Autor: Levon Nascimento

  • As manifestações de outubro de 2012 em Taiobeiras

    População em frente ao Fórum de Taiobeiras (Out.2012)

    Aquilo que se viu nas principais capitais brasileiras e em muitas outras cidades do país no mês de junho, a onda de manifestações populares desencadeadas pelo Movimento Passe Livre (MPL), de São Paulo, contra o aumento da tarifa de transporte público, já não era uma novidade para a população de Taiobeiras, no norte de Minas Gerais. Nesta cidade de pouco mais de 30 mil habitantes, o mês de outubro de 2012, pouco depois das eleições municipais, foi também marcado por manifestações populares de eleitores que cobravam da Justiça Eleitoral um posicionamento a respeito das fortes denúncias de irregularidades no pleito eleitoral de 07/10.

    Manifestação popular em frente
    ao Fórum de Taiobeiras (Out.2012)

    As supostas irregularidades levaram o Ministério Público local a pedir a cassação da chapa situacionista ao Executivo, do PSDB e a inelegibilidade do prefeito de então, maior cabo eleitoral dos tucanos.

    Durante três vezes diferentes, o povo de Taiobeiras postou-se diante do Fórum da Comarca com faixas e cartazes exigindo justiça. O processo ainda se arrasta, já em segunda instância, na lentidão já bastante conhecida dos meios judiciários brasileiros. O que, no entanto, desperta curiosidade, foi a coragem do sofrido povo norte-mineiro de enfrentar os poderosos locais e partir para a manifestação de rua.

    Manifestação popular em frente ao Fórum de Taiobeiras
    (Out.2012)

    Teria sido Taiobeiras a dar o pontapé das manifestações populares que varreram o país?

    Aqui, o link da postagem sobre as manifestações, ainda em outubro de 2012.

  • Taiobeiras: Governo Dilma realiza a maioria das obras públicas neste município

    Um simples passeio pelas avenidas, ruas e bairros de Taiobeiras, norte de Minas Gerais, é o suficiente para qualquer pessoa perceber que as obras que estão sendo executadas neste município, no momento, são todas do Governo Federal, sob o comando da Presidenta Dilma Rousseff, do PT, em alguns casos com parcerias dos governos estadual e municipal. Atitude republicana da União, uma vez que o governo municipal de Taiobeiras é de oposição. Atitude republicana que deveria servir de exemplo para outros níveis de governo.

    São milhões de reais em investimentos na saúde, na educação e na infraestrutura, conforme atestam as fotografias que ilustram esta postagem. Também é grande o investimento do Governo Federal no meio rural e nos diversos programas sociais aos quais a população de Taiobeiras tem acesso.

    Assim, se conclui que o avanço de Taiobeiras nos últimos anos se deve, principalmente, à luta de seu povo e aos programas sociais e grandes obras dos governos do Presidente Lula e da Presidenta Dilma Rousseff, ambos do Partido dos Trabalhadores (PT).

    Veja as fotografias e descrições das principais obras em andamento ou já concluídas.

    Canteiro de obras da ESCOLA TÉCNICA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL
    “BRASIL PROFISSIONALIZADO”, a ser gerenciada pela UNIMONTES.
    Valor total da obra: R$ 7.991.250,29 – Governo de Minas: R$ 679.860,13
    Prefeitura de Taiobeiras: Doação de terreno, sondagem, terraplanagem,
    infraestrutura de água, energia e acesso.
    Construção de UBS no Centro de Taiobeiras
    Valor total da obras: R$ 316.193,60
    Reforma do Posto de Saúde do Centro
    Valor total da obra: R$ 103.849,53
    Reforma do Centro de Saúde do Bairro Planalto
    Valor total da obra: R$ 42.317,86

    Reforma da UBS do Bairro Santo Cruzeiro
    Valor total da obra: R$ 35.009,27
    Reforma e ampliação do Centro de Saúde do Bairro Nossa
    Senhor de Fátima. Valor total da obra: R$ 78.656,43
    Reforma da UBS da Vila Formosa
    Valor total da obra: R$ 24.527,90
    Construção da ACADEMIA DE SAÚDE na Av. do Contorno
    Valor total da obra: R$ 104.661,51
    Calçamento de diversas ruas, principalmente no Bairro Bom Jardim
    Valor total da obra: R$ 2.217.173,00
  • Viva as mulheres que lutam

    Viva as mulheres que lutam…
    Especialmente as mulheres negras, pobres, faveladas, arrimos de família…
    Sensibilize-se por elas.

