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  • Sobe a avaliação positiva de Dilma

    Avaliação positiva do governo Dilma sobe para 59%–CNI/Ibope

    BRASÍLIA, 29 Jun (Reuters) – A avaliação positiva do governo da presidente Dilma Rousseff subiu em junho, enquanto sua aprovação pessoal permaneceu a mesma, mostrou pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta sexta-feira.
    De acordo com o levantamento feito pelo Ibope sob encomenda da Confederação Nacional da Indústria, 59 por cento apontam o governo Dilma como ótimo ou bom, contra 56 por cento em março.
    Trinta e dois por cento veem o governo como regular, contra 34 por cento na sondagem anterior, e 8 por cento o classificam como péssimo ou ruim, mesmo patamar de março.
    Já a aprovação pessoal da presidente permaneceu em 77 por cento.
    O Ibope ouviu 2.002 pessoas em 141 municípios entre os dias 16 e 19 de junho. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais.
    (Reportagem de Hugo Bachega)
  • São João no nosso tempo de criança

    Em termos de festejos populares, para a minha infância a Festa de São João sempre foi mais esperada e animada do que até mesmo o Natal.

    As bandeirolas, a bandeira, as quadrilhas, a fogueira, as comidas típicas, os traques… Cheiro de infância, de inocência e de alegria.

    Muitas fogueiras aqui na Rua Governador Valadares (Bairro Nossa Senhora de Fátima, Taiobeiras/MG) no tempo em que ainda não tinha calçamento, lá pelos anos 80. Desejávamos tão pouco e éramos imensamente felizes.

    Grande saudade dos amigos da mesma geração que o tempo tratou de afastar na idade adulta. Saudades de seu Tim do DER, vizinho de muro, hoje já não mais entre nós. Dia de São João na casa dele era de lei ter fogueira e mesa farta. E convidava a todos da vizinhança para com ele festejar.

    Nostalgia mesmo! Continuidade também. Fiz fogueira para os meus filhos. Comprei traques e chuvinhas para eles. Estou cumprindo meu papel de repassar a tradição e os costumes gentis do nosso povo. O que é bom não pode ser esquecido.

    Feliz São João para todo mundo! Que a luz da fogueira irradie imensa alegria para os corações tão obscurecidos pela falta de candura e gentileza que, supostamente, impera em nossos dias.
  • Rio + 20: Metas para seres humanos iguais

    * Bresser-Pereira em Luis Nassif
    Os pobres não devem renunciar a melhores padrões de vida; os ricos é que devem diminuí-los
    Nos últimos 50 anos a proteção do ambiente tornou-se, historicamente, o quinto objetivo político fundamental das sociedades modernas. Todas as sociedades, desde a antiguidade, buscaram segurança.
    E a partir do século 18, acrescentaram a esse objetivo mais quatro objetivos: a liberdade, o bem-estar ou o desenvolvimento econômico, a igualdade ou a justiça social, e finalmente a proteção da natureza.
    Na luta por esse quinto objetivo, o mundo se reúne hoje no Rio de Janeiro, na conferência patrocinada pelas Nações Unidas, Rio +20.
    Já sabemos que não é possível esperar muito dessa reunião. Que ela acontece em um momento difícil para todos os países, sobretudo para os ricos imersos na crise profunda que herdaram dos 30 Anos Neoliberais do Capitalismo (1979-2008).
    Mas isso não significa que não haverá avanços. Duas conquistas estão bem encaminhadas: o fortalecimento do Pnuma (a agência da ONU que cuida do ambiente) e a definição dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável.
    No primeiro caso, trata-se de melhorar a governança global; no segundo, definir metas para o mundo e para os países como foram estabelecidos os Objetivos do Milênio.
    Pode-se argumentar que não haverá um meio de exigir o cumprimento dos objetivos, porque os países não vão se dispor a adotar metas nacionais compatíveis e porque, mesmo fortalecido, o Pnuma não terá condições de forçá-los a adotá-las. Isso é verdade. Sabemos que o problema fundamental da proteção da natureza e do aquecimento global é a prática do “carona”.
    O problema é de todos porque os prejuízos evitados beneficiam a todos, mas cada um quer se aproveitar do esforço dos outros e minimizar os seus. Mas o “carona” não é o único princípio que comanda tanto os seres humanos como os países.
    Há também valores morais compartilhados, e espírito de cooperação. O fato é que o futuro da humanidade -dos nossos filhos e netos- está em risco. E que, ao definir objetivos e melhorar a governança global na área do ambiente, além de afirmar nossa vontade de cooperar, dizemos que precisamos regular o presente e planejar o futuro.
    Que a alternativa de deixar o problema “por conta do mercado”, como ainda vejo economistas neoclássicos e neoliberais afirmarem, não faz o menor sentido.
    E que mesmo o mercado de carbono faz pouco sentido. Faz mais sentido, a curto prazo, taxar as empresas e as atividades poluidoras. E, a médio prazo, desenvolver sistemas de acompanhamento e de execução das metas acordadas.
    Mas é importante ser razoável na definição das metas, porque desenvolvimento sustentável não é apenas proteção do ambiente; é também crescimento e diminuição das desigualdades.
    O desenvolvimento sustentável deve ser econômico, social e ambiental. E não podemos repetir tolices como a de afirmar que os países em desenvolvimento não podem reproduzir os padrões de consumo dos países ricos.
    Talvez isso não seja possível, mas, se não for, não são os pobres que devem renunciar a melhores padrões de vida, mas os ricos que devem diminuí-los. E para isso só há uma solução: começar a discutir metas ambientais.
  • Artigo do Levon: Bons líderes e boas ações

