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  • Lugares: Paço Municipal de Condeúba

    Paço Municipal de Condeúba – Sudoeste da Bahia

    Na segunda-feira de Carnaval estive visitando minha avó na centenária cidade baiana de Condeúba, sudoeste do estado. Destaco o belo Paço Municipal, antiga sede da prefeitura, inspirada no Palácio do Catete (palácio da presidência da República na ex-capital do Brasil, o Rio de Janeiro). Hoje o Paço é um centro de cultura. Vale a pena preservar a memória histórica e o patrimônio de um povo!

  • Urariano Mota: O extermínio das falas regionais na Globo

     Boa ironia…
    Por Urariano Mota, em Direto da Redação


    Mais de uma vez eu já havia notado que os apresentadores de telejornalismo têm uma língua diferente da falada no Brasil. Mas a coisa se tornou mais séria quando percebi que, mesmo fora do trator absoluto do Jornal Nacional, os apresentadores locais, de cada região, também falavam uma outra língua. O que me despertou foi uma reportagem sobre o trânsito na Avenida Beberibe, no bairro de Água Fria, que tão bem conheço. E não sei se foi um despertar ou um escândalo. Olhem: http://globotv.globo.com/rede-globo/netv-1-edicao/v/falta-de-sinalizacao-em-avenida-movimentada-do-recife-traz-perigo-para-pedestres/1772082/


    Na ocasião, o repórter, o apresentador, as chamadas, somente chamavam Beberibe de Bê-Bê-ribe. O que era aquilo? É histórico, desde a mais tenra infância, que essa avenida sempre tenha sido chamada de Bibiribe, ainda que se escrevesse e se escreva Beberibe.


    Ligo para a redação da Globo Nordeste. Um jornalista me atende. Falo, na minha forma errada de falar, como aprenderia depois:


    – Amigo, por que vocês falam bê-bê-ribe, em vez de bibiribe?

    – Porque é o certo, senhor. Bé-Bé é Bebê.

    – Sério? Quem ensina isso é algum mestre da língua portuguesa?

    – Não, senhor. O certo quem nos ensina é uma fonoaudióloga.


    Ah, bom. Para o certo erram de mestre. Mas daí pude ver que a fonoaudióloga como autoridade da língua portuguesa é uma ignorância que vem da matriz, lá no Rio. Ou seja, assim me falou a pesquisa:


    “Em 1974, a Rede Globo iniciou um treinamento dos repórteres de vídeo… Nesse período a fonoaudióloga Glorinha Beuttenmüller começou a trabalhar na Globo. Como conta Alice-Maria, uma das idealizadoras do Jornal Nacional: “sentimos a necessidade de alguém que orientasse sua formação para que falassem com naturalidade”.


    Foi nesta época, que Beuttenmüller, começou a uniformizar a fala dos repórteres e locutores espalhados pelo país, amenizando os sotaques regionais. No seu trabalho de definição de um padrão nacional, a fonoaudióloga se pautou nas decisões de um congresso de filologia realizado em Salvador, em 1956, no qual ficou acertado que a pronúncia-padrão do português falado no Brasil seria do Rio de Janeiro”. (Destaque meu.)


    Mas isso é a morte da língua. É um extermínio das falas regionais, na voz dos repórteres e apresentadores. Os falares diversos, certos/errados aos quais Manuel Bandeira já se referia no verso “Vinha da boca do povo na língua errada do povo/ Língua certa do povo”,  ganha aqui um status de anulação da identidade, em que os apresentadores nativos se envergonham da própria fala. Assim, repórteres locais, “nativos”, se referem ao pequi do Ceará como “pê-qui”, enquanto os agricultores respondem com um piqui.


    De um modo geral, as vogais abertas, uma característica do Nordeste, passaram a se pronunciar fechadas: nosso é, de “E”, virou ê. E defunto (difunto, em nossa fala “errada”) se transformou em dê-funto. Coração não é mais córa-ção, é côra-ção. Olinda, que o prefeito da cidade e todo olindense chamam de Ó-linda, nos telejornais virou Ô-linda. Diabo, falar Ó-linda é histórico, desde Duarte Coelho. Coisa mais bela não há que a juventude gritando no carnaval “Ó-linda, quero cantar a ti esta canção”. Já Ô-linda é de uma língua artificial,  que nem é do sudeste nem, muito menos, do Nordeste. É uma outra coisa, um ridículo sem fim, tão risível quanto os nordestinos de telenovela, com os sotaques caricaturais em tipos de físicos europeus.