  • Âncora de telejornal responde a telespectador que a chamou de gorda

    Veja este vídeo no qual a âncora de telejornal do canal CBS, dos Estados Unidos, comenta sobre um e-mail que contém ofensas a ela pelo fato de ser uma pessoa obesa. Fique atento às respostas da jornalista. São uma lição a todas as pessoas, especialmente às que são vítimas diárias de zombaria por conta de sua condição racial, física, sócio-econômica, de gênero ou religiosa.
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  • Meu retiro em Copacabana

    Manhã de domingo, pós-vigília
    da JMJ Rio 2013 em Copacabana

    A minha ida à Jornada Mundial da Juventude 2013, na cidade do Rio de Janeiro, ao encontro do Papa Francisco, foi como que um grande retiro espiritual. Eu já tinha essa intenção, queria fazer um retiro, um tempo de oração, de escuta mais atenta à Palavra de Deus, e de revigoramento dos valores mais íntimos da caminhada de fé.

    Geralmente, os retiros são silenciosos. Este, ao contrário, ocorreu em meio ao barulho, à festa, nas areias da Praia de Copacabana, no belo cenário da Cidade Maravilhosa. Nem por isso foi um retiro de menor oração e meditação.

    Pedi a Deus algumas capacidades:

    1. Perdoar a quem me ofende. E, olha que fui muito ofendido recentemente aqui em Taiobeiras (nas últimas eleições, por exemplo);
    2. Reconciliar-me com os irmãos e as irmãs (de todas as condições e circunstâncias);
    3. Voltar a crer numa Igreja-serva-servidora de Jesus e dos que sofrem;
    4. Renovar a fé e o ardor missionário;
    5. Aprender, sempre mais, a por em prática aquilo que de graça recebemos do Espírito Santo;
    6. Comprometer-me, ainda mais, com o Reino, com o próximo, com a nova sociedade onde imperará a justiça, o amor e a misericórdia;
    7. Caminhar sempre no respeito e na tolerância ao outro, ao diferente, ao que crê diferente de mim, ao que, muitas vezes até quer o meu mal, mas a quem eu devo sempre tratar com compaixão e misericórdia.

    Em suma, fui renovar minha essência de Ser Cristão, para estar sempre mais a serviço do Reino nos ambientes em que eu estiver caminhando.

    Essencialmente, o Papa Francisco cumpriu para comigo aquilo que é próprio do ministério dele, confirmou-me na fé, tal e qual Jesus ordenou a Pedro.

    Fui alimentar minha fé e retornei saciado!

  • Taiobeiras na JMJ Rio 2013

    Amigos e amigas, aguardem os textos que vou produzir sobre as experiências que tive na Jornada Mundial da Juventude e a visita do Papa Francisco ao Rio de Janeiro.

    Palco principal em Copacabana
    Caravana de Taiobeiras/MG na JMJ Rio 2013
    Chegada em Taiobeiras (29/07/2013)
    Reparem na estátua do Cristo Redentor no alto do Corcovado
  • Jornada Mundial da Juventude Rio 2013

    Vídeos promocionais da Jornada Mundial da Juventude Rio 2013. Assista. Ore. Emocione-se.

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  • Eu apoio o Plebiscito da Reforma Política

    Por Levon Nascimento

    O povo foi às ruas. Todo mundo bateu palma e achou bonito. “Todo mundo” gritou “O GIGANTE ACORDOU”.
    A Dilma, então, propôs um PLEBISCITO, onde este GIGANTE ACORDADO poderá dizer oficialmente o quer de MUDANÇAS para o país.
    A elite brasileira, que bateu palma enquanto o povo estava na rua pressionando a Dilma, agora faz cara feia para o PLEBISCITO, uma vez que só queria o povo na rua enquanto era do seu interesse emparedar o Governo. No momento em que está vendo que o povo poderá realmente fazer a MUDANÇA no PLEBISCITO, essa mesma elite agora não quer o PLEBISCITO e vem com uma história mal contada e ridícula de Referendo.
    No PLEBISCITO, o povo diz aos políticos o quer e o que devem fazer. No REFERENDO, os políticos fazem o que querem e depois perguntam ao povo.
    Eu apoio o PLEBISCITO proposto pela Presidenta DILMA. Vamos honrar o POVO que saiu às ruas querendo as mudanças.
    Se você leu até aqui e concorda, COMPARTILHE este texto.
  • Uma crítica ao post sobre Regina Casé e o Esquenta

    Divulgo aqui um contraponto ao artigo “O Esquenta, de Regina Casé, é o programa mais racista da TV?” de Marcos Sacramento, publicado no Diário do Centro do Mundo e neste Blog.

    Por Mariana Dias

    Regina Casé, apresentadora do Esquenta

    Passo longe de ser uma telespectadora da globo, mais longe ainda de ser uma defensora da emissora… como diria uma amiga “odeio/detesto”.