    * Artigo escrito em outubro de 2009.

    A sociedade atual necessita de bons exemplos (cf. Mt 7,17). Mais que isto, precisa urgentemente de líderes que exemplifiquem os bons valores com a prática de suas vidas. Não devemos nos conformar em ver nossos filhos seguirem a moda das mulheres “frutas”, o ranço dos bandidos “da hora”, a ética dos políticos vigaristas ou o exibicionismo das celebridades que nada produziram de célebre (cf. Rm 12,2).

    Os bons líderes não desapareceram, ao contrário do que se pode imaginar. Continuam por aí, distantes dos holofotes da grande mídia. Muitas vezes incompreendidos pelos próprios parentes e amigos. Vivem a gritar contra a “onda do momento”, a falsa modernidade. Atraem para si a ira do mundo (cf. Jo 15,18-26). São desprezíveis aos olhos da multidão consumista. Podemos citá-los: Chico Mendes, Dorothy Stang, Eloy Ferreira, Galdino Pataxó, Gisley Azevedo Gomes, Josimo Tavares, Margarida Alves, Oscar Romero, Santo Dias, Tito de Alencar, Vladimir Herzog, Zuzu Angel. Estes pagaram com a vida pela ousadia de enfrentar o “sistema”. Restos humanos para a humanidade decaída, por seu sacrifício, se revestiram de uma humanidade transcendente, luminosa, que se interliga à exuberância da glória divina (cf. Jo 16,12-15).

    Outros não ostentaram uma causa política ou religiosa, mas viveram os bons princípios como condição da sua própria identidade humana. “Lutaram o bom combate até o fim” (cf. 2Tm 4,7). Testemunhas anônimas, aptas ao tribunal da vida eterna (cf. Ap 6,10-11). Morreram injustamente como vítimas do tráfico, do preconceito racial-classista-machista-homofóbico, da violência urbana, dos ruralistas que matam sem-terras, dos predadores que destroem as florestas e o cerrado, das balas perdidas que os encontraram em suas trajetórias infernais, do sistema de saúde voltado exclusivamente para os ricos e da ganância desenfreada do aparato econômico (cf. Jr 5,28). Mártires de nossos dias, homens, mulheres, idosos e crianças que nunca se corromperam, injustamente foram imolados no altar idólatra do “deus-mercado” (cf. Ap 6,9). Salvos, estão de pé diante do trono da verdade. Vestem-se com roupas límpidas, paradoxalmente alvejadas num sangue precioso; e seguram palmas verdejantes nas mãos, a indicar a esperança futura (cf. Ap 7,9-15). Aguardam pelo momento em que a justiça do alto dará conta de todos os homens e mulheres (cf. Mt 25,31-46).

    Os bons líderes, a oferecerem bons exemplos, poderemos ser eu que escrevo ou você que lê este artigo (cf. Lc 4,18-19). Serão atingidos pelas nossas boas ações, os nossos filhos, irmãos, pais, amigos, colegas de trabalho e vizinhos. Também as demais pessoas com quem, em algum instante, nós nos encontrarmos e viermos a sentir suas dores e a tratar com carinho, benevolência, solidariedade, respeito e igualdade (cf. Lc 4,43).