    Esse ar “civilizado”de apresentadores regionais mereceria um Molière. Enunciam, sempre sob orientação do fonoaudiólogo, “mê-ninô”, “bô-necÔ”, enquanto o povo, na história viva da língua, continua com miní-nu e buneco.  O que antes era uma transformação do sotaque, pois na telinha da sala os apresentadores falariam o português “correto”, atingiu algo mais grave: na sua imensa e inesgotável ignorância, eles passaram a mudar os nomes dos lugares naturais da região.


    O tão natural Pernambuco, que dizemos Pér-nambuco, se pronuncia agora como Pêr-nambuco.  E Petrolina, Pé-tró-lina, uma cidade de referência do desenvolvimento local, virou outra coisa: Pê-trô-lina. E mais este “Nóbel” da ortoépia televisiva: de tal maneira mudaram e mudam até os nomes das cidades nordestinas, que, acreditem, amigos, eu vi: sabedores que são da tendência regional de transformar o “o” em “u”, um repórter rebatizou a cidade de Juazeiro na Bahia. Virou JÔ-azeiro! O que tem lá a sua lógica: se o povo fala jUazeiro, só podia mesmo ser Jô-azeiro.
  • Em vídeo, Lula agradece homenagem da Gaviões


    O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva gravou ontem uma mensagem para a escola de samba Gaviões da Fiel, cujo enredo faz uma homenagem a Lula.

    Na mensagem, filmada no Hospital Sírio Libanês, Lula agradeceu a homenagem e o empenho de toda a escola, mas avisou que, por recomendações médicas, ele não poderá participar do desfile no Sambódromo do Anhembi.

  • Artigo do Levon: Carta de um extraterrestre sobre liberdade de expressão

    Carta que um cidadão do Planeta Z10 escreveu ao líder de sua província a respeito da liberdade de expressão naquele quadrante:

    Senhor, saudações,

    A liberdade de expressão é uma conquista de nosso povo. Conquista por fazer-se valer em muitas realidades e situações. Nas pequenas cidades deste planeta, por exemplo, ainda há muito o que fazer para que as pessoas não sejam sufocadas pelas “verdades únicas” das classes que dominam o poder político e econômico.

    No entanto, a liberdade de expressão só se justificará quando utilizada para a construção de conhecimentos e de ações para o bem comum. O contraditório sempre será a marca da liberdade de expressão. Porém só será liberdade de verdade quando o contraditório ocorrer num nível de civilidade em que se possa discordar dos outros sem desqualificá-los ou subverter suas palavras para fins antiéticos.

    A dignidade das pessoas deveria ser inatacável. Ela é condição básica da existência. Quando se discorda de alguém e se parte para a agressão ou violência (simbólica ou física) às suas ideias, é sinal de que a argumentação já se findou faz tempo. Logo, não há, nestes casos, justificativa baseada no direito à liberdade de expressão que se sustente. Nestes casos, em nome de uma causa nobre, o que existe mesmo é a sordidez da personalidade individualista ou grupal se manifestando disfarçada de “bom-mocismo”.

    Estão invocando a liberdade de expressão para ludibriar quem está desatento às verdadeiras intenções escondidas por detrás de suas belas palavras. Estão arregimentando as pessoas de nosso planeta, utilizando-se da boa fé delas, para continuarem a criar “fatos consumados”, “heróis ultrajados” e “honras atacadas”, quando na verdade o que está por detrás é agressividade, destrutividade e cinismo.

    Peço que o Senhor nos garanta a possibilidade de continuar livres, mas com responsabilidade.

    Saudações.
  • Salinas sediou encontro das CEBs

    Participantes do 1º encontro das CEBs do Setor Norte
    * Do site da Arquidiocese de Montes Claros

    Aconteceu no último final de semana (11 e 12/02), no Centro Comunitário Santo Antônio de Salinas, o 1º Encontro de Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) do Setor Norte da Arquidiocese de Montes Claros, com a participação de missionários e missionárias das paróquias Santo Antônio e São Geraldo, em Salinas, São Sebastião de Taiobeiras, Quase-Paróquia Nossa Senhora da Paz de Padre Carvalho, Quase-Paróquia São José de Josenópolis, Paróquia Nosso Senhor Bom Jesus de Rubelita e Paróquia Bom Jesus de Santa Cruz de Salinas.