    Entretanto, acho que o autor do texto se esqueceu de mencionar que em todos os programas “dela” (pq sim, eu desconecto da internet para ver o programa “dela”) existem entrevistas, depoimentos, reflexões sobre diversos temas. Sempre sob a perspectiva das desigualdades sociais/raciais que perpassam nossa sociedade. Pessoas bem sucedidas (brancas e negras) sempre tem voz na atração, mas sem a “neutralidade” que a maioria de veículos de comunicação tenta oferecer. O argumento de que a justiça é intrínseca ao sistema meritocrático é muito fraco. Quem acreditaria que uma pessoa bem sucedida no Brasil não teve um caminho mais difícil se pertencente a um dos grupos historicamente prejudicados (negros, pobres, mulheres, deficientes, homossexuais). A ideia de uma pretensa equidade é um belo tiro no pé. Não ressaltar as diferenças e as diferentes trajetórias que são condicionadas pelas injustiças sociais/culturais do Brasil só ajuda a reforçá-las (afinal, para que criar mecanismos para melhorar o que já está bom?). A democracia racial pode ser até um bom quadro analítico para entendermos pq no nosso país não existem conflitos violentos institucionalizados entre grupos minoritários. Mas certamente mascara as verdadeiras relações sociais, que se desenvolvem por baixo dos panos. Porque eu não tenho preconceito, mas o meu vizinho…

    E por falar em preconceito, o programa acerta quando levanta a bandeira do “xô preconceito” e esse texto só me faz ter mais certeza disso. Como alguém pode criticar um programa de ser racista e conservador enquanto fala com tanto desprezo da cultura popular brasileira? Os meninos pintam o cabelo de amarelo e fazem a dança do passinho, mas poderiam estar estar pintando de preto e quebrando tudo ao som do rock’n’roll. Certamente os meninos que moram em seu condomínio se enquadram no segundo grupo. E pode ter certeza de que isso não se dá porque um padrão cultural é melhor do que o outro. Porque cá para nós, a gente sabe que isso não existe. O que existe é a glamourização de um em detrimento do outro. E é realmente admirável como, após ser exposta à cultura popular filtrada e legitimada pela mídia, a juventude burguesa se joga no funk.

    Sobre as moças de short curto e cabelo nas pernas… aff.. seria uma conversa tão grande, né? A começar pelo machismo que exala de toda essa crítica, passando mais uma vez pela definição do que é chique (e da importância de se ser chique) e chegando ao ápice: as capas da Marie Claire e da Claudia. Gente, que absurdo! Um programa que não apresenta moças dignas de estamparem duas publicações que promovem um padrão de beleza irreal, abusam do photo shop e da ostentação material e o melhor: dão dicas valiosas de como conquistar seu homem, amarrar seu homem, dar orgasmos para seu homem, cozinhar para seu homem, ser bonita para seu homem…. Poxa… mas nem para colocar uma negra bem vestida e de cabelo esticado digna de uma capa dessas revistas. Mas espera um pouco. Quantas mulheres negras/pobres aparecem nas capas dessas revistas? Quantas mulheres negras/pobres são apresentadas como modelos de mulheres bem sucedidas e que agarram seus homens?

    Será que o problema é do programa “dela” que não apresenta pessoas adaptadas ao padrão cultural legitimado ou a culpa é da mídia que só aceita um padrão (o da classe burguesa) como digno?

    Falar de uma cultura da periferia já é uma violência, na medida em que homogeniza um universo de comportamentos e sistemas de crenças que são ricos e diversos. Mas ok, ainda que exista uma cultura da periferia, qual o problema de dar visibilidade a ela? Realmente gostaria de saber. Eu acredito que uma sociedade é mais saudável tanto quanto mais seus cidadãos estiverem expostos às diferentes realidades e entendam que essas realidades não devem ser estanques. As pessoas devem ter liberdade a transitar por onde bem entenderem, mas para que isso aconteça duas coisas são imprescindíveis: 1) a visibilização e legitimação de todas as formas de expressão e de existência e 2) o reconhecimento das barreiras construídas socialmente e que impedem a realização completa do ser.

    E ao fim e ao cabo, bem acho que o que “ela” quer é fazer a feijoada de domingo na frente das câmeras. Sem muitas pretensões para além da diversão e da graninha no bolso.

    Mariana Dias

  • Aos que ainda sabem sonhar

    Manifestantes em São Paulo na 1ª semana de junho de 2013

    Por André Borges Lopes, no Blog do Luis Nassif.

    O fundamental não é lutar pelo direito de fumar maconha em paz na sala da sua casa. O fundamental não é o direito de andar vestida como uma vadia sem ser agredida por machos boçais que acham que têm esse direito porque você está “disponível”. O fundamental não é garantir a opção de um aborto assistido para as mulheres que foram vítimas de estupro ou que correm risco de vida. O fundamental não é impedir que a internação compulsória de usuários de drogas se transforme em ferramenta de uma política de higienismo social e eliminação estética do que enfeia a cidade. O fundamental não é lutar contra a venda da pena de morte e da redução da maioridade penal como soluções finais para a violência. O fundamental não é esculachar os torturadores impunes da ditadura. O fundamental não é garantir aos indígenas remanescentes o direito à demarcação das suas reservas de terras. O fundamental não é o aumento de 20 centavos num transporte público que fica a cada dia mais lotado e precário.

