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  • Mudanças Climáticas: Há culpados pelas inundações no Rio Grande do Sul?

    Mudanças Climáticas: Há culpados pelas inundações no Rio Grande do Sul?

    A tragédia das inundações no Rio Grande do Sul tem culpados, sim! E não é Deus, nem São Pedro, nem Lula.

    Os políticos de direita ou extrema-direita, quando precisam da ajuda dos governantes de esquerda, têm a mania de dizer: “-Sem ideologia, agora! Não é hora de buscar culpados! É hora de união!”.

    Foi o que fez e disse o governador gaúcho, tucano, Eduardo Leite, pego com as calças na mão pelo maior desastre climático da história do Brasil, quando teve de pedir socorro ao Presidente Lula.

    Dias antes, o tucano, em vez de ligar e ir pelos canais corretos, quis dar uma de bonzão dando ultimatos ao presidente por rede social.

    O mesmo governador que, 15 dias antes, havia recebido relatórios dos institutos climáticos, a anunciar o caos que viria, e nada fez.

    O mesmo governador que modificou, no ano passado, o código florestal do Rio Grande do Sul, abrindo a porteira para a boiada do desmatamento desenfreado do bioma dos pampas, predominante naquele estado.

    O mesmo governador que ataca as políticas sociais e ambientais do Governo Lula e namora com o discurso negacionista e antipreservacionista do agro e da extrema-direita.

    Aliás, cadê os políticos bolsonaristas que falavam que Mudança Climática não existe? Inclusive, um deputado gaúcho do Partido Novo, muito idolatrado por certos inteligentinhos daqui. Cadê Mourão? Cadê Ricardo Sales? Cadê Bolsonaro, numa hora dessas? De certo, andando de Jetski.

    As chuvas disruptivas do Sul têm culpado. Não é Deus e nem São Pedro. É a Mudança Climática, fruto da emissão desenfreada de CO2 na atmosfera e da ganância do grande capital mundial. Não adianta negar. Se negar se afoga.

    Abraçar o Acordo de Paris e reduzir as emissões eram para ontem. Já passamos do ponto de não retorno. O calorão do fim do ano, as pandemias, as avalanches de mosquitos da dengue e as enchentes torrenciais, agora, são a nova realidade. Precisa-se de políticas públicas de mitigação, de consciência ética e ecológica e do combate à acumulação de capital desordenada, que drena a riqueza de bilhões de pessoas para apenas algumas poucas centenas de seres humanos.

    E ao povo, acreditar menos nas fake news da extrema-direita – que só trabalha para o lucro ganancioso do agro, que não está nem aí para as mudanças climáticas, pois mora nas melhores mansões, protegidas das intempéries, com ar condicionado e água potável – já é um bom começo.

    Sim, governador Leite, agora é hora de união. Inclusive, o Nordeste, que tantos os sulistas atacam com racismo e xenofobia, lidera as regiões do país em ajuda aos irmãos gaúchos. Mas é preciso apontar o dedo para os culpados, sim! E o senhor é um deles.

    Créditos da imagem: Reprodução da internet.

  • Em 2026, 100 anos da passagem de Luiz Carlos Prestes em Taiobeiras

    Em 2026, 100 anos da passagem de Luiz Carlos Prestes em Taiobeiras

    * Levon Nascimento

    Único grande fato da História do Brasil que teve Taiobeiras como pano de fundo de seu desenrolar, a Coluna Prestes caminha para completar 100 anos.

    Em 26 de abril de 2026, terá se completado o centenário da passagem do Capitão Luiz Carlos Prestes, líder da revolta tenentista conhecida como Coluna Prestes, pelo vilarejo de Taiobeiras, então distrito do município de Salinas.

    Naquela segunda, 26/04/1926, os revoltosos, como os combatentes de Prestes ficaram conhecidos por aqui, vinham da espetacular manobra militar batizada como “Laço Húngaro”, uma mostra da genialidade do “Cavaleiro da Esperança”. Deram um nó tático, nos desfiladeiros de Serra Nova, município de Rio Pardo de Minas, nas tropas legalistas e mercenárias a serviço do Governo Federal do presidente coronelista Artur Bernardes, deixando-as desnorteadas.