    Mais de 200 pessoas participaram deste 1º Encontrão de CEBs do Setor Norte, que congrega oito paróquias. É um dos mais vastos de todos os sete setores da Arquidiocese de Montes Claros.

    O Encontro teve o estudo de cinco eixos temáticos: Migração, Mineração, Campanha da Fraternidade de 2012, Eleições 2012 e Pastoral Carcerária. Os debates ocorreram durante todo o dia de sábado (11/02), Dia de Nossa Senhora de Lourdes, e no domingo (12/02) foram tirados indicativos de ação para cada tema abordado.
  • Levon e o Facebook: Entre o real e o virtual

    Pode parecer irrelevante. Talvez seja. Mas tomei hoje uma decisão: sai de todos os grupos (redes sociais) do Facebook! Grande coisa, heim?! Mas tenho motivos…

    1. Gosto de debater ideias, mas não de ser ofendido.
    2. Minha vida no mundo real é muito mais importante e interessante do que a do espaço virtual.
    3. Meus amigos verdadeiros são os que convivem comigo no cotidiano, na realidade de carne e osso.

    Logo, vou continuar minha vidinha, meu trabalho, meus artigos, meus textos. Aceito, aqui no blog, as contradições também, desde que com o mesmo respeito com que costumo tratar todas as demais pessoas.

    Um grande abraço.
  • Ivone Gebara: Gerar vida e gerar morte

    * Ivone Gebara no Vi o Mundo
    Espanta-me a facilidade com que alguns clérigos e bispos afirmam poder distinguir com clareza as forças que geram vida e as que geram morte. Discorrem como se estivessem num campo de certezas. Nem percebem que o próprio uso dessas duas palavras, principalmente nos seus discursos acalorados sobre a importância de escolhermos a vida, conduz quase necessariamente a defender armadilhas de morte e provocar formas sutis de violência. O que é vida? O que é morte? É possível que a morte se sustente fora da vida e a vida fora da morte? Não somos nós vida e morte ao mesmo tempo? Não somos sempre aprendizes, caminhando trôpegos, dando um passo depois do outro nas escolhas diárias que tentamos fazer?


    Faz algum tempo que a Igreja Católica no Brasil vem desenvolvendo uma linha equivoca de defesa da vida. Quando falam da defesa da vida reduzem o termo vida à vida do feto humano e, assegurados da vida do feto, esquecem-se de todos os outros aspectos e personagens reais da complexa teia da vida. Fico me perguntando de novo porque insistem nesse erro e nesse limite lógico, condenado também de muitas maneiras pelos muitos filósofos e teólogos da Tradição Cristã. Distanciam-se até das últimas reflexões de Bento XVI que, com justeza, discorre sobre a complexidade da vida no universo, incluindo-se a vida humana.


    Espanta-me constatar mais uma vez a pouca formação filosófica e teológica de parte do episcopado e de muitos clérigos que se arvoram a defender a vida, mas atiram pedras em pessoas que consideram “mal-amadas” só por defenderem um ideário diferente do seu. Por que “mal-amada” ou “mal-amado” seria uma forma de menosprezar ou diminuir as pessoas? O que de fato querem dizer com isso?


    Não somos todos nós necessitados de amor? Não é o amor a missão cristã? Não é para os desprezados, esquecidos e mal-amados que o Cristianismo diz manter sua missão a exemplo de Jesus? É desconcertante perceber que usam expressões desse tipo e instrumentalizam a mensagem cristã para afirmar desacordos de posições, como o fez D. Benedito Simão, bispo de Assis e Presidente da Comissão pela vida da Regional sul I da CNBB. Em entrevista ao Grupo Estado de S. Paulo, na semana passada, por ocasião da escolha da Professora e Doutora Eleonora Menicucci como ministra da Secretaria de Políticas para Mulheres, o referido bispo classificou a nova ministra de “mal-amada” e, com isso, desrespeitou-a e incitou ao desrespeito e à falta de diálogo em relação à responsabilidade pública de enfrentar os sérios problemas sociais.


    Seria o bispo então um privilegiado “bem-amado”? A partir de que critérios?