    O fundamental é que estamos vivendo uma brutal ofensiva do pensamento conservador, que coloca em risco muitas décadas de conquistas civilizatórias da sociedade brasileira.

    O fundamental é que sob o manto protetor do “crescimento com redução das desigualdades” fermenta um modelo social que reproduz – agora em escala socialmente ampliada – o que há de pior na sociedade de consumo, individualista ao extremo, competitiva, ostentatória e sem nenhum espaço para a solidariedade.

    O fundamental é que a modesta redução da nossa brutal desigualdade social ainda não veio acompanhada por uma esperada redução da violência e da criminalidade, muito pelo contrário. E não há projeto nacional de combate à violência que fuja do discurso meramente repressivo ou da elegia à truculência policial.

    O fundamental é que a democratização do acesso ao ensino básico e à universidade por vezes deixam de ser um instrumento de iluminação e arejamento dos indivíduos e da própria sociedade, e são reduzidos a uma promessa de escada para a ascensão social via títulos e diplomas, ao som de sertanejo universitário.

    O fundamental é que os políticos e grandes partidos antigamente ditos “libertários” e “de esquerda” hoje abriram mão de disputar ideologicamente os corações e mentes dos jovens e dos novos “incluídos sociais” e se contentam em garantir a fidelidade dos seus votos nas urnas, a cada dois anos.

    O fundamental é que os políticos e grandes partidos antigamente ditos “sociais-democratas” já não tem nada a oferecer à juventude além de um neo-udenismo moralista que flerta desavergonhadamente com o autoritarismo e o fascismo mais desbragados.

    O fundamental é que a promessa da militância verde e ecológica vai aos poucos rendendo-se aos balcões de negócio da velha política partidária ou ao marketing politicamente correto das grandes corporações.

    O fundamental é que os sindicatos, movimentos populares e organizações estudantis estão entregues a um processo de burocratização, aparelhamento e defesa de interesses paroquiais que os torna refratários a uma participação dinâmica, entusiasmada e libertária.

    O fundamental é que temos em São Paulo um governo estadual que é francamente conservador e repressivo, ao lado de um governo federal que é supostamente “progressista de coalizão”. Mas entre a causa da liberação da maconha e defesa da internação compulsória, ambos escolhem a internação. Entre as prostitutas e a hipocrisia, ambos ficam com a hipocrisia. Entre os índios e os agronegócio, ambos aliam-se aos ruralistas. Entre a velha imprensa embolorada e a efervescência libertária da Internet, ambos namoram com a velha mídia. Entre o estado laico e os votos da bancada evangélica, ambos contemporizam com o Malafaia. Entre Jean Willys e Feliciano, ambos ficam em cima do muro, calculando quem pode lhes render mais votos.

    O fundamental é que o temor covarde em expor à luz os crimes e julgar os aqueles agentes de estado que torturaram e mataram durante da ditadura acabou conferindo legitimidade a auto-anistia imposta pelos militares, muitos dos quais hoje se orgulham publicamente dos seus crimes bárbaros – o que nos leva a crer que voltarão a cometê-los se lhes for dada nova oportunidade.

    O fundamental é que vivemos numa sociedade que (para usar dois termos anacrônicos) vai ficando cada vez mais bunda-mole e careta. Assustadoramente careta na política, nos costumes e nas liberdades individuais se comparada com os sonhos libertários dos anos 1960, ou mesmo com as esperanças democráticas dos anos 1980. Vivemos uma grande ofensiva do coxismo: conservador nas ideias, conformado no dia-a-dia, revoltadinho no trânsito engarrafado e no teclado do Facebook.

    O fundamental é que nenhum grupo político no poder ou fora dele tem hoje qualquer nível mínimo de interlocução com uma parte enorme da molecada – seja nas universidades ou nas periferias – que não se conforma com a falta de perspectivas minimamente interessantes dentro dessa sociedade cada vez mais bundona, careta e medíocre.

    Os mesmos indignados que se esgoelam no mundo virtual clamando que a juventude e os estudantes “se levantem” contra o governo e a inação da sociedade, são os primeiros a pedir que a tropa de choque baixe a borracha nos “vagabundos” quando eles fecham a 23 de Maio e atrapalham o deslocamento dos seus SUVs rumo à happy-hour nos Jardins.

    Acuados, os políticos “de esquerda” se horrorizam com as cenas de sacos de lixo pegando fogo no meio da rua e se apressam a condenar na TV os atos de “vandalismo”, pois morrem de medo que essas fogueiras causem pavor em uma classe média cada vez mais conservadora e isso possa lhes custar preciosos votos na próxima eleição.