    Ao atravessar Taiobeiras, encontram o povoado deserto. As famílias fugiram para o Grama. Somente o comerciante João Rêgo e sua família permaneceram. Atenderam bem aos revolucionários. No final, Prestes o pagou com um coturno cheio de moedas. Era o preço da Guerra Civil brasileira.

    A Coluna Prestes, que durou de 1925 a 1927, percorreu 25 mil quilômetros de Brasil, pregando a luta contra o regime oligárquico do café-com-leite, que vigorava na política nacional.

    Prestes, seu líder, nas palavras do poeta Pablo Neruda, foi o dirigente revolucionário latino-americano que “teve uma vida tão trágica e portentosa quanto” nenhum outro.

    Referências:
    COTRIM, Dário Teixeira. O Laço Húngaro: Uma estratégia militar bem sucedida. 1. ed. Montes Claros: Millennium, 2008.
    MIRANDA, Avay. Taiobeiras: Seus fatos históricos. 1. ed. Brasília: Thesaurus, 1997. V. I.
    PRESTES, Anita Leocádia. Luiz Carlos Prestes: Patriota, revolucionário, comunista. 2. ed. São Paulo: Expressão Popular, 2011.

  • Lula, Israel, holocausto e genocídio

    Lula, Israel, holocausto e genocídio

    Holocausto é a palavra para designar o genocídio de 6 milhões de judeus em 13 anos de governo nazista na Alemanha sob Hitler.

    Não foi o único genocídio da história humana e nem o maior. Basta lembrar das dezenas de milhões de indígenas massacrados na colonização das Américas e da escravização de populações negras capturadas na África e dispersas pelo mundo em navios tumbeiros.

    Repudiamos o holocausto judeu. No entanto, o sofrimento dos judeus no passado – e mesmo a violência do terrorismo do Hamas em 07/10/2023 – não autoriza o atual governo de extrema-direita de Israel a cometer genocídio, uma espécie de holocausto reverso, contra dezenas de mulheres de crianças, mulheres e inocentes palestinos.

    Foi essa a fala de Lula, contra a morte de milhares, a favor da paz e responsabilizando os culpados. Ele está certo, pois fala a verdade. Lula foi o primeiro presidente brasileiro a visitar Israel e a honrar a memória das vítimas do holocausto. Lula defende a solução pacífica de dois Estados: um palestino e um israelense no território da antiga Terra Santa.

    E mais: usar a Bíblia para justificar os crimes atuais do Estado israelense é, além de ignorância religiosa e política, estupidez e pecado (de quem se diz cristão).

  • Sem anistia para os golpistas do 8 de janeiro

    Sem anistia para os golpistas do 8 de janeiro

    Em 8 de janeiro de 2023, apenas oito dias após a posse do Presidente Lula, eleito pela terceira vez, democraticamente, pelo voto da maioria dos brasileiros, um novo golpe de Estado foi tentado no Brasil. Mais um, em nossa história interminável de golpismo.

    Centenas de pessoas, enraivecidas pela lavagem cerebral cultivada em suas mentes, nos últimos dez anos, pela extrema-direita sanguinária, marcharam para Brasília num domingo. Invadiram as sedes dos três poderes da República e destruíram os prédios públicos, as obras de arte, defecaram, atentaram contra a vida de policiais. Acharam que poderiam fazer voltar ao poder o ex-presidente, genocida, responsável pela morte de 700 mil brasileiros por negligência durante a pandemia. Queriam esfolar, prender, matar. A morte brilhava em seus olhos emburrecidos pela pregação do ódio bolsonarista.

    Foi um fenômeno dos novos tempos (ou dos velhos, pois no nazismo e no fascismo do século XX também era assim). Queriam tirar do poder o governo democraticamente eleito para por no lugar uma ditadura comandada pelas forças armadas, pelo pior do agrobusiness, por neoescravocratas racistas, por pastores vendilhões do templo e por uma desclassificada classe política nazifascista. Suas bandeiras eram a morte, o armamentismo, o ódio de classe, de raça e aos pobres, a intolerância política e ideológica, o negacionismo científico, o fanatismo religioso e o retrocesso das conquistas sociais e trabalhistas duramente construídas pelo povo brasileiro.