    O desrespeito às histórias e escolhas pessoais, às muitas dores e razões de muitas mulheres torna-se moeda corrente em muitas Igrejas cristãs que se armam para uma chamada “guerra santa”, sem a preocupação de aproximar-se das pessoas envolvidas em situações de desespero.  Usam sua autoridade junto ao povo para gritar palavras de ordem e, em nome de seu deus, confundir as mentes e os corações.


    Perdeu-se a civilidade. Perdeu-se o desejo de consagração à sabedoria e ao bom senso. Perdeu-se a escuta aos acontecimentos e à aproximação respeitosa das dores alheias. Apenas se responde a partir de PRINCÍPIOS e de pretensa autoridade. Mas o que são os princípios fora da vida cotidiana das pessoas de carne e osso? Qual é o teto dos princípios? Quem os estabelece? Onde vivem eles? Como se conjugam nas diferentes situações da vida? O convite ao pensamento se faz absolutamente necessário quando as trevas da ignorância obscurecem as mentes e os corações.


    Nesse momento crítico de descrença em relação a muitos valores humanos, as atitudes policialescas de um ou mais bispos, de clérigos e pastores assim como de alguns fiéis nos apavoram. A ignorância das próprias fontes do Evangelho e a instrumentalização da fé dos mais simples nos espantam. A democracia real está em risco. A liberdade está ameaçada pelo obscurantismo religioso.


    De nada servem palavras como diálogo, escuta, conversão, solidariedade, respeito à vida quando, na prática, é a violência e a defesa de idéias pré-concebidas que parecem nortear alguns comportamentos religiosos públicos. Seguem esquecendo que não se deve tomar Deus em vão. Não apenas seu nome, pois isso já o fazem. Tomar Deus em vão é tomar as criaturas em vão, selecionando-as, desrespeitando-as e julgando-as de antemão. Nós todas/os temos palhas e traves em nossos olhos e eu sou a primeira. Por isso, cada pessoa ou grupo apenas consegue ver algo da realidade, que é sempre maior do que nós. Entretanto, se quisermos enxergar um pouco mais, somos convidadas a nos aproximar de forma desarmada dos outros. Somos desafiadas a ouvir, olhar, sentir, acolher, perguntar, conversar como se o corpo do outro ou da outra pudesse ser meu próprio corpo, como se os olhos e ouvidos dos outros pudessem completar minha visão e audição. E mais, como se as dores alheias pudessem ser de fato minhas próprias dores e suas histórias de vida, minhas mestras. Só assim poderemos ter um pouco de autoridade com dignidade. Só assim nossa belas palavras não serão ocas. E, talvez, nessa abertura a cada dia renovada, poderemos acreditar na necessidade vital de carregar os fardos uns dos outros e esperar que a fraternidade e a sororidade sejam possíveis em nossas relações.

    * Ivone Gebara é doutora em Filosofia e em Ciências Religosas.

  • Obras de recuperação da BR-251 começam

    Deputado Paulo Guedes vistoriando obras
    de recuperação da BR-251
    Trinta dias depois de vistoriar o estado precário da BR-251 e de encaminhar solicitação ao Ministro dos Transportes para que viabilizasse a recuperação dessa importante rodovia que corta o Norde de Minas, o Deputado Estadual Paulo Guedes (PT – Minas Gerais) percorre novamente a estrada e constata que as obras de tapa-buracos já foram iniciadas. A população agrade o empenho do deputado mas deseja que mais reivindicações sobre este assunto sejam levadas ao Governo Federal, especialmente quanto à duplicação da BR-251.

    Obrigado, Deputado Paulo Guedes.

  • PT completa 32 anos

    O partido político mais vitorioso da história do Brasil e que está mudando este país para melhor completa em 11 de fevereiro 32 anos de fundação.
  • Logomarca oficial da Jornada Mundial da Juventude Rio 2013

    Conceito


    Com base no trecho da Palavra do Evangelho de São Mateus, percebe-se a necessidade de expressar uma referência direta à imagem de Jesus e ao sentido do discípulo. Neste episódio, Jesus se encontrou com seus discípulos em uma montanha, após sua ressurreição. Como símbolo da cidade do Rio de Janeiro, o Cristo Redentor também se encontra em uma montanha e é um monumento reconhecido no mundo inteiro. O tema é uma palavra de ordem proclamada pelo próprio Senhor Jesus, e assim a Sua imagem possui destaque no centro do símbolo.


