores de 2013, convoca a sociedade e as autoridades constituídas para uma reflexão mais profunda, para além da atávica propensão de tornar superficial e simplista o entendimento de um fenômeno que nos provoca e amedronta.
Não é possível buscar soluções no topo das árvores, nas pontas dos galhos e nas folhas secas que caem. Isto seria o mesmo que começar a construir uma casa pelo telhado. Reconheço que o tema é complexo e que ninguém tem uma solução definitiva. No entanto, deve ser tratado a partir das raízes, das origens, das questões de fundo e não apenas do já deblaterados jargões de “senso comum”, segundo os quais os problemas são as “leis permissivas” associadas aos “menores impunes”.
Defender bordões de redução da maioridade penal ou da instituição da pena de morte, somente mascaram um falsa vontade de resolver os problemas. Configura uma espécie de voluntarismo preguiçoso que se recusa a sacudir as mentes empoeiradas pela incapacidade de pensar no bem comum e em saídas humanizadas para os problemas sociais.
É fato que a atual onda de violência encontra terreno fértil na juventude pobre, cotidianamente confrontada, humilhada e desafiada pela sociedade consumista e de ostentação. Na cara destes meninos e meninas que aderiram ao tráfico, todos os dias, lhes são aguçados os desejos mais profundos e irracionais da alma humana, tal e qual ocorre também com adolescentes e jovens das classes média e alta. A diferença é que com aqueles primeiros, geralmente excluídos das oportunidades mais básicas, inclusive da convivência familiar saudável, ainda lhes faltam os recursos financeiros para a satisfação dos desejos de consumo.
Somam-se a isto a falência da família tradicional, a inoperância filosófica das instituições religiosas (mais ciosas de seus dogmas do que do entendimento honesto das necessidades do novo ser humano da era globalizada) e a incapacidade da educação formal (pública e sucateada ou privada e mercantil) de ser atraente e edificante na vida desses jovens.
Em contraposição a tudo isto, traficantes e criminosos, nem sempre aqueles estereotipados com trejeitos de morros e favelas; muitas vezes bem vestidos e antenados com os valores de mercado, expandem seus negócios com uma psicologia e marketing capazes de dar inveja aos melhores estrategistas e profissionais diplomados e pós-graduados. Atuam pelas margens, estimulando “cheiros e sons”, satisfazendo as “sedes” e as “fomes” de atenção, possibilitando o “status” e a “valorização” que o Estado e a comunidade são incapazes de atender. Seduzem, compram, abduzem, dominam, incorporam, enviam, possuem.
E a cada morte, a cada crime, a sociedade se esconde de medo. As autoridades rugem, mas nada fazem de efetivo. Debatem como reprimir. Convenientemente se esquecem de que a repressão é apenas um medicamento paliativo ou um mero placebo que é dado à comunidade em crise histérica. A culpa, então, é do menor – este “monstro” que se formou sozinho – ladrão, violento, assassino – que precisa ser tirado do convívio das pessoas “normais” e “saudáveis”. Não se questiona de onde vem esta pessoa que mata ou que morreu. Aliás, comemora-se a morte de mais um “safado” e criminoso. “Fosse boa pessoa não teria se metido nisto!” – exclamam com “justa” autoridade moral. Mas, e quando a morte atinge o “inocente”, como em muitos casos ainda não desvendados pela polícia? Quem formou este menor? Qual a sua história? O que foi feito por ele para que não se tornasse mais um? Perguntas complexas para as quais não temos respostas. Nenhum de nós. Até quando?
Nossa resposta não pode ser simplificadora ou vazia. Não pudemos sucumbir ao senso comum do “pega, esfola e mata” ou do “prende e arrebenta”. Precisamos ir além do “Eita, mataram mais um ali” pronunciado por Jovita há mais de 100 anos em nossa Taiobeiras. É hora de nos perguntarmos: “o que podemos fazer de bom para que mais um não seja morto ali?”. -
Video: Meritocracia, uma mentira conveniente
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Qualquer semelhança com a realidade do município de Taiobeiras não é mera coincidência. É a teoria verificada na prática. -
Preparando um novo livro para os 60 anos de Taiobeiras
Estou preparando um novo livro, reunindo vários textos meus com uma só temática: Taiobeiras/MG. A minha pretensão é lançá-lo como parte das homenagens pelos 60 anos de emancipação da cidade, a ocorrer no próximo 12 de dezembro.
Estou na captação de apoios financeiros. Uma grande contribuição artística já está garantida: a capa do livro será ilustrada por uma bela imagem criada pela artista plástica Elisiana Alves.
Aguardem. -
Livro do taiobeirense Hermínio Miranda
Mexendo aqui nos meus livros, encontrei “SANTO CRUZEIRO DOS MARTÍRIOS”, de autoria do taiobeirense, já falecido, HERMÍNIO MIRANDA COSTA, poema em 164 sextilhas, publicado em 1997. Uma preciosidade. Vou postar umas sextilhas para vocês. Vejam como é atual!
[…]
5.
Neste inteirim da antiguidade
Começou a povoar Taiobeiras
Por necessidade
Em um clima de primeira
Hoje é uma cidade
Marcada por uma estrela6.
Há muitos anos na localidade
No perímetro era gerais
Já falavam em sociedade
Em conhecimentos iguais
Em sem ter piedade
Passavam os outros pra trás[…]
17.
Nos tempos de seca
A terra fica turva
As flores ficam pecas
As estradas se encurvam
Também se aceita
Os que vêm pedir chuva[…]
19.
Assim vem acontecendo
Desde o princípio do mundo
O povo não está compreendendo
Nem nas horas e segundos
Não se fica arrependendo
Aí o castigo é profundo
[…]

