    Foi a Intentona dos “Patriotários”: gente que se chamava de patriota, mas que não duvidou em nenhum momento de que destruir o que é público e, pior, a democracia, nada tem de amor pela Pátria. Gente que “fez faculdade” através de vídeos de fake news e autoajuda charlatã dos coaches de WhatsApp. Alguns até de boa vontade, mas de coração invadido pela ruindade e malignidade bolsonarista.

    O golpe daquele 8 de janeiro foi controlado. A idiotia e o mau-caratismo tentam fazer crer que foi a esquerda, e não ela própria, a extrema-direta, a responsável pelo quebra-quebra brasiliense. Mas, como disse Tancredo Neves, certa vez: “morto o dragão do autoritarismo, tarefa mais difícil é retirar sua carcaça fedida do meio da praça”. Assim, é preciso condenar exemplarmente os mandantes, os financiadores e as autoridades que flertaram ou condescenderam com a traição da Constituição e da democracia brasileiras. “Traidor da Constituição é traidor da Pátria”, declarou o velho Ulysses Guimarães ao promulgar a Constituição de 1988.

    Sem anistia para os golpistas.

  • A cultura do descarte

    A cultura do descarte

    O consumismo é consequência direta do capitalismo, que é o grande “demônio” dos tempos de hoje. Diferentemente da satisfação das necessidades fundamentais, o consumo excessivo é artificialmente estimulado e doentiamente estabelecido para enriquecer uns poucos, às custas da destruição inconsequente de todos e de tudo. Do consumismo das coisas, nasce a cultura do descarte das pessoas, que é ainda pior. Está presente em todos os lugares e situações.

    Nos ambientes mais ligados à economia do capital, empregos, mídia, comércios, relações de trabalho, nem se fala! Você vale enquanto produz. Pode ser o mais destacado e proativo “colaborador”, o mais brilhante “empreendedor”, o artista mais talentoso. Adoeceu, ficou ansioso, angustiado, tirou licença, caiu um pouco de produção… torna-se objeto para refugo.

    Pior é na família, nas comunidades e movimentos da Igreja, nas amizades… Não se iluda! O descarte também ocorre sem cerimônia nesses espaços “virtuosos”, onde o discurso da preocupação com a salvação do próximo faz parte do repertório. Assimilaram os piores exemplos da sociedade do capital. O esquecimento é praxe. Você e eu estamos a passar por isso. A lata de lixo do ostracismo está reservada para nós.

    É a obsolescência das relações humanas imitando à das coisas. Gente que não presta mais. O meio ambiente natural e o social poluídos pelo desenfreio do consumo, consumindo-se. Isso é real, cruel e anticristão.

    Se quisermos ter futuro, viver e ser felizes, mais do que votos de feliz ano novo, precisamos enfrentar o capitalismo e sua cultura de descarte, em todas as dimensões.

  • A chuva chegou ao sertão!

    A chuva chegou ao sertão!

    É tempo de Advento, o período litúrgico que prepara para a celebração do Natal de Jesus.

    Diz uma canção composta especialmente para ser cantada neste período adventício nas igrejas: “Das alturas orvalhem os céus/ E as nuvens que chovam justiça/ Que a terra se abra ao amor/ E germine o Deus-salvador”.

    Para além dos fenômenos naturais, meteorológicos e físicos; e dos antrópicos, como a crise climática, vejo também a chuva que chegou como “misericórdia divina”. É a integração mística enxergada por uma mente que sabe distinguir a integralidade e a interligação da criação divina, sem os negacionismos e os fanatismos típicos do deep state da religião

    Retomando os elementos da canção e unindos-os aos fenômenos naturais, digo que a chuva que chega vem das alturas do divino coração amoroso. Peço que ela traga-nos além da água que aplaca a sede da terra, também a justiça e a equidade, que a humanidade anseia neste tempo de ganância desenfreada do ídolo-mercado capitalista. Desejo que a terra molhada se abra ao amor e à sensatez da preservação do meio ambiente, nossa casa-comum, passando a reverenciar tudo e todos como dons de Deus e não como oportunidades mercadológicas. Mais contemplação e menos empreendedorismo. A primeira é de Deus; o segundo vem do maligno.

    Por fim, que venha Jesus, o Emanuel-Deus-conosco, em sua ciclicidade natalina, para nos abraçar com carinho, para terminar com as guerras e o fascismo e, por fim, para redimir a criação inteira, que geme em dores de parto.