    Os elementos do símbolo formam a imagem de um coração. Na fé dos povos o coração assumiu papel central, assim como o Brasil será o centro da juventude na Jornada Mundial. Também designa o homem interno por inteiro, se tornando nesta composição a referência aos discípulos que possuem Jesus em seus corações.


    Os braços do Cristo Redentor ultrapassam a figura do coração, como o abraço acolhedor de Deus aos povos e jovens que estarão no Brasil. Representa nossa acolhida, como povo de coração generoso e hospitaleiro.


    A parte superior (em verde) foi inspirada nos traços do Pão de Açúcar, símbolo universal da cidade do Rio de Janeiro, e a cruz contida nela reforça o sentido do território brasileiro conhecido por Terra de Santa Cruz.

    As formas que finalizam a imagem do coração possuem a cor azul, representando o litoral, somada ao verde e amarelo que transmitem a brasilidade das cores da bandeira nacional.

    A logomarca é de autoria do designer gráfico Gustavo Huguenin, 25 anos, fluminense de Cantagalo.

    Fonte: Rio 2013
  • Cultura de Taiobeiras: Festas de "Taiô"…

    I
    Fazer festa é ato de felicidade.
    Felicidade é expressão do coração.
    O coração faz arte e cultura.
    Cultura é o tempero de um povo.
    O Povo é festa, carinho e sonho.
    O Sonho é sinal de vida e de fé.

    II
    As festas sociais e religiosas de Taiobeiras:
    Dos anjos de Nossa Senhora,
    Dos foliões reiseiros,
    De São João e de todos os santos de junho,
    Da alegria e da fogueira,
    Da folia do axé e do vínculo social,
    São expressões da confraternização,
    De irmãos que se encontram,
    De quem se saúda e se alegra,
    De quem se sente vivo e tem o coração a pulsar.

    III
    Festas de Taiô. Festaiô. Festas nossas.
    Nossas festas de fé, de amor, de piedade e de devoção.
    Nossas festas de vida, de calor humano, de emoção pulsante e latente.

    IV
    Festas nossas. Nossas festas.
    Povo festeiro. Povo de alegria. Povo de Taiô.


    Levon do Nascimento em 7 de setembro de 2009.

  • História: Lula visita Salinas em 1981

    Um pouco de história: Em 1981, um ano após a fundação do PT e ainda na vigência da ditadura militar brasileira (1964-1985), o então metalúrgico Luiz Inácio Lula da Silva discursa para uma população ressabiada na Praça Moisés Ladeia, em Salinas, defronte ao palacete do Cel. Idalino Ribeiro (já falecido na época) e na companhia do médico e militante Apolo Heringer Lisboa.
    Foto: Arquivo pessoal de Apolo Heringer Lisboa.
  • Três projetos de Taiobeiras estão habilitados para Programa de Cultura BNB/BNDES

    Três projetos de Taiobeiras foram considerados aptos (1ª fase) para prosseguir no processo de seleção/aprovação do Programa de Cultura Banco do Nordeste/BNDES/Governo Federal nas áreas de Literatura, Música e Patrimônio. O de literatura (Livro: O Enigma dos Gerais) é de minha autoria; o de música (Cantarte) é do Professor Fabiano Alves Pereira; já o de Patrimônio (I Encontro de Folia de Reis de Taiobeiras) é da Prefeitura de Taiobeiras (Divisão de Cultura). Torçamos para que todos sejam aprovados. O resultado sai até 31 de maio de 2012.
    Confira aqui: Literatura, Música e Patrimônio.
  • Saúde pública é o tema da Campanha da Fraternidade 2012

    A Campanha da Fraternidade (CF), ação de evangelização e promoção humana da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) que ocorre a cada ano durante o período da Quaresma, em 2012 trás como tema Fraternidade e saúde pública, sob o lema Que a saúde se difunda sobre a terra!” (Cf. Eclo, 38,8). A CF começa na quarta-feira de cinzas, 22 de fevereiro de 2012 com atividades em todas as paróquias católicas do Brasil.
  • Marileide na Mostra de Cinema de Tiradentes

    Marileide
    A incentivadora cultural Marileide Alves Pinheiro foi selecionada para participar de uma Oficina de Projetos Audiovisuais durante a programação da 15ª Mostra de Cinema de Tiradentes/MG. O evento ocorreu entre os dias 25 e 27 de janeiro e teve carga horária de 12 horas, objetivando a capacitação de produtores audiovisuais para a elaboração e aprovação de projetos de produção de obras na legislação federal vigente.
  • Wernner Lucas: O que vi em Pinheirinho

    Wenner Lucas
    O nosso conterrâneo taiobeirense Wernner Lucas, ativo militantes das causas populares, esteve no Pinheirinho, em São José dos Campos e, em seu blog, nos relata o que viu.