    O custo de ser bom pode ser a mal-querência do mundo. O custo de ser mal pode ser o fracasso eterno (cf. Rm 6,23). Escolhamos “o caminho, a verdade e a vida” (cf. Jo 14,6).
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  • Reunião do PT de Taiobeiras com Carlito Arruda

    Saindo a pouco da reunião do PT de Taiobeiras com o pré-candidato a prefeito pelo PDT, Carlito Arruda.


    Conversa muito produtiva. Carlito reafirmou o propósito de encabeçar a chapa dos partidos que compõem a base aliada do Governo Federal.

    Filiados do PT e simpatizantes fizeram várias perguntas e observações ao pré-candidato Carlito.

    A discussão continua até a convenção municipal.
  • Rio + 20: Quanto de sustentabilide aguenta a economia vigente?

    * Leonardo Boff, teólogo, em Adital
    Três serão os grandes figurantes da Rio+20: os representantes oficiais dos Estados e governos, os Empresários e a Cúpúla dos Povos. Cada grupo é portador de um projeto e de uma visão de futuro.

    Os representantes oficiais, a considerar o Borrador Zero, repropõem o desgastado desenvolvimento sustentável agora pintado de verde. Esquecem, entretanto, de confessar que ele fracasssou rotundamente. Diz Gorbachov: ”o atual modelo de crescimento econômico é insustentável; ele engendra crises, injustiça social e o perigo de catástrofe ambiental”(O Globo 8/6/2012). Os principais itens que sustentam a vida estão em degradação denunciou ainda em 2005 a Avaliação Sistêmica do Milênio o que foi repetido pelo recente relatório do PNUMA. O Borrador Zero da Rio+20 reconhece:”o desenvolvimento sustentável continua a ser um objetivo distante”(n.13). Mas parece não terem aprendido nada dos fatos. Em sua fé dogmática no desenvolvimento sustentável, que, no fundo, é crescimento material, continuam propondo mais do mesmo.

    De forma contundente diz ainda Gorbacov: “vinte anos depois da Rio-92 estamos rodeados de cinismo e, para muitos, de desespero”. Não teriam os agentes do atual sistema mundial sofrido uma espécie de lobotomia? Não sentem a urgência da ameaça ambiental. Preferem salvar o sistema financeiro e os bancos que garantir a vida e proteger a Terra. Esta já está com os faróis no vermelho e no cheque especial.

    Os empresários, fortes figurantes, estão tomando consciência do limites da Terra, do aumento populacional e do aquecimento global. Não esperam pelos consensos quase impossíveis das reuniões da ONU e dos governos. Mais de cem lideranças empresariais já se reuniram no Rio, antes do evento formal. Pretendem criar o G-0 em oposição ao G-2, G-7 ou G-20. Com certo autoconvencimento chegam a dizer:”nós precisamos assumir o comando”. A agenda coletiva acertada vai na linha da economia verde, não como maquiagem”, mas como uma produção de baixo carbono e preservando o mais possível a natureza. Contudo, constituem apenas 1% da empresas com receita acima de US$ 1 bilhão como nos referiu recentecente o Financial Times.Dão-se conta de um problema ainda insolúvel dentro do atual modelo: como articular sustentabilidade e lucro? Os acionistas não querem renunciar a seu lucro em nome da sustentabilidade. Esta acaba sendo tão frágil que quase se esvai. Pelo menos, estes empresários viram o problema: ou mudam ou se afundam junto com os outros.

    O terceiro figurante é a Cúpula dos Povos. Serão milhares, vindos de todo o mundo: os altermundistas, aqueles que querem mostrar o que estão fazendo com a economia solidária e o comércio justo, com a preservação das sementes creoulas, com o combate aos transgênicos, com a produção orgânica da economia familiar, com as ecovilas e as energias alternativas. Aqui se apresenta uma outra forma de produção e de consumo mais em consonância com os ritmos da natureza, fruto de um novo olhar sobre a Terra, com dignidade e direitos.

    Para atalhar, diria: no primeiro grupo reina resignação, no segundo, inquietação e no terceiro, esperança. Estimo o seguinte resultado da Rio+20:

    A reunião formal da ONU vai aprovar a economia verde, mantendo o mesmo modo de produção capitalista básico. Isso dará o aval para as empresas fazerem negócios com bens e serviços naturais. Criar-se-á uma Organização Mundial do Meio Ambiente, na linda da Organzação Mundial do Comércio.