    Marana-ta! Vem, Senhor Jesus!

  • “Comunista, graças a Deus!”

    “Comunista, graças a Deus!”

    Lênin não acreditava em céu ou inferno, pois era ateu. Porém, a julgar pelo propósito dele, que era derrotar a burguesia que adora o capital e despreza o próximo, e conhecendo o que diz o Evangelho de Jesus, sou da humilde opinião de que é mais fácil Lênin se encontrar no Paraíso do que os seus difamadores religiosos entrarem no Reino dos céus.

    Falo isso porque assisti a um vídeo produzido pelo gabinete do ódio do bolsonarismo, feito para difamar o ministro Flávio Dino, católico de esquerda, novo escolhido de Lula para o STF.

    No vídeo, em uma entrevista antiga, Dino diz que é “comunista, graças a Deus!”, numa referência ao seu antigo partido, o PCdoB. Hoje ele é do PSB. Nenhum problema. Os primeiros cristãos, segundo os Atos dos Apóstolos, também eram “comunistas, graças a Deus”, pois “tinham tudo em comum e dividiam seus bens com alegria”. Aliás, Jesus ameaçou os “capitalistas” da época com um chicote, no templo, “porque faziam da casa do Pai um mercado”, e em outra passagem disse categoricamente que era “mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que um rico entrar no Reino do céus”.

    Mas o que tem Lênin a ver com isso?

    É que no tal vídeo, Dino diz seguir a cartilha de Lênin. Mentirosamente, o vídeo feito para gente que nunca leu uma orelha de livro de Ciência Política ou História, faz uso do mais sujo fanatismo religioso. Diz que Lênin recebeu seu “decálogo” diretamente do inferno. Ignoram que além de político, Lênin foi um dos mais prestigiados intelectuais da política, da economia e da filosofia de sua época. Um decálogo para Lênin é pouco.

    Enfim, tanto quanto Cristo foi condenado pelos religiosos de seu tempo, mal comparando, com todos os nossos defeitos humanos, todas as lideranças que enfrentam o capitalismo e os ricos do mundo, como Lênin, Mandela, Dilma, Lula e Dino, são massacradas por gente que se diz de Deus; gente cujo “o lugar é o céu”. Nem que seja o céu da boca da onça.

  • Lançamento do livro Torpes Labéus

    Lançamento do livro Torpes Labéus

    Em 8 de dezembro de 2023, na sede da Câmara Municipal de Taiobeiras, norte de Minas Gerais, ocorreu o lançamento do livro “Torpes Labéus: Diário da Pandemia Fascista Brasileira (2013-2023)”, publico pela Editora Autografia, de autoria do professor Levon Nascimento.

    A obra retrata a década de 2013 a 2023, passeando pelos fatos históricos, políticos e sociais do Brasil no período, em formato de diário, com um viés crítico.

    No evento de lançamento, estiveram presentes o deputado federal Padre João (PT/MG), o deputado estadual Leleco Pimentel (PT/MG), lideranças políticas, religiosas, sociais e comunitárias da microrregião do Alto Rio Pardo, educadores, músicos, poetas e ativistas sociais e culturais.

    Confira as fotografias…

  • Gratidão por 2023. Feliz 2024!

    Gratidão por 2023. Feliz 2024!

    A palavra é gratidão! Agradecimentos. Muito obrigado!

    Ao Emanuel-Deus-Conosco, pela vida que não se esgota.

    À minha família, pela travessia amorosa neste tempo histórico.

    Aos/às amigos/as, pela gratuidade da amizade.

    Aos/às companheiros/as de lutas políticas de esquerda, partidárias e sociais, pelo compartilhamento dos sonhos de uma nova sociedade, mais justa, plural e fraterna.

    Aos/às colegas de trabalho, pela oportunidade de construir a educação pública, gratuita e de qualidade.

    Aos/às meus/minhas alunos/as, pelo carinho.

    Aos/às professores/as do doutorado, pelos ensinamentos, que nunca são poucos.

    Aos/às colegas do doutorado, pelas aflições passadas juntos.

    Aos irmãos/ãs cristãos/ãs, pela vivência autêntica do Evangelho de Jesus Libertador.

    Aos/às leitores dos meus livros, pela paciência em tentar compreender as minhas ideias.