    Enquanto isso a molecada, no seu saudável inconformismo, vai para as ruas defender – FUNDAMENTALMENTE – o seu direito de sonhar com um mundo diferente. Um mundo onde o ensino, os trens e os ônibus sejam de qualidade e gratuitos para quem deles precisa. Onde os cidadãos tenham autonomia de decidir sobre o que devem e o que não devem fumar ou beber. Onde os índios possam nos mostrar que existem outros modos de vida possíveis nesse planeta, fora da lógica do agribusiness e das safras recordes. Onde crenças e religião sejam assunto de foro íntimo, e não políticas de Estado. Onde cada um possa decidir livremente com quem prefere trepar, casar e compartilhar (ou não) a criação dos filhos.

    Onde o conceito de Democracia não se resuma à obrigação de digitar meia dúzia de números nas urnas eletrônicas a cada dois anos.

    Sempre vai haver quem prefira como modelo de estudante exemplar aquele sujeito valoroso que trabalha na firma das 8 da manhã às 6 da tarde, pega sem reclamar o metrô lotado, encara mais quatro horas de aulas meia-boca numa sala cheia de alunos sonolentos em busca de um canudo de papel, volta para casa dos pais tarde da noite para jantar, dormir e sonhar com um cargo de gerente e um apartamento com varanda gourmet.

    Não é meu caso. Não tenho nem sombra de dúvida de que prefiro esses inconformados que atrapalham o trânsito e jogam pedra na polícia. Ainda que eles nos pareçam filhinhos-de-papai, ingênuos em seus sonhos, utópicos em suas propostas, politicamente manobráveis em suas reivindicações, irresponsavelmente seduzidos pelos provocadores de sempre.

    Desde a Antiguidade, esses jovens ingênuos e irresponsáveis são o sal da terra, a luz do sol que impede que a humanidade apodreça no bolor da mediocridade, na inércia do conformismo, na falta de sentido do consumismo ostentatório, nas milenares pilantragens travestidas de iluminação espiritual.

    Esses moleques que tomam as ruas e dão a cara para bater incomodam porque quebram vidros, depredam ônibus e paralisam o trânsito. Mas incomodam muito mais porque nos obrigam a olhar para dentro das nossas próprias vidas e, nessa hora, descobrimos que desaprendemos a sonhar.

    Os grifos são do Blog.

  • Mais fotografias de Frei Jucundiano

    “De auto en het woonhuis van Frei Jucundiano in Taiobeiras.
    Pater van Kesteren op bezoek. Niet bekend wanneer de foto
    gemaakt is! Staat zijn huis er nog?”
    “O carro e a casa de Frei Jucundiano em Taiobeiras. Visita de Pater
    van Kesteren. Não se sabe quando as fotos foram tiradas! Qual o
    estado da casa?

    Compartilho com os leitores deste Blog novas fotografias que estão sendo postadas pela senhora Marianne de Kok, a partir da Holanda, no Grupo Taiobeiras/MG do site de relacionamentos sociais Facebook. As fotos são do álbum da família “de Kok” e foram enviadas àquele país pelo religioso franciscano Frei Jucundiano de Kok, primeiro pároco de Taiobeiras.

    Frei Jucundiano viveu em Taiobeiras desde 1940 até sua morte, em 1974.

    Abaixo de cada fotografia, seguem as legendas conforme foram escritas pela senhora Marianne de Kok, no Facebook e por mim submetidas ao crivo do Google Tradutor, uma vez que não domino a leitura do idioma holandês.

    “Tekst op achterzijde van deze foto: ‘De foto is van 1960 mijn
    priesterstudenten, de 4 beneden op ons serafijns seminarie,
    de 2 boven op het seminarie van de bisschop wereldsheren’.”
    “Texto no verso da foto: ‘A imagem é de meus seminaristas, em 1960,
    os quatro agachados estão em nosso seminário seráfico, os dois
    primeiros no seminário do bispo’.”
     

    Na primeira imagem, com três fotos, vê-se na maior a casa paroquial construída por Frei Jucundiano, na Praça da Matriz de Taiobeiras. À esquerda da casa, vê-se parte do antigo colégio estadual (atual prédio da Prefeitura de Taiobeiras). À direita, a garagem da paróquia. Neste local, atualmente, está edificado o São Paroquial “Frei Jucundiano”. A casa da foto foi demolida recentemente para dar lugar ao Centro Catequético da paróquia, ainda em construção.

    Na segunda imagem, de 1960, vê-se Frei Jucundiano entre “seminaristas”. Os dois menores, de pé, não consegui informações sobre quem são. Já os que estão agachados são os seguintes, da esquerda para a direita, Elísio, Ronaldo, Sizino (atrás) e pessoa não identificada, ainda.

    Saiba mais neste link.

  • Taiobeiras: nova fotografia de Frei Jucundiano

    Frei Jucundiano de Kok, OFM.