    “Desde domingo cedo, acompanhando as notícias sobre a reintegração de posse que estava ocorrendo em São José dos Campos (SJC), sinto-me profundamente abalado. Não suporto violência, discriminação e perversas demonstrações de violação aos direitos daqueles moradores, direito à cidade, à moradia, regularização fundiária, dignidade, e no mínimo, o direito que cada um tem de ser respeitado. Mas eu precisava ver de perto o que estava acontecendo, precisava ajudar no que fosse possível. Porque eu não consigo ficar parado enquanto algo tão grave acontece. E cedo peguei um ônibus rumo ao Vale do Paraíba, informando – via celular – meus amigos que também estão comovidos com a situação cruel e desumana que aquelas pessoas estão sendo expostas.”
     
    Continue a ler o relato do Wernner clicando aqui.
  • Eleições 2012: a virulência na internet taiobeirense

    Pelo clima de certas discussões travadas nas redes sociais dá para se ter uma ideia de como será o período da campanha eleitoral de 2012 em Taiobeiras. Agora não só no físico ou no período específico. A internet superou as barreiras do tempo e do espaço. A lógica não é debater as ideias, mas ofender a tudo e a todos. A paixão ao invés da política. A raiva ao contrário da tentativa de convencimento. O ovo da serpente sendo chocado. Tomara que não ecloda.

    Assim como na campanha de 2010, quando o submundo nazifascista agarrado à campanha de José Serra espalhou inúmeros spams com mentiras e calúnias contra a então candidata Dilma Rousseff, pode-se antever que em Taiobeiras aqueles que ousarem desafiar “os céus” serão surrados sem trégua, pelo menos no espaço virtual da internet. Antes era só nos panfletos anônimos, dos quais este blogueiro já foi vítima. A tecnologia aumentou as “armas”.

    “Quem tem ouvidos, ouça” (Ap. 3,22). Haja coragem! Haja coração!

  • Taiobeiras: Afinal, Nilma é pré-candidata a Prefeita ou não?

    Nilma Ferreira Marques
    Numa bem humorada campanha pela rede social Facebook, que até o momento não se sabe se é verdade ou “zoação”, a empresária Nilma Ferreira Marques se lançou como pré-candidata a Prefeita de Taiobeiras, elencando um rol de propostas polêmicas, mas bem antenadas com a realidade do município.

    Veja algumas das polêmicas “propostas” de Nilma, que escolheu o divertido lema “Dilma lá, Nilma aqui e viva as mulheres!“, conforme está em seu perfil no Facebook.

    “1. Melhoria na qualidade de merenda escolar na rede municipal. Fim do arrendamento de veículos para transporte escolar. Transporte escolar só com veículos da prefeitura.
    2. Total cumprimento da lei federal de piso de salários dos professores na rede municipal. Professor bem remunerado, trabalha feliz, ensina mais. O aluno aprende mais.
    3. Forte atuação na área social: ajuda aos carentes da cidade, criação do auxílio Cemig e Copasa. A prefeitura tem que ajudar a população nas contas CEMIG e Copasa. Eta taxas caras…..
    4. Transformação do parque de eventos na barragem em distrito industrial de Taiobeiras. Não tem sentido ter uma área de eventos para sediar um evento anual. O distrito industrial gera empregos o ano todo.
    5. Criação da secretaria da mulher e família. Acompanhamento das mulheres e a familia para termos uma sociedade bem equilibrada. A mulher é a base da família. Uma mãe orientadora possui filhos bem educados e com conduta correta”.

    Provavelmente uma grande brincadeira, mas que toca em questões sérias para a sociedade taiobeirense e que ajuda divertidamente a levantar a poeira do marasmo da política local. Parabéns, Nilma, pela ousadia de fazer as pessoas pensarem!