“Ó noite de alegria verdadeira, que uniu de novo o céus à terra inteira!”
Feliz Páscoa de Jesus a todos.
Feliz Páscoa de Jesus a todos.
![]() |
| População de Taiobeiras pede paz em manifestação (04/04/2012) contra a violência no trânsito. Violência que vitimou a menina Janaína em 01/04/2012 na Av. do Contorno. Crédito: Alex Sandro Mendes |
I
| População de Taiobeiras reage contra violência no trânsito |
![]() |
| Panfleto entregue na manifestação |
| Em oração, população de Taiobeiras pede Paz. |
Congratulações aos organizadores da manifestação.
Surgiu no final dos anos 1940, assim que a televisão entrou nas casas de família. Nos Estados Unidos, país com o maior número de aparelhos por habitante, a autoridade máxima de saúde pública do país (Surgeon General) já afirmava em comunicado à nação, no ano de 1972: “A violência na televisão realmente tem efeitos adversos em certos membros de nossa sociedade”. Desde então, a literatura médica já publicou sobre o tema 160 estudos de campo que envolveram 44.292 participantes, e 124 estudos laboratoriais com 7.305 participantes. Absolutamente todos demonstraram a existência de relações claras entre a exposição de crianças à violência exibida pela mídia e o desenvolvimento de comportamento agressivo.
Ao lado deles, em 2001, foi publicado um estudo interessantíssimo numa das mais importantes revistas de psicologia, que evidenciou efeitos semelhantes em crianças expostas a videogames de conteúdo violento. Em fevereiro de 2002, Jeffrey Johnson e colaboradores da Universidade de Columbia publicaram na revista Science os resultados de uma pesquisa abrangente que estende as mesmas conclusões para adolescentes e adultos jovens expostos diariamente às cenas de violência na TV.
A partir de 1975, os pesquisadores passaram a acompanhar um grupo de 707 famílias, com filhos entre um e dez anos de idade. No início do estudo, as crianças tinham em média 5,8 anos e foram seguidas até 2000, quando atingiram a média de 30 anos. Nesse intervalo de tempo, periodicamente, todos os participantes e seus pais eram entrevistados para saber quanto tempo passavam na frente da televisão. Além disso, respondiam a perguntas para avaliar a renda familiar, a possível existência de desinteresse paterno pela sorte dos filhos, os níveis de violência na comunidade em que viviam, a escolaridade dos pais e a presença de transtornos psiquiátricos nas crianças, fatores de risco sabidamente associados ao comportamento agressivo.
A prática de atos agressivos pelos jovens foi avaliada por meio de sucessivas aplicações de um questionário especializado e de consulta aos arquivos policiais. Depois de cuidadoso tratamento estatístico, os autores verificaram que, independentemente dos fatores de risco citados acima, o número de horas que um adolescente com idade média de 14 anos fica diante da televisão, por si só, está significativamente associado à prática de assaltos e à participação em brigas com vítimas e em crimes de morte mais tarde, quando atinge a faixa etária dos 16 aos 22 anos. Essa conclusão vale para homens ou mulheres, mas não vale para os crimes contra a propriedade, como furtos e vandalismo, que aparentemente parecem não guardar relação com a violência presenciada na TV.
Conclusões idênticas foram tiradas analisando-se o número de horas que um jovem de idade média igual a 22 anos (homem ou mulher) dedica a assistir à televisão: quanto maior o número de horas diárias, mais frequente a prática de crimes violentos. Entre adolescentes e adultos jovens expostos à TV por mais de três horas por dia, a probabilidade de praticar atos violentos contra terceiros aumentou cinco vezes em relação aos que assistiam durante menos de uma hora. O estudo do grupo de Nova York é importante não só pela abrangência (707 famílias acompanhadas de 1975 a 2000) ou pela metodologia criteriosa, mas por ser o primeiro a contradizer de forma veemente que a exposição à violência da mídia afeta apenas crianças pequenas. Demonstra que ela exerce efeito deletério sobre o comportamento de um universo de pessoas muito maior do que aquele que imaginávamos.
Apesar do consenso existente entre os especialistas de que há muito está caracterizada a relação de causa e efeito entre a violência exibida pelos meios de comunicação de massa e a futura prática de atos violentos pelos espectadores, o tema costuma ser abordado com superficialidade irresponsável pela mídia, como se essa associação ainda não estivesse claramente estabelecida.
Em longo comentário ao artigo citado, na revista Science, Craig Anderson, da Universidade de Iowa, responsabiliza a imprensa por apresentar até hoje como controverso um debate que deveria ter sido encerrado anos atrás. Segundo o especialista, esse comportamento é comparável ao mantido por décadas diante da discussão sobre as relações entre o cigarro e o câncer de pulmão, quando a comunidade científica estava cansada de saber e de alertar a população para isso. Seis das mais respeitadas associações médicas americanas (entre as quais as de pediatria, psiquiatria, psicologia e a influente American Medical Association) publicaram, em 2001, um relatório com a seguinte conclusão sobre o assunto: “Os dados apontam de forma impressionante para uma conexão causal entre a violência na mídia e o comportamento agressivo de certas crianças”.
As associações médicas e a imprensa brasileira dariam importante contribuição ao combate à violência urbana se trouxessem esse tema a debate.
Retroescavadeira doada à Prefeitura de Taiobeiras pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário do Governo Dilma (PT) na última sexta-feira, 23/03/2012. Verba da 2ª etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2). Um importante instrumento de trabalho para alavancar o desenvolvimento do município.
| Taiobeiras e sua longa noite política |
Para o bem ou para o mal, de acordo com as conveniências de quem se encontra no poder ou dos que estão na oposição, cada época tem os seus mitos. Joel já é um desses na história taiobeirense e Denerval pavimenta o caminho.
| Reunião sobre segurança pública na ACIT (Taiobeiras) |
![]() |
| Violência em Taiobeiras |
| Pôr-do-sol visto da zona rural de Cordeiros/BA, com o Morro da Feirinha (Condeúba/BA) ao fundo e à direita. 19 fev. 2012. |
Que esta compreensão de nossas limitações nos anime a valorizar cada pequeno instante de nossa existência, sempre buscando o caminho da verdade, da justiça e da vida em plenitude, que emana do coração de Deus.
Todos os trabalhadores
Vamos juntos entoar
Operários, lavradores
São José vamos saudar, ai, ai
A mulher trabalhadora
Faxineira e professora
E também dona de casa
Tem os filhos pra cuidar, ai, ai
Refrão: São José, homem do povo
Entendeu a mensagem do Senhor
Operário, feliz esposo
De Maria, a mãe do Salvador
Empregada, balconista
Empresário e escritor
Comerciante e artista
Cantam juntos o louvor, ai, ai
Santo humilde, homem justo
Elevamos nossa voz
Teu exemplo nos ajude
Que a justiça viva em nós, ai, ai
| Imagem da 2ª Marcha de Mulheres do Norte de Minas que ocorreu nas cidades Nova Porteirinha e Janaúba em março de 2011. |
O Coletivo de Mulheres do Norte de Minas, movimento que articula as lutas das mulheres de diferentes realidades, tais como quilombolas, indígenas, geraizeiras, caatingueiras, agricultoras familiares, trabalhadoras do campo e da cidade e atingidas (por barragens, pela monocultura do eucalipto e pela mineração), realiza neste sábado, 17 de março de 2012, a 3ª Marcha do Coletivo de Mulheres do Norte de Minas pelas ruas de Taiobeiras.
Para mais informações, clique aqui.