    A senhora Marianne de Kok (nora de uma irmã de Frei Jucundiano), holandesa, brindou aos membros do Grupo Taiobeiras/MG, no site de relacionamentos Facebook, com esta verdadeira relíquia, uma foto do primeiro pároco de Taiobeiras, Frei Jucundiano de Kok, OFM.

    Segundo relato de Marianne de Kok, a fotografia foi tirada em outubro de 1973, quando o religioso teve alta do hospital, e foi enviada à sua irmã.

    Frei Jucundiano de Kok, da Ordem dos Frades Menores (franciscanos), nasceu em Dongen, Holanda, em 1902. Chegou a Taiobeiras em 1940, tornando-se o o primeiro pároco da Paróquia São Sebastião (Arquidiocese de Montes Claros). Faleceu em Taiobeiras, em julho de 1974, e seu corpo está sepultado nas dependências da Igreja Matriz de São Sebastião, nesta cidade.

    Foi de Frei Jucundiano a ideia e a organização da tradicional Festa de Nossa Senhora de Fátima, bem como a responsabilidade pela construção da Igrejinha Octogonal, principal cartão postal de Taiobeiras. A Festa de Nossa Senhora de Fátima acontece anualmente no mês de maio, tendo uma versão religiosa e outra social-cultural, a Festa de Maio, que é a maior celebração popular de toda a microrregião do Alto Rio Pardo (extremo norte do Estado de Minas Gerais).

  • Taiobeiras: vereador Januário solicita informações da Prefeitura

    Vereador Januário de Castro na tribuna da
    Câmara de Taiobeiras

    Cumprindo o papel constitucional de fiscalizar a Prefeitura Municipal (Poder Executivo) o vereador taiobeirense Januário Francisco de Castro (PDT) apresentou requerimento solicitando que prefeito de Taiobeiras encaminhe ao Legislativo uma lista contendo os nomes de cada um dos funcionários contratados pelo Município, além das funções exercidas por eles. Também requereu informações sobre quantos e quais os veículos automotores alugados à prefeitura, além dos nomes dos proprietários e o quanto se paga de aluguel por cada um deles.

    A atitude do vereador revela uma nova realidade na Câmara de Taiobeiras. A oposição está trabalhando e mostrando serviço. Inclusive, indo além do mero bate-boca ou de atitudes vazias. Ao solicitar essas informações, Januário de Castro exerce com legitimidade a principal função do legislador municipal, que é a de fiscalizar o Poder Executivo, além de favorecer a transparência sobre onde, como e com o quê é gasto o dinheiro dos impostos que todos pagam.

    Espera-se que a Prefeitura de Taiobeiras atenda às solicitações do vereador em respeito ao Povo taiobeirense. Aplaude-se o trabalho de Januário. E, entende-se o porquê de tanta perseguição a ele durante a última campanha eleitoral. É bom relembrar que Januário quase teve o mandato cassado a pedido da coligação que atualmente exerce o poder em Taiobeiras.

    Requerimento do vereador Januário de Castro
  • Artigo do Levon: O cliente sempre tem razão, até na eleição!

    Deveria ser assim!

    Publicado no Jornal Folha Regional, ano IX, nº 215, maio/2013, p. 4, Taiobeiras/MG.

    Ganhar a eleição em Taiobeiras/MG não é coisa fácil. Válido para prefeitura e vereança. Aqui imperam o clientelismo e todos os defeitos eleitorais dele originados. Não há sombra dos votos ideológicos ou de protesto.

    Sufrágios ideais, em candidatos de esquerda e direita, ou ligados a bandeiras temáticas (negros, mulheres, meio ambiente, cultura, educação, religião), são chamados de ideológicos. Como exemplos, podem ser citados: o dep. Rogério Correia (PT/MG), movimentos sociais e educação; o dep. Zé Silva (PDT/MG), campo, trabalho e emprego; o dep. Jean Wyllys (PSOL/RJ), movimento LGBT; o dep. pastor Marco Feliciano (PSC/SP), evangélicos; a senadora Kátia Abreu (PSD/TO), ruralistas; dentre outros. Já as eleições de figuras como o falecido dep. Enéas Carneiro (PRONA) ou o palhaço Tiririca (PR/SP) são classificadas como voto de protesto, justificadas pelo descontentamento do eleitorado com a classe política convencional. Tanto no ideológico quanto no de protesto, o voto é espontâneo e livre. O eleitor vota porque confia no candidato ou repudia uma situação. Ocorre, principalmente, onde o contato do eleitor com o político se dá por meio midiático ou em associações, sindicatos e grupos organizados.