    Aos/às colaboradores/as de Torpes Labéus, das mais variadas ajudas (ilustração da capa, exórdio, epílogo, mística das Camponesas, mestra de cerimônia, cantores, poetas, animadores, patrocinadores, colaboradores da “vakinha” online, “Juntos Para Servir”), meu afeto e abraço.

    Deus recompense vocês com mais vida, saúde, alegria e amor.

  • Torpes Labéus: novo livro de Levon Nascimento

    Torpes Labéus: novo livro de Levon Nascimento

    * Por Levon Nascimento

    A produção de um livro é um tipo de operação que muita gente não vê, porém é árdua, exaustiva e complexa. Em outras palavras, dá trabalho… muito trabalho! É necessário valorizar, incentivar, comprar e, principalmente, LER.

    Meu novo livro, TORPES LABÉUS, que será lançado em dezembro próximo, é uma espécie de diário, que retrata os dez últimos anos de nossa história social, política e cultural. Como é um diário, traz a visão e a opinião do autor sobre os fatos ocorridos. Será uma fonte a mais de pesquisa para quem deseja entender sobre como chegamos nessa era de Torpes Labéus.

    A capa é do talentoso @cigania, o exórdio do amigo escritor rio-pardense @vladepatricio e o epílogo do amigo moçambicano @juma_acha.

  • Obras do novo Governo Lula em Taiobeiras

    Obras do novo Governo Lula em Taiobeiras

    #lula | #taiobeiras | Já tem obra do novo Governo Lula em Taiobeiras. A obra da foto é na Praça de Esportes. Mas tem muito mais. É Lula com o nosso povo! Do Zema e do Bolsonaro, ninguém sabe, ninguém viu.

  • Novo Minha Casa Minha Vida Rural em Taiobeiras

    Novo Minha Casa Minha Vida Rural em Taiobeiras

    Neste domingo (10/9/23), estive nas reuniões das associações comunitárias de Lagoa Dourada e Mirandópolis, juntamente com Rafael Ferreira, Geraldo Caldeira Barbosa, presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Taiobeiras e Flaviana Costa Sena Nascimento, candidata a Conselheira Tutelar de Taiobeiras.

    Na oportunidade, falamos do novo programa Minha Casa Minha Vida Rural, das políticas públicas do Governo Lula, do associativismo e da importância de fazer parte do sindicato e esclarecemos sobre o processo de eleição do Conselho Tutelar, que ocorrerá no próximo dia 01 de outubro.

    Gratidão a Nelson, Nilson e dona Elza, que nós convidaram para participar desses frutíferos encontros.

  • Padre João e Leleco Pimentel no Riacho de Areia e em Olhos D’Água, em Taiobeiras

    Padre João e Leleco Pimentel no Riacho de Areia e em Olhos D’Água, em Taiobeiras

    No sábado (9/9/23), o Projeto “Juntos para Servir”, dos mandatos do Deputado Federal Padre João e do Deputado Estadual Leleco Pimentel (Partido dos Trabalhadores – MG), esteve em Taiobeiras, no Alto Rio Pardo.

    Primeiramente, os deputados se reuniram com os moradores da Comunidade de Olhos D’Água, onde prestaram contas do trabalho legislativo e fizeram a entrega de uma carreta-tanque e de um subsolador, frutos de emendas parlamentares, à associação comunitária.

    Em seguida, foi a vez da Comunidade Riacho de Areia, onde houve uma confraternização com os moradores e convidados das comunidades vizinhas. Foram entregues às associações de Manteiga e Riacho de Areia um trator e uma grade agrícola.

    Na oportunidade, os deputados reafirmaram os compromissos com as comunidades, a agricultura familiar, a educação do campo e a moradia popular de caráter social.

    Esclareceram sobre o novo Minha Casa Minha Vida Rural e as demais políticas públicas emancipadoras do Governo do Presidente Lula. Os diretores do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Taiobeiras, Geraldo Caldeira, Lourival Sena, Rafael Lucas, Gabriel Ferreira e Luciana, além de Tia Kêu, participaram das atividades com os deputados, organizadas pelo assessor regional Romário Fabri Rohm.

    O professor Levon Nascimento e os presidentes das associações visitadas, Antônio , Fabiano, Renilva e Marli, também acompanharam as atividades.