    Os empresários irão pressionar os governos a não interfirem nos negócios da economia verde. Querem o caminho livre pois se trata de uma economia de baixo carbono e, por isso, ecoamigável, embora dentro do modelo vigente.

    A Cúpula dos Povos irá lançar uma alternativa à Economia Verde com a Economia Solidária. Criarão articulações globais contra a mercantilização dos bens e serviços vitais como água, sementes, solos, florestas, oceanos e outros, entendidos como Bens Comuns da Humanidade.

    O salto rumo a um novo paradigma de sociedade planetária não se dará por ora. Mas será obrigatório face às crises socio-ambientais que se aproximam. O sofrimento coletivo nos dará amargas lições. Todos aprenderemos, a duras penas, o amor e o cuidado à vida, à Humanidade e à Mãe Terra, condições para o futuro que queremos.
  • Encontro político em Belo Horizonte

    Marco Maia, Levon Nascimento e Reginaldo Lopes

    Tive a oportunidade de participar do IV Encontro do Coletivo do Mandato do Deputado Federal Reginaldo Lopes em Belo Horizonte. Entre as discusões, o processo eleitoral de 2012 e a proposta de reformulação do Ensino Médio encampada pelo deputado. Na todo estou eu, ladeado à esquerda pelo deputado Marco Maia (PT/RS), presidente da Câmara Federal e à direita pelo deputado Reginaldo Lopes, presidente do PT de Minas Gerais.

  • Artigo do Levon: Miltinho e a juventude

    Uma das várias homenagens na rede social Facebook
    Eu tinha uns 13 ou 14 anos de idade quando a adolescente Gabriane faleceu depois de muito lutar contra uma doença que acabou por levar sua vida tão precocemente. Não a conheci pessoalmente. Mas me lembro com muita clareza da imensa tristeza que tomou conta de todos nós, adolescentes e jovens do início dos anos 1990. Como todos nessa idade, não nos preocupávamos com a morte. Ela não estava no nosso horizonte. Éramos imortais. E o desaparecimento físico de alguém como nós, chocou-nos ferozmente.

    Um pouco mais adiante, no 2º ano do Ensino Médio, mais uma morte de alguém da mesma faixa etária. Estávamos com 16 anos. José Aleatson, meu colega de sala, morto num acidente de moto no cruzamento da Rua Pedra Azul com a Rua Tamoios, num tempo em que usar o capacete ainda não era algo tão natural em Taiobeiras, como hoje. Mais uma vez a morte desafiando a juventude. E nós nos comovemos e choramos mais uma vez.

    Agora, com a morte de Miltinho, 19 anos, eu já na condição de adulto, mais uma vez constato o quanto os jovens e os adolescentes, do alto de sua imortalidade gloriosa, são sensíveis à dor e à despedida. Não são alienados como equivocadamente se supõe. Sua vocação é a vida, instantânea e intensa, livre dos limites físicos e materiais, aberta ao caminho da eternidade.

    Foi a primeira morte de um jovem querido, trabalhador e humilde na “Era Facebook” em Taiobeiras. As redes sociais virtuais e reais transbordaram de dor e de sentimento. Emoções somente capazes de ser tão intensas no universo luminoso da juventude.

    Uma torrente de lágrimas e flashes memoriais abriu caminho por entre a fatalidade. Uma overdose de dor e de carinho soprou como brisa suave em meio à ventania da tempestade do acaso. Jovens prantearam um jovem. Comoveram a todas as idades. Comoveram-se a si mesmos e, amargamente, tomaram parte e consciência da fragilidade de seus corpos físicos. Porém se constituíram, na dor e na crueldade dos fatos, em herdeiros da transcendência que a amizade verdadeira e a memória positiva passaram a conceder às suas existências concretas e permanentes.

    Miltinho passou da vida terrena à condição de ícone de uma juventude que, ao contrário do que se suponha, tem sentimentos, sonha e deseja, ardentemente, continuar vivendo. Que ele esteja com Deus!

    Miltinho vive! E seus pares, jovens, também! Para sempre!

    * Levon Nascimento é professor. Miltinho foi seu aluno do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental, na Escola Estadual Presidente Tancredo Neves.
  • A maior flor do mundo

    Para crianças e adultos com espírito de criança…

    A Maior Flor do Mundo – Curta-metragem de animação baseada no livro «A Maior Flor do Mundo», de José Saramago. Produzido em 2007,o filme ganhou o prémio de melhor animação do Anchorage Internacional Film Festival e foi nomeado para os Goya deste ano na categoria de melhor curta-metragem. Saramago aparece no filme, como narrador e como personagem.” Assis Ribeiro no Blog do Luis Nassif.