    Já os votos de clientela – e sua pior forma, o voto vendido – são comuns nos lugares em que o contato do eleitor com o político é direto e pessoal, individualizado e informal. Trata-se daquele tipo encabrestado pelo que se convencionou chamar de “serviços prestados”, ou seja, pela concessão de benesses públicas, de direito legal estendido a todos os cidadãos, mas que são levadas ao povo por intermediários políticos que se auto-promovem com tais atitudes. Exemplo clássico desse tipo de formação de “currais eleitorais”, o sujeito que, no lugar do cidadão, vai à secretaria de saúde, busca a ficha de consulta ou o remédio e os entrega in loco de mão em mão. O intermediário dos direitos torna-se beneficiário da gratidão popular. Em todos estes casos, o clientelismo é possível porque o grau de cidadania dos indivíduos é precário. Ao invés de sujeitos, as pessoas se transformam em objetos de submissão. Contribui para isto a pouca filiação ou participação dos trabalhadores e das pessoas comuns em entidades sociais, sindicais e políticas, além da baixa escolarização. Os indivíduos são atomizados ao máximo, estimulados a não se organizar e a ter medo. Geralmente, são “alimentados” pela política do “pão e circo” e pela falsa ideia de proximidade em relação aos políticos detentores de mandato (vereadores e prefeito). Além do mais, o povo é manipulado, desde jovem, a enxergar o político e os órgãos do Estado como entes eternos, insondáveis e dotados de poderes supremos.

    O passo seguinte na “linha evolutiva” do clientelismo é a venda do voto ao político. Uma vez sabendo que a eleição é um jogo de interesses poderosos, as pessoas imbuem-se da lógica capitalista mais selvagem: “o salve-se quem puder” ou “o mundo é dos espertos”. Negociam o voto com todos os candidatos que estão dispostos a pagar. Vendem-no por dinheiro, serviços ou produtos: combustível, remédio, pagamento de contas, cimento, alimentos, etc. Estes indivíduos, cada dia em maior número, a despeito das leis rigorosas contra a captação ilícita do sufrágio, deseducados pela lerdeza ou complacência do Poder Judiciário, descaracterizam o ideal democrático. Ironicamente, formam uma “maioria” robusta de seres humanos individualistas e míopes em relação ao sentido de “bem comum”.

    Na ausência dos votos ideológicos ou de protesto, predominam em Taiobeiras a formação de clientelas e dos similares de baixa reputação ética. Candidatos a vereador ideológicos, defensores de bandeiras civilizatórias, dificilmente se elegem, independente de estar na situação ou na oposição. Em 2012, nenhum representante da educação, do esporte, da cultura ou do meio ambiente foi eleito para a Câmara Municipal de Taiobeiras. Até as mulheres, maioria do eleitorado, estão há cinco eleições seguidas sem emplacar uma vereadora. Sinal de que não há nem mesmo ideologia de gênero. No caso majoritário, vence o grupo mais rico e bem entranhando na administração municipal. Qualquer discurso relativo à eficiência na gestão é mera maquiagem ou decoração para iludir desinformados e incautos. No jogo político taiobeirense, ganha quem consegue reunir clientela maior. E não há futuro promissor para nosso paradigma civilizacional se isto predominar pelas eleições seguintes.

    Mas, se nem mesmo o consagrado direito ao voto é bem compreendido e estimulado, haverá quem venha a se importar com o PARADIGMA CIVILIZACIONAL de Taiobeiras?
  • Emilly Ferrari, criança desaparecida em Rio Pardo de Minas

    Não podemos nos esquecer de Emilly Ferrari, a criança desaparecida no último dia 4 de maio (2013) em Rio Pardo de Minas, norte de Minas Gerais.

  • Uma outra opinião sobre Taiobeiras

    Imagem noturna de Taiobeiras – Minas Gerais

    Os alunos da turma do 3º ano de 2012, do Centro Educacional Beliza Corrêa, fizeram uma entrevista comigo para publicar num boletim que produziram em junho daquele ano. As perguntas me foram enviadas através do estudante Hiago Volponi. Republico aqui no Blog perguntas e respostas.

    Hiago Volponi: O que você acha a respeito da política em Taiobeiras?
    Levon Nascimento: É uma política bastante fechada em pequenos grupos de poder e de interesse. A democracia ainda é restrita. Exemplos: As mulheres não ocupam o espaço que deveriam; Os de menor condição financeira nunca têm possibilidade de participar efetivamente, mesmo possuindo boas ideias, pois o custo de fazer política ou de campanha é exorbitante; A população, em geral, ainda não tem uma visão muito consciente do que é política. Ainda há muito clientelismo, venda de voto ou “voto de cabresto” (por simples manipulação de marketing ou por que as pessoas devem seus empregos ou de parentes a algum político). Mas há novidades boas. Tem muita gente que já tomou consciência de que é sujeito político e de que deve lutar pelo bem da comunidade.