    Vilmar, presidente da Associação Municipal das Comunidades Rurais de Taiobeiras fez presença na reunião em Riacho de Areia.

    Edianilha (Nina), da Cooperativa de Restauradores do Cerrado Mineiro, presenteou os deputados com licores artesanais de frutos típicos da flora de Taiobeiras. Gratidão a todas e a todos!

  • Audiência na CODEVASF

    Audiência na CODEVASF

    Na segunda (11/9/23), participei de uma audiência na 1a. Superintendência Regional da CODEVASF, em Montes Claros, a convite do Deputado Federal Padre João (PT) e do Deputado Estadual Leleco Pimentel (PT), juntamente com várias lideranças populares da base do Projeto “Juntos Para Servir” das regiões Norte de Minas e Alto Rio Pardo.

    Discutimos e cobramos o atendimento célere das demandas de políticas públicas estruturantes para os nossos municípios.

    Entre os participantes, Geraldo Caldeira Barbosa, presidente do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Taiobeiras, Rafael Ferreira Lucas, mobilizador do Programa Minha Casa Minha Vida Rural em Taiobeiras, Romário Fabri Rohm, assessor dos mandatos “Juntos Para Servir” no Alto Rio Pardo, e Letícia, vereadora de Águas Vermelhas.

  • Poesia em Partículas, livreto de Levon Nascimento, na Amazon

    Poesia em Partículas, livreto de Levon Nascimento, na Amazon

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    Vinte e oito poesias curtas, compostas em quatro semanas, inspiradas nas flores, no sol, na lua e nas estrelas; sobre a vida, o choro, a alegria, o local e o global, o presente e o universal. Para se reencantar no encanto de viver.

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  • Derrubaram pé de pequi do Cruzeiro em Taiobeiras

    Derrubaram pé de pequi do Cruzeiro em Taiobeiras

    Um dia para chorar!

    Derrubaram o pequizeiro do Santo Cruzeiro, árvore histórica e tombada, patrimônio natural, histórico e cultural de Taiobeiras. Era um dos três elementos do conjunto que se compõe com o Santo Cruzeiro dos Martírios e a capelinha.

    Foi sob sua sombra que os peregrinos dos gerais, em penitência por chuva, no longínquo 1896, fizeram a promessa de erguer um cruzeiro ornamentando com os instrumentos do martírio de Cristo se alcançassem a benção do fim da seca.

    Graça conquistada, pagaram o compromisso em 2 de julho de 1897, levantando a grande cruz ao lado do pequizeiro.

    No mínimo, 150 anos de memórias sucumbiram pela motosserra em questão de segundos. A dor da destruição!

    É importante que a lei seja aplicada, com direito à defesa, para punir os eventuais responsáveis. E a nós, resta chorar, feito o dia de hoje (21/07/2023), em que até os céus vertem lágrimas sobre Taiobeiras.

    #taiobeiras #patrimoniocultural #patrimoniohistorico #cultura #historia

  • Financiamento coletivo do livro “Torpes Labéus” de Levon Nascimento

    Financiamento coletivo do livro “Torpes Labéus” de Levon Nascimento

    “Torpes Labéus: Diário da Pandemia Fascista Brasileira (2013-2023)” é o meu oitavo livro. Trata-se de uma coletânea de memórias sobre os fatos da história brasileira ocorridos nos últimos dez anos. O livro está em fase de editoração e impressão. O custo é bastante elevado. Colaborações acima de R$ 60,00 terão direito a um exemplar do livro. Colabore.

    Pix da ‘vakinha’ colaborativa para o livro “TORPES LABÉUS”:

    3875812@vakinha.com.br

  • Levon Nascimento lança “Guia Pessoal de Cultura 2023”

    Levon Nascimento lança “Guia Pessoal de Cultura 2023”

    Olá! Sou Levon! Professor de história, mestre em políticas públicas, doutorando em direito ambiental, escritor, poeta e ativista da defesa da Pessoa Humana e da Casa Comum que é a Terra.

    Neste livreto você encontra um guia da minha produção intelectual, artística e cultural.

    São vídeos, poemas, programas de rádio e, principalmente, livros.

    Produtos de uma intensa e batalhada caminhada, cujo propósito não é comercializar, mas compartilhar.