  • Miltinho

    Não há o que falar. Apenas a pensar. “Deus tem saudade dos bons”!
    Miltinho, grande estudante. Excelente pessoa!
    Que Deus o acolha…
  • Valores éticos e políticos, os meus

    Essa bela narrativa do Frei Betto serve como explanação dos valores éticos e políticos que eu luto para cultivar em minha vida:

    “Verifique periodicamente se você é mesmo de esquerda. Adote o critério de Norberto Bobbio: a direita considera a desigualdade social tão natural quanto a diferença entre o dia e a noite. A esquerda a encara como uma aberração a ser erradicada. (…)

    Conviver com os pobres não é fácil. Primeiro, há a tendência de idealizá-los. Depois, descobre-se que entre eles há os mesmos vícios encontrados nas demais classes sociais. Eles não são melhores nem piores que os demais seres humanos. A diferença é que são pobres, ou seja, pessoas privadas injusta e involuntariamente dos bens essenciais à vida digna. Por isso, estamos ao lado deles. Por uma questão de justiça. (…)

    Em todos os setores da sociedade há corruptos e bandidos. A diferença é que, na elite, a corrupção se faz com a proteção da lei e os bandidos são defendidos por mecanismos econômicos sofisticados, que permitem que um especulador leve uma nação inteira à penúria. (…)

    A vida é o dom maior de Deus. A existência da pobreza clama aos céus. Não espere jamais ser compreendido por quem favorece a opressão dos pobres”.

  • Livro: Taiobeiras: seus fatos históricos

    Um livro, em dois volumes, que todo(a) cidadão(ã) taiobeirense e, também, os que gostam da cidade, deveriam ler: TAIOBEIRAS: SEUS FATOS HISTÓRICOS, Volumes I e II.
    A autoria é do advogado e escritor nascido em Taiobeiras Avay Miranda. Foi editado em 1997 pela Editora Thesaurus, de Brasília/DF. Cada volume possui cerca de 260 páginas.
    As origens do município, os primeiros moradores, a cultura, a religião, a política e os personagens emblemáticos são muito bem retratados no livro. Destaque para a narrativa da passagem dos “revoltosos” (Coluna Prestes)  no povoado de “Bom Jardim das Taiobeiras” em 26 de abril de 1926.
    Tem muita gente que só conhece trechos da obra por conta de algum trabalho escolar ou por leitura de partes reproduzidas em sites na internet. O ideal é ler por inteiro.
    Além de muitos exemplares em mãos de particulares, a obra se encontra em todas as bibliotecas públicas e escolares de Taiobeiras.
  • Na semana de Corpus Christi: "Que o pão da vida nos revigore no nosso sim!"

    Em tempos de “consumição” (muito consumismo) e pouca comunhão, que a festa de Corpus Christi nos ensine a amar o Corpo de Jesus presente na pessoa de cada ser humano, especialmente aos que mais se encontram desfigurados da dignidade divina. E não são poucos.

    Digamos sim à realidade nova onde o que vale não é o preço estampado nos produtos e até nas pessoas, mas pelo contrário, a condição divino-humana que brilha escondida no coração de cada criatura.


    Mais:
  • Minissérie contará a vida de dom Pedro Casaldaliga

    Dom Pedro Casaldáliga
    * Do site da CNBB
    A vida de dom Pedro Casaldáliga, 84 anos, bispo emérito de São Felix de Araguaia (Mato Grosso), vai virar minissérie de TVs espanhola e brasileira.
    O missionário catalão chegou ao Brasil em 1968, como conta o jornalista Francesc Escribano no livro “Descalço na terra roxa”, no qual se baseia a minissérie. A minissérie será produzida pela TV Brasil, TVc, TVe e Raiz Produções Cinematográficas. “Terra Roxa” terá 13 episódios de 22 minutos cada. Na Espanha, irá ao ar em dois episódios de 85 minutos.
    O papel do religioso, que defendeu a democracia em plena ditadura militar brasileira (1964-1985) e enfrentou latifundiários e posseiros de terras, ficou com o premiado ator espanhol Eduard Fernández, que veio até o Araguaia conhecer dom Pedro Casaldáliga.
    Desde que foi nomeado bispo da Prelazia de São Felix de Araguaia, em 23 de outubro de 1971, nunca deixou o Mato Grosso, com exceção de uma visita a Nicarágua em 1985 e algumas audiências na Santa Sé.
    A Prelazia Territorial de São Felix teve dom Pedro como primeiro bispo prelado. Seu sucessor foi dom Leonardo Ulrich Steiner, que permaneceu no cargo até a nomeação como auxiliar de Brasília, em setembro de 2011. O atual prelado é dom Adriano Ciocca Vasino, nomeado no último dia 21 de março.
    Mais:
  • Dilma: "crescimento econômico e preservação ambiental"