    HV: Na sua opinião, como está a educação em Taiobeiras?
    LN: Não devemos nos conformar quando dizem que Taiobeiras tem a melhor educação ou a melhor saúde do Alto Rio Pardo. Nem sei se isso é verdade. Mas mesmo que seja, devemos nos lembrar de que estamos numa das regiões mais sofridas de Minas e do país. Logo, não é muita vantagem ser o melhor no pior. Mas, respondendo à pergunta, para a educação de Taiobeiras ser melhor são necessárias duas ações, uma interna à própria educação e outra externa. Internamente é preciso melhorar salários e valorização profissional dos educadores, de modo que se sintam mais motivados e em condições de buscar ampliar os conhecimentos (pós-graduação, mestrado, doutorado). Isto em todas as redes de ensino (municipal, estadual e particular). Externamente, é preciso aliar educação com oportunidades econômicas. Falta uma política de investimentos para gerar oportunidades de grande porte. Alguns alunos não valorizam a educação formal porque não conseguem enxergar as oportunidades que poderão ter caso se dediquem aos estudos. Não enxergam porque elas quase não existem em Taiobeiras. De forma imediata, é preocupante a queda que nossas escolas de Ensino Médio tiveram no índice do ENEM de 2011. É preciso reverter essa curva e avançar nas notas, mas com a união de todos, alunos, escolas e famílias.

    HV: O que você acha que deve mudar em relação à saúde em nossa cidade?

    LN: Primeiramente, a consciência das pessoas. Os cidadãos precisam tomar conhecimento de que aquilo que se consegue na saúde é direito e não favor. Em segundo, um maior investimento em educação e prevenção. Um povo que sabe se cuidar adoece menos e, portanto, demanda menos recursos para questões mais complexas, deixando de sobrecarregar o sistema. Um sistema de saúde menos sobrecarregado poderia atender melhor aos portadores de doenças mais graves. Um exemplo direto de prevenção está em conscientizar para atitudes mais humanizadas e civilizadas no trânsito, de modo a evitar o número de acidentes graves ou fatais. Isso também é saúde.

    HV: Em que aspecto Taiobeiras se desenvolveu mais rapidamente?

    LN: Nos últimos anos, ao que parece, o setor de construção civil avançou bastante. Creio eu, devido ao bom momento econômico do país, o que favoreceu a compra de material de construção e o financiamento das moradias a longo prazo. A este bom momento do Brasil se somou a grande capacidade de trabalhar e de empreender da maioria dos taiobeirenses, de todas as classes sociais.

    HV: O que você acha a respeito dos jovens de Taiobeiras? Qual contribuição eles podem dar para a melhoria da nossa cidade?

    LN: Os jovens, de uma maneira geral, costumam ser uma mistura de indefinição com entusiasmo. A juventude de Taiobeiras não é diferente. Porém, os jovens das classes média e alta da cidade têm mais oportunidades para avançar do que os jovens da classe menos favorecida. Embora todos tenham grandes virtudes, entusiasmo e capacidade, infelizmente, as chances e a condição social não são iguais para todos. E isto, infelizmente, impede que talentos sejam despertados. É preciso que as oportunidades sejam iguais para todos os jovens. Toda a juventude pode contribuir para Taiobeiras no momento em que tomar consciência de que a política do cabresto ou do marketing é coisa do passado e que todos são livres para participar e tomar a decisão que bem entender, sem censura.

  • Festa de Maio 2013

    Geraldo, Vinícius de Castro Amaral, Nelton e eu (Levon)

    Num clique do Júnior Dias, site ParaisoFest.com.br, nossa presença no estande do Grupo Arruda Alimentos, durante a 9ª FERARP (Feira de Negócios do Alto Rio Pardo), em Taiobeiras/MG. Data: Sábado, 18 de maio de 2013.

  • Ser contra o Bolsa Família é ser a favor da desigualdade social

    O programa Bolsa Família tirou milhões da miséria absoluta.
    O programa Bolsa Família movimentou a economia de milhares de pequenas cidades do interior do Brasil, inclusive Taiobeiras, onde o dinheiro recebido pelos beneficiários é gasto em mercearias, lojas, supermercados, papelarias.
    O programa Bolsa Família impediu que milhões tivessem que mendigar restos de comida na sua porta ou nos fins de feira (como ocorria antes aqui em Taiobeiras).
    Além do Bolsa Família, e de inúmeros outros programas sociais, ao contrário do que dizem, o brasileiro não ficou mais preguiçoso. A comprovação está aí, o brasileiro está lutando mais e correndo atrás de uma vida melhor. No próprio Globo Repórter de sexta, 24/05/2013, vimos como no país inteiro as pessoas estão se tornando mais empreendedoras e ganhando dinheiro. Além do mais, nos governos de Lula e Dilma, a taxa de desemprego do Brasil (digo, taxa de desemprego) só cai a cada mês.
    Então, NÃO ENTENDO essa gente que é contra o Bolsa Família ou contra os programas sociais dos governos do PT. Há muito o que se criticar, menos os investimentos no plano social. Já vivemos num dos países mais desiguais do Planeta, e tem pessoas que criticam justamente o que torna o país um pouco menos injusto. De duas uma, ou é gente desinformada, ou é gente que não tem compaixão ou amor ao próximo!