    Compartilho dons. Dom é presente.
    De graça recebi. Gratuitamente reparto.

    Você pode conhecer mais a minha obra.
    Siga-me nas redes sociais e leia meus textos.

  • Como podemos interpretar a vinda de Maduro ao Brasil? Pergunta de João Victor Almeida

    Como podemos interpretar a vinda de Maduro ao Brasil? Pergunta de João Victor Almeida

    Resposta:

    Como a retomada das boas relações do Brasil com seus vizinhos.

    Não foi só Maduro quem veio nesta terça a Brasília, mas todos os presidentes sul-americanos. É uma tradição brasileira, desde o Barão do Rio Branco, manter política de boa vizinhança com as Nações sul-americanas. Bom hábito cultivado, inclusive, no Estado Novo (1937-1945) e na Ditadura Militar (1964-1985), quebrado apenas na gestão ignorante e nazifascista de Jair Bolsonaro (2019-2022).

    Lula, ao receber Maduro, muito mais do que uma opção ideológica, reafirma a liderança natural do Brasil sobre esta parte do globo. Inclusive, Lula conseguiu de Maduro um acordo para a retomada dos pagamentos de dívidas venezuelanas para com o nosso BNDES.

    Todas as ações internacionais de Lula, até agora, resultaram em ganhos financeiros, econômicos, políticos e geoestratégicos para o país. A choradeira da extrema-direita e da mídia é apenas mais um reflexo da mente colonizada que guia nossa elite do atraso.

    Imagine se Lula e Janja tivessem recebido jóias de centenas de milhões da ditadura da Arábia Saudita…

  • De novo a Barragem de Berizal? O porquê de insistir no assunto

    De novo a Barragem de Berizal? O porquê de insistir no assunto

    Levon Nascimento, levon2012@yahoo.com.br

    Há uma grande sensibilidade do Governo Lula para com a Barragem de Berizal. É o que pude sentir nas palavras do Ministro Waldez Góes, em Montes Claros, durante o 1º Fórum “Desenvolve Sudeste” do Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional (29/05/2023).

    Mas, também nas manifestações do Ministro, o Presidente Lula somente se comprometerá com a efetivação da obra se as condicionantes levantadas pelos diversos órgãos competentes estiverem todas resolvidas, pois há um ordenamento legal a ser seguido. E Lula, com sabemos, é um legalista por excelência. Prova disso foi sua obediência ao Poder Judiciário nacional, mesmo quando lhe era infligida a injustiça máxima de sua condenação sem provas por um juiz “suspeito e incompetente” (sentença proferida pela própria Suprema Corte constitucional).

    É compreensível que os cidadãos se encontrem cansados da novela “da barragem” e descrentes dos órgãos de Estado. Exigir que entendam esses meandros, quando a luta pela sobrevivência faz a pauta do cotidiano, é um tanto ingênuo.

    Para isso, os lutadores sociais e os atores políticos precisam agir na compreensão técnica sobre o que são essas condicionantes e a quais órgãos elas competem.

    Não basta só pedir a um Ministro, ou mesmo ao Presidente, fazer discurso e fotografar. Eu mesmo discursei e fotografei. É absolutamente insuficiente. Necessária se faz uma força-tarefa multidisciplinar e suprapartidária, técnica e política (na melhor acepção do interesse da polis), que verifique ponto a ponto o que entrava a obra e busque soluções para cada um deles.

    Ao contrário das falácias da extrema-direita que desgovernou o país por seis anos, o Governo Lula é de atenção, diálogo e ação. Ação dentro da factualidade e da legalidade, sobretudo levando em conta o povo trabalhador, os agricultores e as agricultoras familiares, as famílias trabalhadoras, a população pobre e em insegurança hídrica. Sem revanchismos, porém sem tergiversações.

    O primeiro passo, a meu ver, é retomar consistentemente a organização do Território da Cidadania do Alto Rio Pardo, para na transversalidade das políticas públicas, decidir com “os de baixo” os rumos de nossa região. A barragem será para todos, como deve ser.

    Outra coisa: a região tem de compreender que a melhor chance dessa obra virar realidade é com Lula; e não deixar a ideologia atrasada do colonialismo neoliberal fechar a janela de oportunidade da história.

    #OBrasilVoltou #OBrasilFelizDeNovo