    * Do Dilma.com.br

     A presidenta Dilma Rousseff reforçou sua posição ao lembrar que o Brasil é um país que concilia crescimento econômico e preservação ambiental. A presidenta chamou atenção para o tema durante a cerimônia de entrega do Prêmio Objetivos do Desenvolvimento do Milênio (ODM) Brasil, no Palácio do Planalto, nesta quarta-feira, 30/5.

    “Mostramos que é possível preservar nossas florestas, nossa biodiversidade, nossos rios, nossas riquezas naturais. É possível tudo isso e, ao mesmo tempo, crescer e desenvolver a produção agrícola e industrial”, afirmou.

    A 4ª edição do Prêmio – criado pelo governo brasileiro – reconheceu 20 organizações sociais e prefeituras que ajudam a alcançar os objetivos do milênio. A Organização das Nações Unidas (ONU) definiu um conjunto oito metas a serem cumpridas até 2015, relacionadas a questões como redução da pobreza, da mortalidade infantil, garantia de educação básica e combate à aids.

    Código Florestal – Reforçando a preocupação deste governo com o meio ambiente, a presidenta Dilma Rousseff decidiu vetar 12 itens do Código Florestal e fazer 32 modificações no texto aprovado pela Câmara dos Deputados no fim de abril. As alterações da presidenta acabam com a possibilidade de anistia aos desmatadores.

    Crescimento sustentável – Dilma também tem como meta de governo acabar com a miséria no país e assim incluir todos os brasileiros no ciclo de crescimento econômico. Esse mês o programa Brasil Sem Miséria completou um ano e já retirou 700 mil famílias da pobreza.

    “Com o Brasil sem Miséria, estamos enfrentando o desafio de acabar com a extrema pobreza no país. Esse é o compromisso do meu governo, um compromisso que significa garantir renda, mas também garantir saúde, alimentação, água tratada, educação e qualificação profissional”, afirmou.

    Saiba mais:
  • Minha entrevista ao Blog do Rhansley

    Rhansley Santos
    Rhansley é um jovem antenado com o momento. Muito capacitado, utiliza todo o seu potencial pelo bem da sociedade. Foi meu aluno na Escola Estadual Presidente Tancredo Neves por quatro anos, do 6º ao 9º do Ensino Fundamental (antigas 5ª a 8ª séries) entre 2008 e 2011. Atualmente está no 1º ano do Ensino Médio na Escola Estadual Oswaldo Lucas Mendes. E já chegou à nova escola demonstrando maturidade e cidadania. Ele foi um dos destacados participantes da fundação do Grêmio Escolar recêm criado no “Colégio”.

    Contactado por ele, concedi ao seu blog um entrevista. Quem quiser conhecer os detalhes, clique aqui.

    Obrigado, Rhansley!

  • Taiobeiras: Posse da 1ª direção do Grêmio Estudantil da Escola Oswaldo Lucas

    Fui convidado pelo Rhansley Santos, mas por estar trabalhando no horário, não pude comparecer à cerimônia de posse da 1ª diretoria do Grêmio Estudantil da Escola Estadual Oswaldo Lucas Mendes, ocorrida nesta tarde.

    Parabenizo à chapa vencedora, Vozes da Juventude, à escola e a todos os estudantes que participaram desse processo democrático. Desejo sucesso na luta!

  • O conto do professor Fabiano

    Fabiano Alves Pereira, ao centro, com alunos
    Já li e gostei muito. Recomendo a vocês que leiam também. Falo do conto Vidas Transformadas, escrito pelo professor de História, Artes e Iniciação Musical, Fabiano Alves Pereira, da Escola Estadual Presidente Tancredo Neves (Taiobeiras/MG).

    O conto está publicado neste no blog da escola. Clique aqui para ler.